Soja inverte o sinal e fecha 3ª feira no vermelho em Chicago realizando lucros e sentindo proximidade da nova safra do BR

Publicado em 06/01/2026 18:01
Politização do mercado ainda é intensa e também pesa. Momento ainda é oportuno para produtor avançar com alguns novos negócios, evitando tornar-se refém do mercado, em especial durante o período da colheita no Brasil.
Enio Fernandes - Consultor Terra Agronegócios
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Soja inverte o sinal e fecha 3ª feira no vermelho em Chicago realizando lucros e sentindo proximidade da nova safra do BR

 

Os preços da soja inverteram o sinal e fecharam o pregão desta terça-feira em queda na Bolsa de Chicago. As cotações da oleaginosa terminaram o dia com perdas de 5,25 a 6,50 pontos nos principais vencimentos, levando o março a US$ 10,56 e o maio a US$ 10,68 por bushel. 

O mercado realizou lucros depois dos últimos ganhos - tendo subido por cinco sessões -  e sentiu ainda as expectativas diante da nova safra brasileira, que está cada vez mais próxima. As expectativas e ajustes antes da chegada do novo relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no começo da próxima semana também deixaram o mercado mais na defensiva, bem como os últimos acontecimentos geopolíticos internacionais. Ainda há uma intensa e preocupante politização no caminhar das cotações na CBOT.

No Brasil, os negócios ainda são lentos, os preços têm certa estabilidade, mas ainda há um ambiente oportuno para que o produtor garanta alguns negócios e evite ficar refém do mercado durante, principalmente, o período da colheita no país, como explica Enio Fernandes, consultor de agronegócios da Terra Agronegócios. Acompanhe a análise completa no vídeo acima. 

Por: Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes
Fonte: Notícias Agrícolas

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