Promovendo história, sustentabilidade e qualidade do café brasileiro, Cecafé e Museu do Café levam exposição inédita para Itália

Publicado em 25/10/2021 17:46 e atualizado em 25/10/2021 18:31
Mercado italiano é o 4º no ranking de consumidores de café do Brasil e embaixada destaca importância de mostrar que o Brasil não é apenas o maior produtor e exportador de café do mundo, mas também origem de café de qualidade e que atende todos os requisitos do mercado quando o assunto é sustentabilidade
Promovendo história, sustentabilidade e qualidade do café brasileiro, Cecafé e Museu do Café levam exposição inédita para Itália

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Cecafé promove sustentabilidade da cafeicultura brasileira na Itália

Cumprindo seu objetivo de promover a sustentabilidade e os cafés do Brasil em todo o mundo, o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) participa de uma ação, coordenada pelo Museu do Café, de promoção da imagem da cafeicultura nacional na Piazza Navona, em Roma, na Itália.

Com curadoria do Museu, a exposição “Viaggio nella terra del caffé” ocorre até o dia 26 de outubro, na galeria Candido Portinari da Embaixada do Brasil em Roma, e aborda duas temáticas: “Cultura e Imigração Italiana”, que expõe a importância ítala para a evolução da cafeicultura nacional; e “Qualidade, Sustentabilidade e Desenvolvimento Humano no Agronegócio Café Brasileiro”.

Para a ação, o Cecafé subsidiou conteúdos que apresentam um panorama estatístico da cafeicultura nacional e sua representatividade no mundo, os investimentos em pesquisa e tecnologia e a sustentabilidade socioeconômica ambiental em todas as etapas da cadeia produtiva, gerando renda aos atores e evidenciando o respeito ao social e ao meio ambiente.

Segundo Marcos Matos, diretor geral da entidade, a exposição, que conta com apoio dos membros do Conselho do Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração (INCI), Cooperativa Cooxupé e Exportadora de Café Guaxupé, apresenta a governança socioambiental da atividade cafeeira nacional.

“No eixo ambiental, expõe-se o equilíbrio entre produção e preservação do meio ambiente no Brasil, com o cafeicultor preservando um percentual acima do exigido pelo Código Florestal. No econômico, o maior repasse do preço (Free on Board) FOB de exportação ao produtor e o amplo sistema de financiamento e seguro rural”, revela.

No eixo social, completa ele, demonstra-se a representatividade da agricultura familiar na cafeicultura e se destaca que a presença do café resulta em elevação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) nas regiões produtoras. “Em resumo, expomos que o consumo do café brasileiro na Itália, e em todo o mundo, resulta em progresso e desenvolvimento humano ao país”, conclui o diretor do Cecafé.

 

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Fonte: Virgínia Alves + Cecafé

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