Milho recua em Chicago nesta quarta-feira, após USDA dentro do esperado
Os preços internacionais do milho futuro operavam no campo negativo da Bolsa de Chicago (CBOT) ao longo desta quarta-feira (11), registrando recuos por volta das 12h59 (horário de Brasília).
O vencimento março/26 era cotado a US$ 4,26 com desvalorização de 2 pontos, o maio/26 valia US$ 4,35 com perda de 2 pontos, o julho/26 era negociado por US$ 4,43 com baixa de 1,75 ponto e o setembro/26 tinha valor de US$ 4,43 com queda de 0,50 ponto.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos futuros de milho estenderam a consolidação lateral-baixa durante a noite, após uma reação relativamente moderada à atualização de oferta e demanda do USDA na terça-feira, que incluiu alguns números favoráveis aos preços, mas não revolucionários.
O USDA elevou sua estimativa para as exportações de milho dos EUA durante o ano comercial de 2025/26 pela quarta vez desde agosto, reconhecendo a forte demanda que tem superado consistentemente as projeções do governo.
As exportações de milho foram elevadas em 100 milhões de bushels, atingindo o recorde de 3,3 bilhões de bushels, um aumento de 15% em relação a 2024/25.
"O foco do comércio no restante da semana se voltará em parte para os indicadores de demanda, incluindo a atualização semanal da produção de etanol da Administração de Informação de Energia (EIA), que será divulgada ainda hoje pela manhã. As vendas semanais para exportação estão programadas para quinta-feira", destaca Bruce Blythe, analista da Farm Futures.
Mercado Interno
Já os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3), registravam movimentações positivas nesta quarta-feira. As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 68,07 e R$ 70,11 por volta das 13h07 (horário de Brasília).
O vencimento março/26 era cotado a R$ 70,11 com elevação de 0,30%, o maio/26 valia R$ 70,04 com alta de 0,06%, o julho/26 era negociado por R$ 68,41 com valorização de 0,35% e o setembro/26 tinha valor de R$ 68,07 com ganho de 0,18%.