Açúcar registra ganhos acima de 1% e encerra semana com variação positiva

Publicado em 08/08/2025 16:35
Consultoria apontou redução na safra de cana-de-açúcar do Brasil

Os preços do açúcar ampliaram os ganhos leves da última sessão, com uma recuperação expressiva nesta sexta-feira (08), com altas acima de 1% nas bolsas de Nova Iorque e Londres. Com isso, o adoçante contabilizou uma variação positiva também na comparação semanal.

Na Bolsa de Nova York, os contratos futuros do açúcar fecharam em alta. O outubro/25 avançou 0,24 cent (+1,50%), a 16,25 cents/lbp. O março/26 subiu 0,24 cent (+1,44%), encerrando a 16,92 cents/lbp. O maio/26 ganhou 0,23 cent (+1,40%), cotado a 16,66 cents/lbp, enquanto o julho/26 registrou alta de 0,20 cent (+1,22%), fechando a 16,56 cents/lbp.

Em Londres, as cotações também subiram de forma consistente. O outubro/25 teve ganho de US$ 8,80 (+1,90%), a US$ 471,30 por tonelada. O dezembro/25 avançou US$ 7,90 (+1,70%), a US$ 464,30 por tonelada. O março/26 registrou alta de US$ 7,10 (+1,54%), sendo negociado a US$ 468,40 por tonelada, e o maio/26 subiu US$ 6,40 (+1,38%), a US$ 469,50 por tonelada.

Na comparação com o fechamento da sexta anterior (1º/08), Nova York acumulou ganhos. O outubro/25 subiu 0,07 cent (+0,43%) em relação aos 16,18 cents/lbp. O março/26 avançou 0,14 cent (+0,84%) frente aos 16,78 cents/lbp. O maio/26 ganhou 0,15 cent (+0,91%) sobre os 16,51 cents/lbp, enquanto o julho/26 teve alta de 0,14 cent (+0,85%) ante os 16,42 cents/lbp.

Em Londres, o movimento foi semelhante. O outubro/25 avançou US$ 6,30 (+1,35%) em relação aos US$ 465,00 por tonelada da semana passada. O dezembro/25 subiu US$ 6,80 (+1,49%) frente aos US$ 457,50 por tonelada. O março/26 ganhou US$ 6,90 (+1,50%) sobre os US$ 461,50 por tonelada, e o maio/26 avançou US$ 5,90 (+1,26%) frente aos US$ 463,60 por tonelada.

Segundo o Barchart, os ganhos foram apoiados por relatório da consultoria europeia Covrig Analytics, que indicou expectativa de colheita de cana-de-açúcar no Brasil abaixo de 600 milhões de toneladas, devido a relatos de menor produtividade por parte de produtores. A estimativa está bem abaixo da previsão oficial da Conab, de 663,4 milhões de toneladas.

Fonte: Notícias Agrícolas

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