B3 acompanha dólar e Chicago, e milho passa a operar no negativo nesta 6ªfeira na B3

Publicado em 16/08/2024 12:54
Chicago segue com tendência de baixa

Os preços futuros do milho perderam força na Bolsa Brasileira (B3) ao longo desta sexta-feira (26) e passaram a operar no campo negativo. As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 59,63 e R$ 68,30 por volta das 12h42 (horário de Brasília). 

O vencimento setembro/24 era cotado à R$ 59,63 com desvalorização de 1,06%, o novembro/24 valia R$ 63,02 com perda de 0,66%, o janeiro/25 era negociado por R$ 65,91 com baixa de 0,29% e o março/25 tinha valor de R$ 68,29 com queda de 0,20%. 

Mercado Externo 

Na Bolsa de Chicago (CBOT), as movimentações negativas seguiram presentes para os preços internacionais do milho futuro ao longo do pregão desta sexta-feira. 

O vencimento setembro/24 era cotado à US$ 3,73 com perda de 1,75 pontos, o dezembro/24 valia US$ 3,94 com queda de 2,25 pontos, o março/25 era negociado por US$ 4,13 com baixa de 2,50 pontos e o maio/25 tinha valor de US$ 4,23 com desvalorização de 3,00 pontos. 

"Os preços dos grãos parecem propensos a cair por aqui com esses valores mais baixos por mais algumas semanas. É hora de começar a procurar a 'baixa da colheita'. A baixa da colheita para milho, trigo e soja, de uma perspectiva sazonal, muitas vezes pode ocorrer em meados ou no final de setembro”, analisa Naomi Blohm, consultora sênior de mercado da Total Farm Marketing, conforme reportado pelo site internacional Successful Farming. 

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

B3 realiza lucros nesta sexta-feira, mas acumula valorização semanal para o milho
Foco do produtor na soja ajuda a reduzir oferta de milho e traz suporte para cotações no Brasil
Futuros do milho abrem a sexta-feira com poucas movimentações em Chicago
Colheita do milho avança para 35% da área total cultivada no Rio Grande do Sul
Futuros do milho seguem subindo na B3 e Brandalizze vê espaço para mais ganhos
Brasil fecha janeiro/26 exportando mais milho do que o registrado em janeiro/25