Plantio do milho chega perto do final na Argentina, mas falta de umidade ainda afeta as lavouras, diz Ministério da Agricultura

Publicado em 03/02/2022 13:57 e atualizado em 03/02/2022 17:21

O Ministério de Agricultura, Pecuária e Pesca da Argentina divulgou seu informe semanal de estimativas agrícolas atualizando seus dados para a safra de milho 2021/22. Segundo a publicação, os trabalhos de plantio da nova safra seguem avançando pelo país e atingiram os 97% do total.

Este índice avança 3 pontos percentuais com relação à semana anterior e fica 2 pontos à trás do que era registrado neste período para a safra anterior 2020/21.

As regiões que ainda não encerraram as atividades são Chaco Pcia. R. S. Peã (49%), Chaco Charata (50%), Avellaneda (64%), Formosa (55%), Salta (76%) Stgo. Estero Quimilli (95%) e Stgo. Estero (96%).

A área total para ser implantada segue projetada em 10,1 milhões de hectares, patamar 4,1% maior do que o registrado na temporada passada 2020/21 que teve 9,7 milhões de hectares e produziu 60,5 milhões de toneladas.

Na delegação de Casilda, após uma semana sem chuvas, confirmam-se as más projeções de rendimento dos lotes de primeira safra. “Os melhores plantios são aqueles para o plantio em setembro em solos influenciados por lençóis freáticos próximos. O resto da superfície geralmente mostra picos incompletos com grãos de pequeno tamanho e peso”, pontua a publicação.

Durante a semana houve apenas pequenas precipitações que não foram importantes nem generalizadas em toda a delegação de Quimilí. De alguma forma, houve avanços nos plantios pendentes, mas ainda há um longo caminho a percorrer. “A umidade do solo é crítica e as culturas plantadas estão enfrentando a falta de chuva. As temperaturas foram ligeiramente inferiores às semanas anteriores, com máximas entre 35 a 40°C e mínimas entre 20 a 26°C. A umidade do solo não era a ideal, mas os limites das datas de plantio já haviam sido atingidos”, diz o Ministério.

Fonte: Notícias Agrícolas

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