Milho abre a sexta-feira com movimentações restritas na B3 e em Chicago

Publicado em 15/05/2020 09:23 e atualizado em 15/05/2020 12:03
Dólar, desenvolvimento da safrinha e plantio americano seguem influenciando

A sexta-feira (15) começa com resultados em campo misto para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam flutuações entre 0,59% negativo e 0,04% positivo por volta das 09h21 (horário de Brasília).

O vencimento maio/20 era cotado à R$ 50,67 com queda de 0,33%, o julho/20 valia R$ 47,50 com alta de 0,04% e o setembro/20 era negociado por R$ 45,83 com desvalorização de 0,59%.

Mercado Externo

Para os preços internacionais do milho futuro a sexta-feira começa com leves elevações na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,50 e 1,50 pontos por volta das 09h01 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,19 com valorização de 1,50 pontos, setembro/20 valia US$ 3,23 com alta de 1 ponto, dezembro/20 era negociado por US$ 3,32 com elevação de 0,75 pontos e o março/21 tinha valor de US$ 3,45 com elevação de 0,50 pontos.

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os grãos foram mais altos nas negociações do dia para a noite, já que os traders esperam os sinais de demanda por produtos agrícolas dos Estados Unidos.

O mercado também segue de olho no avanço do plantio americano, após o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) projetar que os agricultores americanos devem cultivar uma safra recorde de milho neste ano, se aproximando de 16 bilhões de bushels e construindo os níveis mais altos dos últimos 33 anos para os estoques domésticos de grãos.

“Mas alguns analistas questionam se os agricultores plantarão todos os 97 milhões de acres de milho que o USDA previu, dada a forte queda nos preços à vista e no mercado futuro desde março”, aponta Colin Packham da Reuters Sydney.

Relembre como fechou o mercado na última quinta-feira:

>> Milho segue subindo no Brasil e “dá sinais de que não irá recuar até a safrinha”

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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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