Brasil registra 461 novas mortes por Covid-19 e total vai a 153.675 (com 4.635.315 pessoas recuperadas)

Publicado em 18/10/2020 09:44

(Reuters) - O Brasil registrou neste sábado 461 novos óbitos em decorrência da Covid-19, o que eleva o total de mortes pela doença no país a 153.675, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

Também foram notificados 24.062 novos casos da doença provocada pelo coronavírus, com o total de infecções confirmadas no país atingindo 5.224.362.

O Brasil é o segundo país com maior número de mortes por coronavírus no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, e o terceiro em casos, abaixo dos EUA e da Índia.

Estado mais afetado pela Covid-19, São Paulo chegou às marcas de 1.062.634 casos e 37.992 mortes.

De acordo com os dados do Ministério da Saúde, o segundo Estado com maior número de óbitos causados pela Covid-19 é o Rio de Janeiro, que registrou até este momento 19.715 mortes, com 289.569 casos.

Na contagem de infecções confirmadas, porém, o Rio fica abaixo da Bahia e de Minas Gerais --o Estado nordestino soma 334.697 casos e 7.288 mortes, enquanto Minas registrou 333.998 infecções e 8.405 óbitos.

Além desses, Ceará, Pará, Goiás, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal já notificaram mais de 200 mil casos de Covid-19.

França tem recorde diário de novos casos de Covid-19

PARIS (Reuters) - O Ministério da Saúde francês informou número recorde de novos casos confirmados de Covid-19 neste sábado, de 32.427, após relatar 25.086 na sexta-feira.

O total de infecções desde o início do ano agora é de 867.197, enquanto o número total de mortes é de 33.392, aumento de 90 desde sexta-feira.

Manifestantes 'antilockdown' protestam enquanto Londres entra em 2º mais alto nível de alerta contra Covid-19

LONDRES (Reuters) - Manifestantes contrários a medidas de lockdown se reuniram no centro de Londres neste sábado, horas depois que a capital britânica passou para o segundo mais alto nível de alerta contra a Covid-19.

À medida que uma segunda onda de infecções ganha velocidade, o governo do primeiro-ministro Boris Johnson intensificou as restrições locais em partes da Inglaterra onde os casos estão aumentando --na esperança de proteger a economia e permitir que as regiões menos afetadas permaneçam abertas.

A partir da meia-noite, Londres foi movida para o "nível 2" ou "alto risco". Isso proíbe pessoas de encontrar alguém fora de sua casa ou "bolhas de apoio" --incluindo amigos ou parentes que ajudam a cuidar de crianças-- em qualquer ambiente interno.

As regras também proíbem mais de seis pessoas de se encontrar ao ar livre, embora a polícia tenha optado por não aplicá-las enquanto vários milhares de ativistas antilockdown marchavam pela Oxford Street, uma das ruas comerciais mais movimentadas do mundo em tempos normais.

Os manifestantes consideram as restrições contra a Covid-19 desnecessárias e uma violação de seus direitos humanos. Alguns se opõem ao uso de máscaras e à vacinação.

Alguns carregavam cartazes dizendo: "MEU CORPO, MINHA ESCOLHA, NÃO ÀS MÁSCARAS OBRIGATÓRIAS".

"Há muitas coisas que podem matá-lo, você sabe, pode acontecer qualquer dia", disse o manifestante Aragorn Kyley, 17 anos. "É sobre viver, não apenas sobreviver. Queremos ser capazes de desfrutar de nossas vidas, não apenas ficar presos em casa."

Neste sábado, 57% da população do Reino Unido viviam sob restrições mais rígidas contra a Covid-19.

O Brasil possui 4.635.315 pessoas recuperadas da doença e 435.372 pacientes em acompanhamento, ainda segundo o ministério.

Fonte: Reuters

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