Incerteza sobre clima nos EUA traz fôlego para soja em Chicago

Publicado em 10/08/2011 10:29 e atualizado em 10/08/2011 11:09
Quarta-feira de reação para os preços da soja na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa fecharam o pregão noturno de hoje com altas superiores a 15 pontos depois de dias consecutivos de um significativo recuo. O principal suporte para os preços veio de uma combinação de fatores. O milho e o trigo também fecharam o noturno com altas de dois dígitos.

Entre os fundamentos, as incertezas sobre condições climáticas realmente mais favoráveis para as lavouras norte-americanas impulsionou as cotações. Com a recente baixa do mercado, os compradores voltam ao mercado e os estoques dos Estados Unidos seguem extremamente apertados, fazendo com que o país tenha uma previsão .

No cenário externo, a calma que vem chegando ao mercado financeiro contribui para a alta não só da soja, mas também das demais commodities agrícolas. Ao redor do mundo, as bolsas já sinalizam uma retomada do fôlego. Na Ásia, os mercados fecharam em alta e, na Europa, as bolsas abriram em alta nesta quarta-feira.

Nesta terça-feira (9), a oleaginosa não conseguiu acompanhar a alta dos mercados vizinhos e fechou o dia em queda. Já para a sessão diurna de hoje, a chamada de abertura é de alta de 14 a 16 pontos. Para o milho, altas de 10 a 12 pontos e para o trigo, 16 a 18 pontos de avanço.

Tags:

Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Soja recua em Chicago nesta 6ª feira com farelo caindo mais de 1% e demanda chinesa ainda no radar
Soja sente tombo de Chicago nos portos, mas dólar e demanda chinesa amortecem pressão no Brasil
Soja 26/27: chuva aperta janela no RS e exige precisão no plantio; especialista aponta estratégias para proteger produtividade
Soja despenca mais de 15 pontos em Chicago com pressão dos derivados; dólar limita impacto no Brasil
StoneX vê safra de soja 26/27 do Brasil em 183,36 mi t e menor exportação de milho em 25/26
Entrada da nova safra americana no mercado traz pressão sazonal sobre a soja de Chicago, mas clima do BR permanece no radar