Milho recua até 1,2% na B3 nesta terça-feira

Publicado em 12/09/2023 12:38 e atualizado em 12/09/2023 14:05
Chicago também opera em baixa antes do USDA

Os preços futuros do milho seguem operando no campo negativo da Bolsa Brasileira (B3) ao longo desta terça-feira (12). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 54,26 e R$ 65,50 por volta das 12h35 (horário de Brasília). 

O vencimento setembro/23 era cotado à R$ 54,26 com desvalorização de 1,24%, o novembro/23 valia R$ 57,64 com queda de 1,22%, o janeiro/24 era negociado por R$ 61,58 com baixa de 1,03% e o março/24 tinha valor de R$ 65,50 com perda de 0,76%. 

Mercado Externo 

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços internacionais do milho futuro também seguem contabilizando movimentações negativas ao longo do pregão desta terça-feira. 

Por volta das 12h23 (horário de Brasília), o vencimento setembro/23 era cotado à US$ 4,70 com queda de 0,75%, o dezembro/23 valia US$ 4,83 com perda de 2,00 pontos, o março/24 era negociado por US$ 4,98 com baixa de 2,25 pontos e o maio/24 tinha valor de US$ 5,06 com desvalorização de 2,50 pontos. 

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os futuros de grãos caíram nas negociações da madrugada, antes dos relatórios de oferta e demanda de hoje do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). 

A publicação destaca que, analistas consultados pela Reuters disseram esperar poucas mudanças do USDA nos relatórios de hoje. 

Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Milho fecha semana com perdas de até 3,85% em Chicago e 1,56% na B3; mercado físico registra novas quedas
USDA anuncia venda de 116 mil toneladas de milho dos EUA para destinos não revelados
Com mercado brasileiro pressionado, produtor evita avançar com a comercialização do milho
Milho abre sexta-feira em queda em Chicago e dezembro volta a operar abaixo de US$ 4,60
Milho cai em Chicago e no mercado físico brasileiro, mas B3 fecha majoritariamente em alta nesta quinta-feira
União Europeia amplia demanda por milho e Brasil começa a ganhar espaço após avanço dos Estados Unidos