Café abre segunda com ajustes nos preços após avançar mais de 2% na última semana

Publicado em 07/02/2022 09:11
Produção nas principais origens e logística seguem no radar do mercado

O mercado futuro do café arábica abriu a semana com ajustes para os preços na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Na semana anterior, o café arábica encerrou com avanço de mais de 2% para os principais contratos no exterior. Produção no Brasil, Colômbia e problemas logísticos seguem no radar do mercado. 

Por volta das 09h07 (horário de Brasília), março/22 tinha queda de 85 pontos, negociado por 241 cents/lbp, maio/22 tinha baixa de 85 pontos, valendo 241,60 cents/lbp, julho/22 também registrava baixa de 85 pontos, cotado por 240,60 cents/lbp e setembro/22 recuava 95 pontos, valendo 239,20 cents/lbp. 

Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon abriu a semana com ajustes técnicos. Março/22 tinha alta de US$ 9 por tonelada, valendo US$ 2238, maio/22 tinha valorização de US$ 8 por tonelada, cotado por US$ 2221, setembro/22 registrava avanço de US$ 9 por tonelada, cotado por US$ 2206 e setembro/22 tinha alta de US$ 6 por tonelada, valendo US$ 2197. 

"Os fundamentos permanecem os mesmos, mas as boas chuvas deste verão sobre os cafezais brasileiros, dão aos operadores a esperança de uma safra maior em 2023. Enquanto isso, todos os números que chegam ao mercado apontam para escassez e dificuldades no fornecimento de café verde", destacou a última análise do Escritório Carvalhaes. 

Por: Virgínia Alves
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Retomada do fluxo de café da Colômbia pode levar semanas
Café ganha força em NY com incertezas sobre a oferta, mas fecha com estabilidade a 6ª feira
Marca de cafés em cápsulas apresenta ciclo do café a afiliados do campo à logística reversa
Preços do café têm caminho incerto e ainda muito volátil, o que mantém negócios ainda travados no Brasil
Projeto Corredores Arborizados amplia iniciativas em cafeicultura regenerativa da Expocacer
Café fecha em alta em Nova York ainda refletindo preocupações com a Colômbia; preços sobem também no BR