Colheita da soja em Nova Mutum (MT) se encaminha para o final, com perda estimada em 15% a 17%, diz liderança local

Publicado em 19/02/2024 10:27
Área de plantio do milho segunda safra no Município deve diminuir cerca de 20%
Paulo Zen - Presidente do Sindicato Rural de Nova Mutum/MT
Podcast

Colheita da soja em Nova Mutum (MT) se encaminha para o final, com perda estimada em 15% a 17%, diz liderança local

Pouco mais de 90% das áreas de soja em Nova Mutum, no Mato Grosso, já foram colhidas, segundo o presidente do Sindicato Rural do Município, Paulo Zen. Ele explica que até o momento, a perda estimada em relação ao ciclo anterior é de 15% a 17%, com uma média de produtividade de cerca de 50 a 51 sacas por hectare. "Até o final da colheita este número pode mudar", disse. 

Segundo ele, apesar de ter havido ataques de mosca branca e de percevejos, o que mais pesou para que houvesse perda na produtividade da oleaginosa foi o clima, já que em novembro faltaram chuvas no Município, justamente na fase em que boa parte das lavouras estavam em fase de enchimnento de grãos. 

Em relação ao milho segunda safra, ele explica que a área dedicada ao cereal este ano em Nova Mutum deve ser reduzida em cerca de 20%, devido aos preços e à janela de plantio. Os primeiros talhões semeados, segundo Zen, tiveram bons investimentos, mas os últimos agora, os produtores estão observando o comportamento do clima para saber quanto investir em insumos. Os 20% de área que não serão semeadas com milho devem ser ocupados por milheto ou gergelim, conforme explica o presidente do sindicato.  

Por: Letícia Guimarães
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Soja volta a subir em Chicago nesta 6ª, com petróleo em alta e ajustes de posições; portos do BR estáveis
Soja em Chicago, prêmio e dólar em queda nesta 5ª feira pesam sobre preços e novos negócios no Brasil
Soja segue em queda na Bolsa de Chicago nesta 5ª, acompanhando baixa dos grãos
Soja tem dia de queda em Chicago com movimento puxado pelo recuo do óleo de soja
Soja recua em Chicago nesta manhã de 4ª feira, se ajustando após dias de volatilidade
Acordo China /EUA, preço do petróleo e clima na safra americana seguem no radar do mercado