Milho: segunda-feira começa com leves altas na B3

Publicado em 26/10/2020 09:24 e atualizado em 26/10/2020 11:41
Chicago está no aguardo de novos números do USDA

A segunda-feira (26) começa com os preços futuros do milho levemente mais altos na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,13% e 0,82% por volta das 09h14 (horário de Brasília).

O vencimento novembro/20 era cotado à R$ 80,50 com elevação de 0,50%, o janeiro/21 valia R$ 80,75 com ganho de 0,56%, o março/21 era negociado por R$ 80,15 com valorização de 0,82% e o maio/21 tinha valor de R$ 74,30 com alta de 0,13%.

As movimentações cambiais abriram a semana dando sustentação aos contratos do cereal brasileiro. Por volta das 09h17 (horário de Brasília), o dólar subia 0,54% e era cotado à R$ 5,64.

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Mercado Externo

Já os preços internacionais do milho futuro iniciaram a segunda-feira caindo na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 1,50 e 2,25 pontos por volta das 09h07 (horário de Brasília).

O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 4,17 com desvalorização de 2,25 pontos, o março/21 valia US$ 4,18 com queda de 2,00 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 4,19 com perda de 2,00 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 4,18 com baixa.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, previsões de tempo claro no meio-oeste provavelmente abrirão o caminho para um aumento na atividade de colheita esta semana. Uma rodada de realização de lucros por trader também estava em jogo devido aos preços mais baixos desta manhã.

Porém, antes disso, é esperado que uma semana de chuvas e neve provavelmente interromperão o progresso da colheita de milho no relatório de progresso da safra de hoje. “O relatório de hoje provavelmente mostrará o progresso da colheita nas planícies, mas retardando o avanço no vale do rio Mississippi superior e no cinturão oriental do milho”, aponta a analista Jacqueline Holland.

Relembre como fechou o mercado na última sexta-feira:

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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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