Milho tem leve alta na B3 nesta 5ªfeira com ajustes para patamares da exportação

Publicado em 25/11/2021 16:23
Vlamir Brandalizze destaca potencial para exportações entre R$ 86,00 e R$ 90,00

A quinta-feira (25) chega ao final com os preços futuros do milho ganhando um pouco de força ao longo do dia e finalizando os trabalhos acumulando pequenos ganhos na Bolsa Brasileira (B3).

O vencimento janeiro/22 foi cotado à R$ 88,60 com elevação de 1,06%, o março/22 valeu R$ 88,70 com alta de 2,07%, o maio/22 foi negociado por R$ 85,55 com ganho de 0,82% e o julho/22 teve valor de R$ 82,75 com queda de 0,10%.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o mercado da B3 vai se ajustando aos patamares que o mercado pode pagar na exportação, que até ontem, variavam entre R$ 86,00 e R$ 90,00 para embarques em dezembro, janeiro e fevereiro.

“Há um mercado de exportação em potencial com esses patamares no mercado do porto, então ele cria um suporte para baixas no mercado interno, que está sem pressão das indústrias compradoras que devem parar para manutenção na segunda quinzena de dezembro”, aponta. 

No mercado físico brasileiro, o preço da saca de milho ficou praticamente inalterado neste penúltimo dia da semana. O levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas encontrou valorizações apenas em Amambai/MS, enquanto as desvalorizações apareceram somente em Tangará da Serra/MT e Campo Novo do Parecis/MT.

Confira como ficaram todas as cotações nesta quinta-feira

Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Milho recua até 2,02% na B3 e perde mais de 1% em Chicago nesta terça-feira
Milho perde saída pelos portos, e preços caem até 22% no interior do país
Milho recua em Chicago e B3 nesta terça-feira, com contratos brasileiros devolvendo parte da alta da véspera
Etanol de milho já responde por 20% da produção nacional no início da safra 2026/27
Plantio do milho verão chega a 40% e supera 2025 e média histórica
Milho abre terça-feira com leves baixas em Chicago e mercado segue atento à competitividade da América do Sul