Chicago ganha força com Mar Negro e Argentina e milho passa a subir nesta 6ªfeira

Publicado em 17/02/2023 13:32
B3 opera em campo misto

Os preços futuros do milho se movimentavam nos dois lados da Bolsa Brasileira (B3) por volta das 13h21 (horário de Brasília) desta sexta-feira (17). As principais cotações apresentavam altas e baixas e flutuavam na faixa entre R$ 88,13 e R$ 89,63. 

O vencimento março/23 era cotado à R$ 89,08 com elevação de 0,21%, o maio/23 valia R$ 89,63 com ganho de 0,37%, o julho/23 era negociado por R$ 88,53 com perda de 0,08% e o setembro/23 tinha valor de R$ 88,13 com queda de 0,53%. 

Mercado Externo 

Já a Bolsa de Chicago (CBOT), ganhou um pouco de força e passou a operar no campo positivo para os preços internacionais do milho futuro, que subiam por volta das 13h17 (horário de Brasília). 

O vencimento março/23 era cotado à US$ 6,77 com alta de 1,75 pontos, o maio/23 valia US$ 6,77 com valorização de 2,25 pontos, o julho/23 era negociado por US$ 6,65 com ganho de 1,50 pontos e o setembro/23 tinha valor de US$ 6,10 com elevação de 2,00 pontos. 

Segundo informações do site internacional Farm Futures, “os mercados estão nervosos pois as negociações para uma extensão da Iniciativa de Grãos do Mar Negro devem começar em uma semana, bem como sobre novos danos climáticos às safras de milho e soja na Argentina”. 

Além disso, a publicação aponta que, “as condições de seca no sul do Brasil estão prejudicando o desenvolvimento da primeira safra de milho do país, enquanto as chuvas no Centro-Leste estão atrasando o progresso do plantio do milho de segunda safra no Brasil”.

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Cotações do milho futuro fecham a semana acumulando perdas de até 3% na B3
Safras & Mercado reduz colheita de milho do Brasil, mas ainda vê leve avanço anual
Petróleo e dólar pressionaram quedas nos preços no milho ao longo dessa semana
Milho: B3 volta a subir nesta 5ª feira com clima preocupando para safrinha
Milho cai mais de 2% em Chicago nesta 4ª feira, acompanhando forte baixa do petróleo
Tamanho da safrinha de milho gera muitas incertezas no BR e mercado ainda não precificou perdas