CBOT: Tranquilidade no financeiro puxa altas do complexo de grãos

Publicado em 29/11/2011 11:59 e atualizado em 29/11/2011 13:55
O complexo de grãos encerrou a sessão noturna com leves ganhos após operar no vermelho nas primeiras horas de trabalho desta terça-feira em Chicago. A soja subiu mais de 4 pontos no contrato maio/2012, enquanto o milho ganhou meio ponto e o trigo subiu até 5 pontos em seus principais vencimentos.

O macroeconômico continua sendo decisivo para os futuros das commodities. Hoje, as altas do complexo de grãos são puxadas pelo otimismo em relação à resolução da crise na economia europeia. A notícia de que a Itália realizou leilão de títulos com venda de quase 8 bilhões de euros em bônus animou o mercado financeiro, puxando para cima as principais bolsas de valores mundiais.

Os investidores operam ainda nesta terça-feira sob expectativa da reunião do Eurogrupo marcada para hoje entre ministros de finanças do bloco europeu. Os traders esperam que do encontro saiam medidas de controle para a crise financeira.

Segundos analistas, o dólar, que hoje trabalha em queda, completa o cenário positivo para os grãos.  No entanto, as preocupações quanto a uma possível retração na demanda mundial seguem limitando as altas das commodities negociadas na CBOT.

Chamada para abertura na Bolsa de Chicago

Soja: altas de 3 a 5 pontos
Milho: altas de 1 a 2 pontos
Trigo: altas de 3 a 4 pontos

Tags:

Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Soja sente tombo de Chicago nos portos, mas dólar e demanda chinesa amortecem pressão no Brasil
Soja 26/27: chuva aperta janela no RS e exige precisão no plantio; especialista aponta estratégias para proteger produtividade
Soja despenca mais de 15 pontos em Chicago com pressão dos derivados; dólar limita impacto no Brasil
StoneX vê safra de soja 26/27 do Brasil em 183,36 mi t e menor exportação de milho em 25/26
Entrada da nova safra americana no mercado traz pressão sazonal sobre a soja de Chicago, mas clima do BR permanece no radar
Soja recua em Chicago nesta 5ª feira com China ainda limitando demanda dos EUA