Soja segue caminhando de lado nesta 4ª feira em Chicago, mas do lado negativo da tabela

Publicado em 12/11/2025 11:38
Mercado se prepara para o novo boletim do USDA

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago seguem caminhando de lado em Chicago nesta quarta-feira (12), mas passam a operar do lado negativo da tabela. Por volta de 11h25 (horário de Brasília), as cotações perdem de 0,50 a 2,25 pontos nos principais vencimentos, levando o janeiro a US$ 11,26 e o maio a US$ 11,47 por bushel. 

A volatilidade continua no mercado da soja e tem trabalhado neste intervalo de US$ 11,20 a US$ 11,60 e tende a ficar confinado neste range pelo menos até a chegada do novo boletim que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta sexta-feira, dia 14 de novembro. As expectativas são de que haja cortes nos números de produção e produtividade da safra 2025/26 dos EUA, o que poderia dar um combustível a mais aos preços da soja na CBOT. 

No entanto, até lá, os traders ainda se deparam com uma falta de novidades muito fortes entre os fundamentos e segue monitorando um cenário já conhecido. A China ainda não faz compras de soja norte-americana, mas a possibilidade continua permeando os negócios. 

O clima para a nova safra do Brasil também está em evidência, porém, os últimos dias já foram de chuvas melhores para regiões que precisavam delas, o que também é acompanhado pelo mercado. 

Por: Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

USDA confirma venda de 472 mil t de soja à China e movimento contribui para alta em Chicago
Soja opera em alta na Bolsa de Chicago e volta aos US$ 12 impulsionada por clima nos EUA e demanda chinesa
Soja inverte o sinal, fecha positiva e estabelece tendência de alta em Chicago com clima preocupando nos EUA
Soja testa os dois lados da tabela e volta a testar leves altas em Chicago nesta 3ª feira (7)
Soja em Chicago estende ganhos após disparar 4%; mercado monitora calor agressivo nos EUA e compras da China
Royal Rural: China começa a comprar soja americana