Fala Produtor
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 05/01/2015 23:00
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Telmo Heinen Formosa - GO 05/01/2015 23:00
Este novo Ministro do MDA, "Poltrus" Ananias de Sousa, deveria iniciar sua administração colocando em prática o que é função da sua Pasta. Imitir na Posse e dar a Escritura Pública de Compra e Venda, devidamente REGISTRADA em Cartório a TODOS os assentados da Reforma Agrária do Brasil. Isto sim seria um gesto de grandeza com repercussão econômica muito grande. Deveria também dizer em alto e bom som de que é PERMITIDO sim vender os lotes recebidos, com uma (1) condição. Ninguém receberá lote uma segunda vez e nenhum comprador poderá adquirir mais (+) de um (1) lote, para evitar o reagrupamento, e não, de saída questionar o direito de propriedade. (Poltrus era o sobrenome do imigrante libanês, seu avô e que o cartorario copiou PATRUS... natural de Bocaiuva, MG em 26 JAN 1952).... Afinal de contas o objetivo da Reforma Agrária é fazer a terra produzir ou formar "favelas rurais"? Se for para produzir, tem que deixar vender e comprar. Se for para fazer favelas rurais é melhor faze-las nas cidade onde já tem infra-estrura e equipamentos sociais normalmente.
Comentário referente a notícia: [b]No Valor: Patrus rebate Kátia Abreu e defende "derrubar cerca de latifúndios"[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=150532
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ANTONIO MAURICIO RESQUETI Pitangueiras - PR 05/01/2015 23:00
Sou consultor de algumas lavouras aqui no Norte do Paraná e realmente este U$ é simplesmente maravilhoso para o agricultor neste momento - visto que 100% do agricultores já haviam definido seus custos com insumos para esta safra em um U$ de menor valor correspondente.
Mas mesmo assim eu particularmente arriscaria aguardar uma possível reação de Chicago.
E o agricultor deve-se preparar para os custos futuros ..... as empresas fornecedoras e fabricantes vão querer a fatia do bolo também.
att
Antonio Mauricio Resqueti
Pitangueiras - Pr
Comentário referente a notícia: [b]Soja inicia 2015 com bons patamares de preços no Brasil impulsionados pela alta do dólar[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=150515
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victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 05/01/2015 23:00
Sr. Paulo, acho que estou muito inocente mesmo, porque se fosse de fora o maestro, a orquestra não desafinaria tanto... Acho que a coisa tá mais feia do que pensava...
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 05/01/2015 23:00
Pessoalmente penso que chega a ser escandaloso o silêncio da FPA, da CNA, SRB, dos lideres da chamada bancada ruralista, das organizações e entidades representativas da agricultura e pecuária, sobre as declarações da ministra kKátia Abreu... Ariovaldo Umbelino de Oliveira não criticou, mas contestou a fala da ministra, apresentou dados. No caso do MST sim, criticas sem fundamentação, embora concorde com a idéia de que Kátia Abreu é um zero à esquerda, tanto em conhecimento como em capacidade para conduzir o ministério da agricultura.
Mas o fato importante não é esse, e sim que apesar do discurso da ministra ser completamente vazio de significado, não houve uma única manifestação a respeito do que significa afinal, “ser babá de 70% dos produtores rurais, ou que esses 70% passarão a ser produtores rurais sob a batuta de Dilma e Kátia? Darão as ordens e os trabalhadores rurais, tais como crianças, receberão a mamadeira, a chupeta, e as ordens sobre o que farão?
E no entanto, nenhuma manifestação sobre esse absurdo.
Se isso é coisa pouca e não merece atenção, o que dizer então da idéia de privatização da ministra?
Ela chama privatização, o modelo de concessão adotado pelo governo.
Ora, esse mesmo modelo já se mostrou ineficiente, e uma das razões é a de que ele trava os investimentos da iniciativa privada.
Na verdade o que a ministra defende é que o dinheiro público pague pelos investimentos, e os amigos do poder administrem as concessões e com garantia de retorno. Não funciona.
E está ai a ALL, ai estão os portos,... os investimentos ficam sempre aquém do necessário, do desejado. O governo quer fazer uma concessão administrativa, não privatização, que é a venda para a iniciativa privada.
Nenhuma liderança de peso é capaz de apontar as incongruências e inconsistências, do discurso de Kátia Abreu.
Não temos lideranças preparadas para isso, e se continuarmos calados, continuaremos a não ter.
Ocorre amigos, que enquanto estamos quietos, muitas lideranças aproveitam para ficar no entorno do poder, tirando proveito de qualquer coisa que se apresente, chancelando os atos e declarações das autoridades, não importando o quão nocivos possam ser, tampouco a inutilidade e a falta de resultados.
Para os produtores no entanto, o resultado sempre chega, contas astronômicas para pagar, acompanhadas de descaso e desrespeito.
Comentário referente a notícia: [b]FOLHA: Kátia Abreu assume ministério sob críticas de índios e sem-terra[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=150502
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amarildo josé sartóri vargem alta - ES 05/01/2015 23:00
É, mas na época que iniciou essa hipótese por parte da Nestlé, a informação é de que seriam apenas a importação de vinte e cinco mil sacas de cafés diferenciados que não produzíamos aqui no Brasil, o que é compreensível. No entanto, a Nestlé também afirmou que incentivaria o plantio dessas variedades em regiões brasileiras com a mesma aptidão. VAMOS VER!!!
Comentário referente a notícia: [b]Cooxupé é favorável à importação de café verde[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=150443
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Telmo Heinen Formosa - GO 05/01/2015 23:00
A senadora Kátia Regina de Abreu, psicóloga formada, viúva de fazendeiro (morto em acidente de avião quando a Min. tinha 25 anos de idade e tres filhos), não sabe ainda as principais características da sua "patroa" (Dilma) que foi TREINADA para ser uma terrorista, sendo especializada em 1) MENTIR e acreditar na mentira utilizada como sendo a verdade, economizando espaço na memória - não precisa se lembrar do certo e do errado; 2) Responder o que nem foi perguntado (isso fcou nitido nos debates da Campanha Eleitoral); 3) Dizer uma coisa e fazer outra (exemplo, se diz contra o aborto mas sanciona legislação a favor); 4) Estimular a discórdia, a luta de classes (isto é, incentivar a deduragem); 5) Ter DUAS caras; 6) Outras....
Comentário referente a notícia: [b]Na FOLHA: Kátia dá entrevista exclusiva e promete "revolução" na agricultura[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=150429
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 05/01/2015 23:00
Sr. Victor Angelo P. Ferreira, tenho uma tese um pouco diferente do senhor, e, se me permite, vou colocá-la em questão:
Neste último governo Dilma foram “construídos” muitos PRONATEC’s, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), ou seja, houve uma irrigação de Reais apreciável nesta área. Quem fiscalizou?
Na Confederação Nacional do Comércio (CNC), a mídia tem colocado noticias esdrúxulas do presidente que está lá há mais de 30 anos e, segundo consta, praticando uma gestão “perigosa”.
Na CNA, verbas são geridas para desenvolver o SENAR. Quem fiscaliza?
Ouso dizer que o sistema “5 S” vai proporcionar alguma coisa, assim tipo: “ESSEZÃO”!!! O nome no superlativo acho que já dá a pista, não é???
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 05/01/2015 23:00
Sr. Antonio José Magalhães de Mello, lendo a sua mensagem... Eu e minhas leituras...; não na condição de entendido, mas de um especialista em pitacos, penso que a solução passa pela lei do “livre” mercado: Ou seja - Oferta e Procura...
Vamos analisarmos juntos. A agricultura brasileira está em franca expansão em áreas de solos ácidos, sendo necessário o uso de corretivos, calcário e gesso. O calcário é obtidas em jazidas naturais, sendo descobertas e exploradas cada vez mais perto das áreas de expansão; o gesso é um subproduto do tratamento de rochas fosfatadas para obtenção dos adubos fosfatados solúveis em água. Este produto era um problema para as indústrias tempos atrás, pois não havia pesquisas para o seu uso, era um rejeito industrial. As empresas desenvolveram (junto com Eurípedes Malavolta) técnicas para seu uso agrícola. Ah! Outro “papa” em gesso no Brasil chama-se Godofredo Cesar Vitti – Professor da ESALQ-USP.
O raciocínio é simples, cada vez mais produtores agregam a tecnologia, aplicação de gesso, sendo que o aumento de adubos fosfatados não segue no mesmo ritmo, aí a lei da OFERTA & PROCURA é que dita as regras.
Acho que é isto.
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Telmo Heinen Formosa - GO 05/01/2015 23:00
Será que fomos vítimas da "Doença Holandesa"? (Ganhamos muito dinheiro exportando matérias primas, o que valorizou demais o Real, prejudicando completamente a exportação de bens manufaturados)... Acho que o Prof. Mantega não entende nada disso... Veja explicação na Wikipedia:
Em economia, doença holandesa (do inglês Dutch disease) refere-se à relação entre a exportação de recursos naturais e o declínio do setor manufatureiro. A abundância de recursos naturais gera vantagens comparativas para o país que os possui, levando-o a se especializar na produção desses bens e a não se industrializar ou mesmo a se desindustrializar - o que, a longo prazo, inibe o processo de desenvolvimento econômico.
A expressão "doença holandesa" foi inspirada em eventos dos anos 1960, quando uma escalada dos preços do gás teve como consequência um aumento substancial das receitas de exportação dos Países Baixos e a valorização do florim (moeda holandesa da época). A valorização cambial acabou por derrubar as exportações dos demais produtos nederlandeses, cujos preços se tornaram menos competitivos internacionalmente, na década seguinte.
Assim, um aumento de receita decorrente da exportação de matérias primas pode prejudicar as exportações de bens manufaturados de um país, levando eventualmente ao declínio da indústria, dado que a valorização cambial pode tornar o setor manufatureiro menos competitivo externamente.
É difícil, porém, dizer exatamente quando é a doença holandesa é de fato a causa do declínio do setor manufatureiro, pois há outros fatores a considerar, além da taxa de câmbio - embora esta possa ter um impacto importante sobre a competitividade-preço. Além das variações da taxa de câmbio, outros fatores, como o custo da mão de obra e o custo do capital, devem ser considerados.
Embora seja mais comumente usado em referência à descoberta de recursos naturais, como petróleo e gás natural, a doença holandesa pode também se referir a "qualquer desenvolvimento que resulte em um grande fluxo de entrada de moeda estrangeira, incluindo aumentos repentinos de preços dos recursos naturais, produtos primarios, ajuda externa ou volumosos investimentos estrangeiros".
Comentário referente a notícia: [b]Brasil fecha 2014 com 1º déficit comercial desde 2000 e pior resultado desde 1998[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=150467
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 05/01/2015 23:00
Sr. Paulo Rensi, ninguém definiu melhor que o Sr. a situação. Não é possível ser mais claro. E certamente, com propriedade, com categoria, definiu o que significa exatamente o que é... “Falar que é amiga de presidente pega mal. Não sou amiga da presidente. Sou fã da presidente. Ela é um ser humano bom. Ela tem espírito público. Ela vai para a luta. Ela não quer saber. Ela vai, nestes quatro anos, escrever uma bela biografia. E eu quero colaborar para escrever uma biografia maravilhosa para ela na minha área”. Ou seja, isso demonstra a condição de duas senhoras carentes de afagos... Quero apenas acrescentar algumas palavras a esse comentário: A nova ministra não tem noção do que espera Dilma nesse segundo mandato, o que dá uma conotação, conforme já apontado aqui por outros comentaristas, de servilismo. A nova ministra é completamente despreparada para o cargo e realmente merece fazer parte do conjunto de ministros medíocres nomeados por Dilma.
Comentário referente a notícia: [b]Na FOLHA: Kátia dá entrevista exclusiva e promete "revolução" na agricultura[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=150429
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antonio jose magalhaes de mello cafelandia - SP 05/01/2015 23:00
Gostaria de saber se no Brasil a lei é para todos..., pergunto isso depois de fazer uma cotaçao de gesso agricola quando tive quase um infarte ao ver o preço ultima compra que fiz (há tres meses) que foi de R$ 42,00, pular agora para R$ 128,00 a tonelada -- um aumento quase 250 por cento... os vendedores justificaram dizendo que foi a Vale que elevou os preços... gostaria de saber se isso é correto, se é legal esse aumento uma vez que nossos produtos nao sobem há muito tempo.... como pode um produto subir de uma só vez um valor desses???, como irao repassar esse custo agora??? quero ver se o governo vai autorizar isso??? aguardo uma respostas dos entendidos.
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Angelo Miquelão Filho Apucarana - PR 05/01/2015 23:00
O artigo é interessante e dá margem a muitas considerações... Com certeza, a tecnologia proporcionou ganhos em produtividade, praticidade e operacionalidade em todas as áreas, desde a rural até a industrial...
Deixar a tecnologia morrer por falta de recursos é impensável a esta altura, pois as bocas aumentam, a terra não!
Falando especialmente da tecnologia dos transgênicos, é importante considerar que ela trouxe não apenas facilidades, mas também alguns importantes problemas como ervas resistentes ao glifosato, e hoje estamos praticamente voltando a usar tecnologias e produtos antigos para conseguir minimizar os problemas... O custo vem subindo e isso interessa a poucos, aja vista que o produtor não repassa custos, mas reduz sua margem de lucro a cada nova praga ou alta nos custos!
Sabe-se que uma das principais detentoras da tecnologia de sementes transgênicas e herbicidas, tem na gaveta o embrião do soja hibrido e querem implanta-lo no Brasil. Não será se será uma saída ou uma entrada pelos tubos para a agricultura brasileira! O perigo de ficarmos reféns de uma ou duas empresas é realidade, que já foi destacada ha muito tempo quando a soja transgênica ainda era produto de contrabando por aqui. Ocorre que de lá para cá, houve adesão em massa e, com isso, perdemos a tecnologia da soja convencional, assim como o de produtos para controle do mato em meio a lavoura! Esse foi o maior erro que o agricultor cometeu..., viu apenas o imediato e hoje corre o risco de morrer nas mãos das empresas que querem acima de tudo lucrar muito.... Tecnologia de graça não existe, não tem quem dê, mas é imprescindível que se tenha bom senso e não se queira matar a vaca para tirar o leite. Os preços abusivos, as formas de cobrança e a falta de opções podem nos levar a quebradeira e com isso a concentralização da produção em mãos de poucos grandes, levando a cidades a incharem novamente (como das crises do café).... Americanos e outros países produtores, matem a tecnologia convencional e sabem que cedo ou tarde ela pode vir a ser a tabua de salvação. No Brasil queimamos a tabua e nos agarramos a uma bóia que pode estourar e levar muitos ao fundo do poço! Não queremos nada de graça, mas também não precisamos de mais cobranças, pois já estamos no limite, e crescer é direito de todos..., não podemos ficar nas mãos de empresas ou pessoas que só visam o imediato, mesmo que isso se justifique com a preocupação de produção de alimentos. Não adianta ter e não poder comprar ou não ter o que comprar! As pragas, ervas daninhas e os desafios estão à porta, saber quem entra, quem fica e quem sai é uma equação das mais difíceis de se resolver, mas tem-se que decidir, pois se não o fizermos, os outros farão por nós! O oligopólio é uma realidade previsível, é uma das piores pragas da agricultura brasileira, que pode dizima-la em pouquíssimo tempo...
Comentário referente a notícia: [b]Que tecnologia queremos? Por Almir Dalpasqualle[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=150312
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victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 05/01/2015 23:00
A prova que a "batuta' que rege esta "orquestra" brasileira é de "maestro" de fora está aí... Critico sempre, com uma desconfiança de estar errado, mas vejo que não... Uma afirmação destas na posse não deixa dúvidas de que estamos estupidamente sendo geridos de fora... Isto aqui é a “esquina” do mundo, basta ver no mapa...
Comentário referente a notícia: [b]A nova ministra Kátia Abreu já demonstrou apoio às parcerias em beneficio dos produtores…AFRICANOS, por Valdir Fries[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=150450
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Eduardo Basílio Uberlândia - MG 05/01/2015 23:00
Minha gente, por aqui as coisas são custosas de mudar. Principalmente a natureza das "otoridades". Entra um, sai outro, e o que eles querem mesmo é muito holofote e atenção da mídia para se auto-promoverem. Resultado mesmo, quase nenhum, ou mesmo nenhum, no final das contas. Ai, é aquela costumeira enxurradas de desculpas esfarrapadas, para tentar justificar a falta de compromisso com as coisas públicas e a incompetência. E as coisas não mudam. Os problemas desse setor(e de outros também) vão se perpetuando, geração após geração. Há muito já não espero muita coisa das "otoridades". Creio que, na minha idade, tenho que ver ações de fato em favor do setor agropecuário, partindo desses senhores(as). Gostaria que trabalhassem primeiro, efetivamente e, então, viessem mostrar com o que contribuíram. E também, e não menos importante, que prestassem contas ao final de seus mandatos. Todos prestamos contas de nossos trabalhos. Por que no caso "deles" tem que ser diferente ?? Ministro tem que ter COMPROMISSO sério com sua pasta e com o setor que ela representa.
Comentário referente a notícia: [b]A nova ministra Kátia Abreu já demonstrou apoio às parcerias em beneficio dos produtores…AFRICANOS, por Valdir Fries[/b]
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Vou repetir: O PT não quer, nunca quis e nunca irá querer reforma agrária. O que o PT quer é isto..."Não basta derrubar a cerca do latifúndio, é preciso derrubar as cercas que nos limitam a uma visão individualista e excludente do processo social". Repito: "Derrubar as cercas que nos limitam a uma visão individualista e excludente do processo social", ou seja, a ideologia do projeto de poder acima de tudo e de todos. As cercas são os pensamentos conservadores ou liberais e os individualistas excludentes, as pessoas de direita, conservadores ou liberais. Ou qualquer um que não concorde com eles. Ou de forma bem simples, essas pessoas querem poder, não reforma agrária.
Comentário referente a notícia: [b]No Valor: Patrus rebate Kátia Abreu e defende "derrubar cerca de latifúndios"[/b]
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