B3 abre a 4ªfeira com milho recuando em meio a semana mais ofertada

Publicado em 15/09/2021 09:23
USDA segue refletindo em Chicago e futuros sobem

Após encerrar os últimos dois pregões em alta, os preços futuros do milho começam a quarta-feira (15) recuando posições na Bolsa Brasileira (B3) por volta das 09h28 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/21 era cotado à R$ 93,72 com perda de 0,30%, o novembro/21 valia R$ 94,20 com queda de 0,37%, o janeiro/22 era negociado por R$ 95,60 com desvalorização de 0,40% e o maio/22 tinha valor de R$ 90,50 com baixa de 0,11%.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o mercado brasileiro terá uma semana com mais oferta de milho e com o produtor mais disposto a vender, o que pode pressionar o mercado levemente para baixo.

“O mercado de porto está hoje na faixa de R$ 82,00 a R$ 84,00 nos portos para exportação entre outubro e novembro. Nesse nível não tem vendedores e o milho acaba ficando todo para o mercado nacional. Desde fevereiro não temos negócios novos de exportação de milho e os volumes embarcados seguem muito abaixo”, relata Brandalizze.

Mercado Externo

Já os preços internacionais do milho futuro se mantiveram positivos nesta quarta-feira na Bolsa de Chicago (CBOT).

Por volta das 09h04 (horário de Brasília), o vencimento dezembro/21 era cotado à US$ 5,25 com valorização de 5,00 pontos, o março/22 valia US$ 5,33 com ganho de 5,00 pontos, o maio/22 valia US$ 5,37 com alta de 4,50 pontos e o julho/22 tinha valor de US$ 5,36 com elevação de 4,00 pontos.

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os preços futuro do milho subiram no comércio da madrugada em meio à queda nas condições de safra das lavouras norte-americanas relatada pelo último relatório divulgado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

“Os futuros do milho subiram durante a noite depois que o governo disse esta semana que 58% da safra estava em boas ou excelentes condições no início da semana, ante 59% na semana anterior”, afirma o analista Tony Dreibus.

Relembre como fechou o mercado na última terça-feira:

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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