Soja avança em Chicago com demanda chinesa aquecida e seca na América do Sul
De acordo com um boletim do site AccuWeather.com, o clima seco causado pelo La Niña irá voltar a ser sentido na Argentina a partir do dia 25 de dezembro e persistir até a próxima semana. Diante desse panorama climático, as lavouras argentinas sofrem, pode haver uma séria quebra na produção e com isso a oferta mundial é comprometida, o que promove sustentação aos preços.
"Todos os produtos estão sendo afetados pela pouca quantidade disponível enquanto a demanda permanece firme. As altas temperaturas são muito preocupantes na Argentina, tanto para a soja quanto para o milho", disse Bourges, da Offre et Demande Agricole.
As importaçeões de soja da China, que há uma década totalizavam 10 milhões de toneladas, devem totalizar no ciclo 2010/11 57 milhões de toneladas, segundo um relatório do grupo Rabobank.
Confirmando a continuidade da demanda aquecida por parte da nação asiática, nesta quarta-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou a venda de 110 mil toneladas de soja para a China e mais 116 mil toneladas de milho para destinos não revelados.
Com informações da Bloomberg