Milho registra leves altas no início da 5ªfeira na B3

Publicado em 04/02/2021 09:19 e atualizado em 04/02/2021 12:02
Chicago também sobe à espera do USDA

A quinta-feira (04) começa com os preços futuros do milho levemente mais altos na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,07% e 0,37% por volta das 09h14 (horário de Brasília).

O vencimento março/21 era cotado à R$ 86,72 com estabilidade, o maio/21 valia R$ 85,01 com alta de 0,24%, o julho/21 era negociado por R$ 78,29 com valorização de 0,37% e o setembro/21 tinha valor de R$ 76,20 com ganho de 0,07%.

Mercado Externo

A Bolsa de Chicago (CBOT) iniciou os trabalhos desta quinta-feira estendendo os ganhos para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 1,50 e 5,25 pontos por volta das 09h04 (horário de Brasília).

O vencimento março/21 era cotado à US$ 5,57 com valorização de 5,25 pontos, o maio/21 valia US$ 5,53 com elevação de 4,75 pontos, o julho/21 era negociado por US$ 5,40 com alta de 3,00 pontos e o setembro/21 tinha valor de US$ 4,78 com ganho de 1,50 pontos.

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os futuros do milho subiram no comércio da madrugada devido aos sinais de forte demanda por suprimentos dos Estados Unidos e excesso de chuvas em partes do Brasil.

Além disso, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgará seu relatório semanal de vendas de exportação hoje, que deverá mostrar fortes vendas de milho para compradores estrangeiros.

“Os exportadores relataram vendas de produtos agrícolas dos EUA por seis dias consecutivos, uma seqüência que terminou ontem, indicando uma demanda sólida. Durante essa seqüência, os exportadores relataram vendas de 6,51 milhões de toneladas métricas de milho para compradores offshore”, aponta o analista Tony Dreibus.

Relembre como fechou o mercado na última quarta-feira:

>> Preço do milho cai no Brasil nesta 4ªfeira no físico e fica em campo misto na B3

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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