Fala Produtor
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luiz carlos marialva - PR 10/09/2012 00:00
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Almir José Rebelo de Oliveira Tupanciretã - RS 10/09/2012 00:00
Assim que terminou o primeiro turno da eleição presidencial dissemos, no Mercado & Cia., que o apoio da Marina Silva no segundo turno seria para a Dilma e o preço desse apoio seria um Código Florestal ambientalista, ou mais especificamente, com uma posição contrária aa consolidação das áreas utilizadas para a agricultura.
Atualmente NÃO é nenhuma surpresa a posição da Presidenta que, não temos nenhuma dúvida, segue ouvindo a Marina Silva e Ongs via Izabella Teixeira, em compromissos assumidos na COP 16, COP 17, Rio+20, Olimpiadas de Londres......
Também dissemos reiteradas vezes que a votação do Código Florestal a favor do Brasil somente se realizará mediante grande mobilização dos produtores rurais, algo difícil de acontecer, pois não temos entidades organizadas para capitanear gesto tão grande a favor do Brasil neste momento.
Reconhecemos as atitudes dos Deputados Caiado, Colatto, Lupion, Heinze, Stephanes, e outros no acordo para que a doação de lavouras para as ONGs em forma de 5 a 100 metros seja o menos pior para o Brasil, uma vez que esse golpe era de 30 a 500 metros.
Esse golpe só existe no Brasil e Paraguai. A lei dizia que as margens ciliares teriam que ser de 30 a 500 metros, mas não era cumprida. Desta forma, com o afastamento de 5 a 100 sendo cumprido isso e' uma festa para as ONGs e um duro golpe nas economias dos pequenos, médios, grandes e na estabilidade econômica e política do Brasil.
Se a presidenta voltar a vetar o que foi acordado na comissao mista do Congresso será que teríamos entidades e união de produtores para derrubar o veto como fizemos no Rio Grande do Sul quando aprovamos a lei dos transgênicos e o Olivio vetou e nós derrubamos o veto?
Somente o Canal Rural terá essa capacidade hoje... Vamos em frente João Batista?
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Jose Caetano Ricci de Araujo Feira de Santana - BA 10/09/2012 00:00
Ao Ministro Mendes Ribeiro Filho - MAPA; Senador Acir Gurgacz - Comissão de Agricultura; Deputado Raimundo Gomes de Matos - Comissão de Agricultura; Presidente Paulo Sérgio Rebouças Ferraro - BNB; Presidente Aldemir Bendine - Banco do Brasil e Secretário Eduardo Salles - SEAGRI.
(Transcrição dos ofícios n°20, 21, 22, 23, 24 e 25/12 de 31 de agosto de 2012.)
A SECA EM IPIRÁ
Prezados Senhores
Ipirá, apesar da relativa proximidade de Salvador (214 km), por sua estação seca acentuada e cobertura vegetal de Caatinga identifica-se em grande parte com o Sertão nordestino. Nossa vocação eminentemente rural e a tradicional pecuária são evidentes na forte presença da arte com o couro nos povoados e distritos do município. Solos férteis e clima de salubridade reconhecida conferem destaque especial à nossa ovinocultura e bovinocultura de leite.
Vivemos em Ipirá uma situação calamitosa provocada pela forte seca que desde 2009 castiga todo o semiárido baiano. Considerada como a pior dos últimos cinqüenta anos, esta violenta seca comprometeu toda nossa produção. A estimativa de perdas é alarmante. A agricultura de subsistência desapareceu e a pecuária, sofrendo o acúmulo de três anos sucessivos com precipitação abaixo da média, encontra-se numa situação limite. Os rebanhos que não pereceram de fome ou sede foram vendidos por 1/3 do valor normal. As pastagens foram consumidas até a exaustão e as reservas de palma se esgotaram, assim como as reservas de capital na aquisição de medicamentos, ração e água.
É notória a baixa remuneração da atividade agropastoril das regiões semiáridas devido à forte estacionalidade da produção forrageira. Apesar desta limitação comparativa o “mercado” indistintamente nos cobra produtividade impondo necessidades sempre maiores em investimentos. A própria ”sustentabilidade”, entendida como a manutenção no longo prazo da atividade produtiva, obriga-nos a investimentos. Esta necessidade provocou nosso endividamento junto às instituições financeiras e transformou-se na razão de enormes incertezas com relação ao futuro.
O Sindicato dos Produtores Rurais de Ipirá, com o apoio da FAEB/CNA/SENAR, tem procurado fazer sua parte. A seca ainda não era “notícia” e trabalhamos no sentido de tornar pública a situação. Enviamos carta à SEAGRI, ofícios à CERB, Banco do Brasil e BNB. Encomendamos prognóstico climático divulgado em rádio local, intermediamos entrevistas com representantes da CERB, BNB e CONAB e promovemos encontros entre produtores, BNB, Banco do Brasil, SICOB, ADAB e FAEB. Se estas iniciativas inicialmente serviram para “despertar” às instituições, agravaram também incertezas, à medida que percebemos nossa impotência face às “forças econômicas” e a inconsistência das recentes “medidas emergenciais contra a seca”.
Muitos companheiros já chegaram às raias do desespero. Os prejuízos destes anos ruins, somados ao endividamento e à falta de crédito parecem conduzir-nos à perda de nossa condição de produtores rurais. Como reverter este quadro e buscar a reestruturação financeira se não temos condição nem mesmo de honrar nossas dividas? Como recomeçar do zero, recompor rebanhos e recuperar pastagens, evitando a degradação do solo, “primeiro passo para a desertificação no semiárido”? Como retomar o crescimento em bases sustentáveis e enfrentar a realidade ainda mais difícil das “projeções climáticas” para este século?
A resposta para estas questões são os pleitos:
a) crédito verdadeiramente emergencial, sem as formalidades intransponíveis do PROGRAMA EMERGENCIAL–FNE 2012;
b) apoio na forma de prorrogação/renegociação das dívidas rurais e rebate significativo;
c) anistia para financiamentos contraídos no período da seca;
d) e concessão de crédito novo para investimentos de reestruturação.
Afinal, os prejuízos e perdas desta seca NÃO decorrem de incompetência, imprevidência, negligência ou mal uso de financiamentos contratados. É preciso considerar o caráter excepcional desta seca, um evento climático extremo que pegou o próprio Estado “de calças curtas” (Eng°Manoel Bonfim Ribeiro). É preciso lembrar o instituto da co-responsabilidade entre devedores e bancos oficiais. É preciso lembrar a completa desarticulação dos serviços de assistência técnica na Bahia, além do fato de não ter havido nenhum alerta para a “possibilidade” de seca no sertão baiano (Vide Boletins CPTEC/INPE). E para concluir, lembrar históricas desigualdades regionais citando o “Cientista da Seca” - Eng° Manoel Dantas Vilar Filho:
– Os moradores do semi-árido são credores do Brasil.
Confiando na adoção de providências efetivas para o atendimento dos nossos pleitos, encerramos,
Atenciosamente,
José Caetano Ricci de Araujo
Presidente
Sindicato dos Produtores Rurais de Ipirá
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Joao Antonio Ferreira da Motta Candido Mota - SP 10/09/2012 00:00
O que quer a Presidente Dilma, impor a ditadura do PT???! É vergonhoso o que estamos presenciando, o Executivo quer acabar com o direito do Congresso, legitimo representante do povo brasileiro. Vamos acabar de uma vez por todas com esta palhaçada... Aprovar o novo código é consolidar o desenvolvimento do país, das áreas de produção e também preservar a maior reserva florestal do planeta. O mundo precisa de alimento. Chega de medir forças entre poderes. Presidente Dilma, ditadura de novo não!!!.
Comentário referente a notícia: [b]DA REDAÇÃO: Votação da MP 571 na Câmara deve acontecer no dia 18 de setembro[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=110612
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Diogo Mendes vicentini Votuporanga - SP 10/09/2012 00:00
Sr. Antonio Dan, a única solução para o leite é o preço ser indexado ao preco do mercado consumidor. Vc tem razão, o laticínio não tem prejuízo uma vez que repassa para o produtor. Se faz boa venda fica com o lucro e se comercializa mal, repassa. A cana e a borracha tem indexador, o leite também precisa do seu. Nao espere movimento das " lideranças", que são raras. O cancro que corrói a área rural é a reeleição para os sindicatos, federação e confederação e ainda nas cooperativas, que nunca mudam...
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victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 10/09/2012 00:00
Quer dizer, que se não alertar ao Presidente do Congresso a medida não é votada a tempo...
Então, o filho dele também se achar que não está de acordo com o Código Florestal, pode pedir ao pai pra deixar caducar... (" Onde fui amarrar minha égua...")
Comentário referente a notícia: [b]Marco Maia deve pedir a Sarney ajuste no calendário para votar MP do Código Florestal[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=110636
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victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 10/09/2012 00:00
Sugiro às Cooperativas contratarem o IBOPE para fazer uma simples pesquisa sobre a produção de café de boa bebida no sul de Minas...Tirar a dúvida... Como nas pesquisas eleitorais... Erro de poucos por centos a mais ou a menos não vai mudar o cenário...
Comentário referente a notícia: [b]DA REDAÇÃO: Produção de café deve chegar a 50 milhões de sacas[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=110608
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victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 10/09/2012 00:00
Eu estava com quatro produtores com amostras de café.. .Nenhum tinha dado bebida no seu café... Por amostragem, na região 0% bebeu... Como nas prévias eleitorais... Erro de 2% pra mais e 2% pra menos...
Comentário referente a notícia: [b]DA REDAÇÃO: Produção de café deve chegar a 50 milhões de sacas[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=110608
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Celso de Almeida Gaudencio Londrina - PR 09/09/2012 00:00
A Presidente nada faz sem consultar a Marina, compromisso assumido no segundo turno. Daí da necessidade do Legislativo solicitar por escrito, que não haverá Veto ou nova Medida Provisória, como soe acontecer.
Comentário referente a notícia: [b]Entenda as consequências da queda da MP do Código Florestal[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=110577
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Antonio Dan Cáceres - MT 09/09/2012 00:00
Não se pode falar em baixa de preço do leite em setembro!!??. Não tem como, afinal já chegamos no fundo do poço... Agora queria só saber por que o CEPEA não pesquisa no Estado de Mato Grosso???. Eles precisam saber que aqui recebi R$ 0,59 pelo litro de leite resfriado. O que vejo é que os laticinios, se não tem lucro, também não tem prejuizo, porque este fica todo para o produtor. Pagam o que querem e a gente (o produtor) não tem pra quem reclamar.
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Celso de Almeida Gaudencio Londrina - PR 09/09/2012 00:00
Código Florestal: Esqueceram de consultar a Marina no acordo feito na comissão especial do Congresso...
Comentário referente a notícia: [b]Entenda as consequências da queda da MP do Código Florestal[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=110577
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antonio jose magalhaes de mello cafelandia - SP 08/09/2012 00:00
Desde segunda-feira achei uma saída para a laranja que esta sobrando, principalmente com as precoce..., apenas cobrei a colheita para todos interessados em vender laranja... entrei em contato com um super- mercado e ele vai fazer uma promoção e ainda vai pagar apenas as despesas de colheita R$ 2,5 e vai vender a 1 centavo o kg!!!... pelo menos limpo meus pés de laranjas, dou servicos a colhedores parados e vou incentivar o consumo de laranja..., se funcionar gostaria que me ajudassem a divulgar... vou doar toda fruta precoce que tenho (em torno de vinte mil caixas), quem se interessar em pegar é só entrar em contato com a redação do Notícias Agrícolas.
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jose benedito tomas juranda - PR 08/09/2012 00:00
Segundo a previsão do tempo, havia previsao de chuva aqui para região de Juranda, no centro oeste do PF,15 de out, mas agora a previsão esta marcando um pouco de chuva a partir do dia 27 de out... Sera que dai para frente vao normalisar as chuva aqui para juranda pr????.
Comentário referente a notícia: [b]METEOROLOGIA: Confira a previsão do tempo para todo o Brasil, com análise de Fabiana Weykamp da ClimaTempo[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=110432
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victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 08/09/2012 00:00
No mercado de café o grande problema do especulador é querer ganhar demais... Acontece que todo mundo está de braços dados com a tecnologia e fica de olho vivo... Acabou aquele tempo de geadas inesperadas, porque todo mundo fica sabendo com uma semana de antecedência... Agora o problema é café "de bebida", que está mais que lógico que vai faltar.. .Quem comprar o que achar agora, vai ganhar!
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Liones Severo Porto Alegre - RS 07/09/2012 00:00
As expectativas de uma significativa elevação dos preços da soja estava fortemente alavancado no desempenho do preço do farelo de soja, o protagonista do avanço dos preços nesse tempo..., a elevação se daria por cobertura europeia para as demandas de final de ano e de inverno... Mas os preços do farelo não venceram as resistencias fortes acima dos US$ 550 por tonelada e teve súbito retrocesso, assim como os preços do oleo de soja (pelo anúncio de grandes estoques de óleo de palma da Malásia). Consequentemente há uma certa pressão nos preços do farelo nos Estados Unidos.
Comentário referente a notícia: [b]Soja – mercado perde a força altista, por Liones Severo[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=110632
Caro Dalzir, vc. tem razão em comentar isto, esses caras só querem mamar na teta e são uns cordeiros do governo.... esses que dizem defender os produtores só querem o deles e mais nada.
Comentário referente a notícia: [b]Governo Dilma ameaça a Agricultura brasileira, por Ciro Siqueira[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=110633