Soja: Mercado em Chicago opera com estabilidade, testando leves altas nesta 3ª feira

Publicado em 25/10/2022 07:36

O mercado da soja opera com estabilidade na manhã desta terça-feira (25) na Bolsa de Chicago e testa ligeiras altas, depois das baixas intensas da sessão anterior, quando os futuros da oleaginosa perderam mais de 20 pontos. Assim, por volta de 7h25 (horário de Brasília), as cotações subiam de 0,75 a 2,25 pontos nos contratos mais negociados, com o novembro sendo cotado a US$ 13,73 e o maio a US$ 13,98 por bushel. 

Os traders procuram tomar um fôlego depois do início de semana conturbado, mas ainda assim focando em fundamentos que precisam ainda ser monitorados de perto - como o plantio sul-americano e a colheita americana, e o clima para ambos os processos - bem como a macroeconomia e ao cenário geopolítico.

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) ontem atualizou os dados da colheita dos EUA e apontou o índice em 80% da área, contra 77% do esperado pelo mercado. Mais uma vez, os números mostram que o avanço é rápido nas lavouras americanas, superando, inclusive, o ritmo na colheita do milho. 

A demanda e seu comportamento também permanecem sob a atenção dos traders, em especial depois de Xi Jinping ter assumido o governo da China pelos próximos cinco anos e de ter mudado sete peças-chave de seu governo, incluindo Li Keqiang, premier chinês. 

Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:

Por: Carla Mendes | Instagram @jornalistadasoja
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Soja: Com Chicago e dólar "estáveis", produtor aproveita momento para tomar decisões, principalmente da safra nova
Soja ainda sobe levemente em Chicago nesta 6ª, se recuperando das últimas baixas
Soja volta a subir em Chicago nesta 6ª, com petróleo em alta e ajustes de posições; portos do BR estáveis
Soja em Chicago, prêmio e dólar em queda nesta 5ª feira pesam sobre preços e novos negócios no Brasil
Soja segue em queda na Bolsa de Chicago nesta 5ª, acompanhando baixa dos grãos
Soja tem dia de queda em Chicago com movimento puxado pelo recuo do óleo de soja