Café: Chuvas e temperaturas se normalizaram em fevereiro, mas safra ainda depende das condições de março

Publicado em 22/02/2019 11:01
O cinturão produtivo de café teve melhores condições meteorológicas nos 20 primeiros dias de fevereiro, com temperaturas e chuvas dentro da média e bom armazenamento após estiagem em janeiro. A definição da safra 2019/20, no entanto, ainda depende do que o tempo reserva para a cafeicultura em março.
Éder Ribeiro dos Santos - Coordenador de geoprocessamento da Cooxupé

Podcast

Café: Chuvas e temperaturas se normalizaram em fevereiro, mas safra ainda depende das condições de março

 

Download

 

O coordenador de geoprocessamento da Cooxupé, Éder Ribeiro dos Santos, destacou que as lavouras de café da abrangência da cooperativa estão em boas condições, já que a segunda quinzena de fevereiro trouxe temperaturas mais baixas e a volta das chuvas, o que oferece condições favoráveis para o desenvolvimento e formação do fruto.

Anteriormente, havia uma preocupação com que o ciclo repetisse o ano de 2014, quando as temperaturas altas em fevereiro e março fizeram com que ocorresse falta de água durante a granação, o que diminui o rendimento.

Os próximos meses serão fundamentais para definir o peso do fruto. Se houver alguma adversidade, poderá ocorrer um comprometimento.

O armazenamento de água também melhorou, oferecendo condições plenas para o desenvolvimento da planta.

Por: Jhonatas Simião e Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Café reage após forte queda e fecha em alta com suporte do câmbio e ajustes nas posições
De pequenos a grandes produtores, o café brasileiro se reinventa para não sair do mapa da qualidade
Café abre em alta com petróleo acima de US$ 100, custos logísticos no radar e clima acompanhando a safra brasileira
Café despenca no fechamento desta 2ª feira com pressão de safra recorde e avanço da oferta global
Cooxupé bate recordes bilionários, exportações avançam e tecnologia chega ao campo: o que muda na prática para o produtor de café
Alta do petróleo, perto de US$ 115, eleva pressão sobre custos e pode influenciar decisões de comercialização do café