Depois da alta, café monitora onda de frio e abre com queda em Nova York

Publicado em 12/05/2022 08:59
Londres também recua na manhã desta 5ª feira

O mercado futuro do café arábica abriu o pregão desta quinta-feira (12) com ajustes para os preços após expressiva valorização no pregão anterior na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O setor continua monitorando uma massa de ar frio prevista para entrar no país na semana que vem, e que deu suporte para valorização de mais de mil pontos. 

"Em nossa opinião, é preciso acompanhar a subida dessa frente fria com cautela, por não ser comum geadas no mês de maio em nossas principais regiões cafeeiras . Esse episódio serve também para “acordar” os operadores, que não vêm dando a devida atenção para a delicada situação dos fundamentos do mercado de café", destacou a última análise do Escritório Carvalhaes. 

Por volta das 09h13 (horário de Brasília), julho/22 tinha queda de 380 pontos, negociado por 216,10 cents/lbp, setembro/22 tinha desvalorização de 385 pontos, cotado por 215,90 cents/lbp, dezembro/22 tinha queda de 395 pontos, valendo 215,40 cents/lbp e março/23 tinha baixa de 445 pontos, cotado por 214,10 cents/lbp. 

Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também abriu com desvalorização. Julho/22 recuava US$ 29 por tonelada, negociado por US$ 2049, setembro/22 tinha queda de US$ 29 por tonelada, valendo US$ 2051, novembro/22 tinha baixa de US$ 27 por tonelada, negociado por US$ 2046 e janeiro/23 tinha baixa de US$ 24 por tonelada, valendo US$ 2045. 

Por: Virgínia Alves
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Resiliência climática do café robusta é um "mito da internet", diz pesquisador
Cecafé revisa para cima dados parciais da exportação de agosto em 1,23 mi sacas
Manejos para o momento da florada são essenciais para aumentar o potencial produtivo dos cafezais
Exportações mundiais de café verde aumentaram 0,8% em junho, diz OIC
Maquinários agrícolas ganham destaque na 21ª Fecon
Café tomba mais de 3% em Nova York nesta 5ª, produtor recua e trava o mercado físico no Brasil