Pior momento de preços para a soja já foi superado. Mesmo com fundamentos baixistas, Chicago se mantém firme; demanda ajuda

Publicado em 17/05/2017 17:37
Safra cheia na América do Sul, clima favorável ao plantio americano, expectativa de aumento de área de soja no Brasil e nos EUA não foram suficientes para fazer os preços internacionais recuarem
Confira a entrevista com Carlos Cogo - Consultoria Agroeconômica

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Carlos Cogo - Consultoria Agroeconômica

 

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Nesta quarta-feira (17), o mercado da soja na Bolsa de Chicago terminou em preços estáveis, em torno de 0,5 a 1 ponto de queda nos principais vencimentos.

De acordo com o analista de mercado Carlos Cogo, da Consultoria Agroeconômica, o mercado está positivo para o produtor brasileiro, contrariando todos os fundamentos baixistas do mercado, como a superssafra na América do Sul e o plantio nos Estados Unidos.

Entretanto, a demanda segue firme, devendo haver um aumento de 8% a 9% na demanda por parte da China para a nova safra.

Para o analista, quando o preço chega a um nível atrativo, é hora de fixar compras e entrar no mercado com o produto. Ele lembra do mercado do algodão, que apontou alta expressiva nos últimos dias.

No fator câmbio, porém, a conta não fica tão vantajosa para o produtor brasileiro. Por outro lado, os produtores não podem contar, neste momento, com uma alta do dólar, como aponta Cogo.

 

Por: e Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

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