Cigarrinha do milho pode se deslocar até 20 km e demanda ações conjuntas da região

Publicado em 26/07/2021 10:21 e atualizado em 26/07/2021 11:44
Entemologista da Fundação MT destaca que não é possível manter uma lavoura saúdavel se o vizinho também não fizer a sua parte
Lucia Vivan - Entomologista da Fundação MT

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Cigarrinha do milho pode se deslocar até 20km e demanda ações conjuntas da região

 

A pressão das cigarrinhas do milho cresceu muito nos últimos anos, especialmente no Mato Grosso, estado que não apresentava ação significativa da praga em anos anteriores, mas passou a ter grandes perdas na última safra.

Segundo a entomologista da Fundação MT, Lúcia Vivan, é importante que o produtor siga uma série de etapas visando prevenir e combater o avanço das cigarrinhas na região, trabalho esse que começa desde a colheita da safra anterior para evitar a permanência de plantas tiguera.

Além disso, escolha de híbridos mais resistentes, menor janela de plantio, monitoramento frequente das lavouras e aplicações de defensivos corretamente são os aliados dos produtores nessa luta.

Porém, mesmo fazendo todas as etapas de cuidado corretamente, é preciso um esforço conjunto da região. Vivan destaca que estudos científicos mostram que a cigarrinha percorre cerca de 20 km, o que aumenta a necessidade de ações integradas em várias propriedades.

Confira a íntegra da entrevista com a entomologista da Fundação MT no vídeo.
 

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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