Soja pausa altas para um respiro, mas fundamentos ainda devem garantir volatilidade e novos patamares em Chicago

Publicado em 14/02/2022 17:40 e atualizado em 14/02/2022 18:34
Relação estoque x consumo é uma das mais apertadas em mais de 20 anos e há espaço para preços mais altos em Chicago. Demanda precisará ser monitorada. Mercado brasileiro também deverá permanecer volátil, mas oferecendo boas oportunidades ao produtor.
Raphael Mandarino - Diretor da AgResource Brasil

Podcast

Entrevista com Raphael Mandarino - Diretor da AgResource Brasil sobre o fechamento do mercado da soja

 

Os futuros da soja fecharam o pregão desta segunda-feira (14) com baixas de 6,75 e 13 pontos na Bolsa de Chicago, com o maio sendo cotado a US$ 15,74 e o julho, US$ 15,72 por bushel. Ao longo do dias, as cotações chegaram a marcar perdas de mais de 30 pontos. 

Como explicou Raphael Mandarino, diretor da AgResource, a volatilidade segue bastante intensa e assim deverá se manter frente a uma série de incertezas que continua rondando os negócios na CBOT. Entre os pontos de atenção estão o clima e a conclusão da safra na América do Sul, as tensões geopolíticas e os comportamentos dos fundos e da demanda.

No Brasil, a volatilidade também deverá continuar para o produtor brasileiro, mas boas oportunidades seguirão se mostrando, com a necessidade cada vez mais presente de uma eficiente gestão de risco. 

Veja a entrevista completa de Raphael Mandarino ao Notícias Agrícolas.

Tags:

Por: Carla Mendes | Instagram @jornalistadasoja
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Soja recua em Chicago nesta 3ª feira após altas expressivas e melhora nas lavouras dos EUA
Mesmo mais cara, soja dos EUA atrai China por 'política' e logística, mas Brasil garante janela firme e prêmios altos
Soja dispara mais de 20 pontos em Chicago e renova máximas em nove semanas nesta 2ª feira
Importações de soja dos EUA pela China caem 21% em junho; embarques do Brasil sobem 14%
Soja/Cepea: Demanda por farelo impulsiona cotações no BR e nos EUA
Soja sobe forte, consolida patamar dos US$ 12/bu e testa maiores níveis em nove semanas em Chicago