Fala Produtor

  • Paulo Mano Juara - MT 31/03/2008 00:00

    João Batista, sempre aproveitando da sua identificação com o produtor rural (desculpe, vc é nosso único interlocutor) queria parabenizar a revista veja, pela brilhante e esclarecedora reportagem sobre a situação da Amazônia, até que enfim um verdadeiro retrato do que si passa aqui. Sem paixão, sem ideologias, sem opiniões de ONGs travestidas de interesses ocultos. obrigado, Paulo Mano, Juara

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  • Matheus Sartori Colorado - RS 28/03/2008 00:00

    Boa tarde. Meu nome é Matheus Sartori, trabalho na BSBIOS - Indústria e comércio de biodiesel sul Brasil S/A. Venho por meio deste solicitar na medida do possível que me enviem os custos de produção para os seguintes produtos: Soja, Canola, Girassol e Mamona.

    Desde já agradeço a compreensão. Muito obrigado e um bom dia de trabalho a todos!

    ATT

    MATHEUS SARTORI - DEP FOMENTO BSBIOS

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  • José Joaquim Francisco de Sousa Guaraí - TO 28/03/2008 00:00

    espero que os nossos ermanos tenham muito susseso em seu movimento,porque precisamos começar dar um basta nesses governos populistas da america do sul, que escravisa o produtor rural para manter politicas populistas e o trem da alegria de governos incompetentes. Caso o governo nao solucione o problema cronico do endividamento, nos agricultores que somos muitos desunidos,possamos contagiar com a atitude deles e fazer o mesmo.

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  • José Joaquim Francisco de Sousa Guaraí - TO 28/03/2008 00:00

    amigo joao batista sera que desta ves vao resolver o problema do endividamento rural? espero que sim.<br />

    no entanto a proposta que o governo passou para os agricultores no dia 25/03/08 os principais pontos nao foram incluidos;que sao; prasos bem mais alongados,carencia de pelo menos 2 anos juros de no maximo 4% ao ano desde o inicio do contrato e principalmente garantia de renda.Porque sem renda nao tem como pagar conta.

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 27/03/2008 00:00

    A cobra vai fumar ? De que lado a corda vai arrebentar ?

    Vejam trecho de reportagem do Clarin de Buenos Ayres, sobre o bloqueio geral:

    "manifestantes ratificaron que no los dejarán pasar y dijeron: Si mandan la Gendarmería, que también manden ambulancias."

    Outra pérola do ânimo exaltado do líder piqueteiro:

    "El líder piquetero Luis DElía se empeñó hoy en volver a mostrarse como líder de una ofensiva violenta hacia las protestas del campo. Para eso, no dudó en incurrir en los agravios ("Lo único que me mueve es el odio contra la puta oligarquía") y asegurar: "No tengo problemas en matarlos a todos", afirmó."

    O governo argentino está se esquecendo que os preços das commodities ficaram na BERLINDA por muito tempo e o produtor rural, não tendo outra alternativa, teve que suportar tudo calado e obrigado, teve que plantar mesmo sob as condições adversas, como vinha acontecendo aqui, mesmo sem perspectivas de lucros. Quando o preço melhora vem os assanhados de sempre querendo confiscar-lhes os lucros. Confiscar é pouco, a palavra certa é roubar-lhes os lucros.

    Estou torcendo para que os “ermanos” argentinos consigam incutir nas mentes dos governantes argentinos que seus lucros são sazonais e incertos, quando eles acontecem é para reparar os anos de prejuízos de anos anteriores que suportam muitas vezes calados.

    Eu e talvez milhares de produtores brasileiros estaremos torcendo para os governantes argentinos voltem atrás nessa intenção de achacar os produtores de alimentos do país irmão com sobretaxas e que eles vençam essa luta que servirá de exemplo para outros países.

    Waldir Sversutti

    www.imobiliariarural.net

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  • Giovani Giotti Luis Eduardo Magalhães - BA 27/03/2008 00:00

    Amigo João Batista estou escrevendo para alertar o povo da importância da certificação da propriedade, pois recentemente em um programa de tv cuja o tema foi desmatamento, o Governador Blairo Maggi participou por telefone, em um dado momento do programa, um telespectador escreveu uma mensagem questionando a autoridade do Governador do Mato Grosso sobre o tema sendo ele o maior devastador do Brasil, sua resposta foi curta e objetiva. " Os financiamentos do grupo Maggi são em sua maioria internacionais, e para termos acesso a este crédito, é precisso demostrar-mos que respeitamos o meio ambiente e aos trabalhadores, para isso nossas propriedades possuem um certificado comprovando estas boas praticas, o ISO.... , e ainda desafiou a qualquer um a encontrar alguma irregularidade, sobre pena dele próprio abandonar o Brasil caso algo for encontrado". (Record News).<br />

    E é baseando-se no Governador Maggi que acredito ser este o caminho, pois devemos seguir os bons exemplos de quem faz história.<br />

    Gosto muito das analises feitas pelo senhor Telmo Heinen da ABRASGRÃOS e acredito que pelo conhecimento que tem sobre as questões do campo, seria um bom representade de nossa classe no Congresso Nacional, porém, afirmar que o mercado é o senhor de todas as soluções não é uma verdade confiavel, basta ver o exemplo do embargo da união européia sobre a nossa carne bovina, ficou bem claro que a lei do mercado não é premiar os bons em detrimento dos maus produtores, mas, premiar os ricos em detrimento dos mais pobres.<br />

    É faço um desafio, se aqueles produtores de Sinop e região tivesem algum tipo de certificado de boas práticas não esariam hoje sobre mira de armamento pessado.<br />

    E agradeço pelo espaço, e gostaria de ouvir a opinião de outras pessoas pois é utilizando este espaço democrático que iremos somar forças para infrentarmos as dificuldades de nosso setor, lembrem-se o tempo do fale conosco é muito curto para nós ficarmos chorando o leite deramado depois.<br />

    Sem mais, Giovani Giotti<br />

    <br />

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  • Luciano Mokfa porto nacional - TO 27/03/2008 00:00

    parabens amigo joao batista pelo programa, vc e a cara da agricultura brasileira. fique com a força do campo, um forte abraço e deus te ilumine.

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  • Helder Devos Ferreira Sacramento - MG 27/03/2008 00:00

    Caro amigo João Batista, que bela aquisição que a tv terra viva fez em contratar voce, da só um tempo para que para agricultores descubram onde você está, depois você me conta sua audiencia, sucesso.

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  • Elke Monika Zuber Leh Guarapuava - PR 26/03/2008 00:00

    Queria parabenizá-los pelas atualizações feitas no site,adorei a participação do Antonio Domiciano, só descobri ontem o seu boletim e achei ótimo, claro e objetivo, a analise gráfica era uma referencia que eu estava procurando há muito tempo e ele ainda da ela bem “mastigadinha” ,dez para vocês!

    Continuem assim é muito bom saber que existem pessoas como vocês que se preocupam em dar cada vez mais informação ao produtor rural!

    Parabéns

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  • Ricardo Bergamini Florianópolis - SC 26/03/2008 00:00

    O pagamento adiantado da dívida com o FMI foi uma bela jogada publicitária merecedora do "Oscar" de efeitos especiais do governo, apesar de ter um custo infinitamente inferior do que a dívida interna. O mesmo efeito está sendo usado com o acúmulo de reservas, já que o governo recebe 3,50% nas reservas e paga 13,00% nos reais correspondentes. Custa muito caro ao Brasil, porém tem um efeito na população de soluções definitivas de todos os nossos problemas.

    Imaginem uma geração que cresceu ouvido sobre a maldição da dívida externa e em um determinado momento chega um libertador e salvador e diz que a dívida externa foi exterminada para sempre. Como diria o Duda Mendonça; O que importa para a população se a mágica custa muito caro. Devemos aceitar que o efeito da mágica é brilhante. Conheço pessoas de alto padrão intelectual que não conseguem entender a gravidade da mecânica da mágica.

    O Brasil é remunerado na suas reservas em dólares na base 3,50% ao ano, enquanto os reais correspondentes são remunerados pelo Brasil em 13,00% ao ano, na média do ano de 2007.

    No quadro demonstrativo (abaixo) podemos verificar que:

    1 - A dívida mobiliária interna (DMIM + DMIBC) da União aumentou de R$ 841,0 bilhões (56,91% do PIB) em dezembro de 2002 para R$1.597,1 bilhões (62,68% do PIB) em dezembro de 2007. Acréscimo nominal de 89,90% e acréscimo real de 10,14%.

    2 – A dívida líquida externa (DET) diminuiu de R$ 262,9 bilhões (17,79% do PIB) em dezembro de 2002 para R$ 108,6 bilhões (4,27% do PIB) em dezembro de 2007. Redução nominal de 58,69% e redução real de 76,00%.

    3 – A dívida líquida total da União (Interna e Externa) saiu de R$ 1.103,9 bilhões (74,70% do PIB) em dezembro de 2002 para R$ 1.705,7 bilhões (66,95% do PIB) em dezembro de 2007. Aumento nominal de 54,51% e redução real de 10,37%.

    Não podemos esquecer de duas análise macroeconômica:

    1 - o circulo virtuoso do mercado externo brasileiro ocorreu por fatores exógenos, como segue; considerando o ano de 2000 como base 100 a valorização das commodities de 2000 até 2007 foi: - 1 - Alimentação - 97,50%; 2- Industrial Metais - 164,73%; 3- Industrial Total - 133,18%; 4 – Petróleo – 222,20%; 5- Geral - 113,05%.

    2 – No governo Sarney de 1985 até 1989 o Brasil gerou um saldo na balança comercial de US$ 67,3 bilhões no período, correspondente a 4,57% do PIB, enquanto o governo Lula de 2003 até 2007 gerou um saldo na balança comercial de US$ 189,4 bilhões no período, correspondente a 4,27% do PIB, ou seja, U$ 67,3 bilhões do período de 5 anos do governo Sarney em termos reais valia mais 6,56% do que os US$ 189,4 bilhões dos 5 anos do governo Lula.

    O resto é debate de bêbados.

    Fonte MF - Base R$ bilhões.

    Itens 1994 % PIB 2002 % PIB 2007 % PIB

    DMIM 32,1 9,19 558,9 37,82 1.236,5 48,53

    DMIBC 33,5 9,59 282,1 19,09 360,6 14,15

    DET 22,2 6,35 262,9 17,79 108,6 4,27

    Total 87,8 25,13 1.103,9 74,70 1.705,7 66,95

    Legenda: DMIM - Dívida Mobiliária Interna em Poder do Mercado;

    DMIBC - Dívida Mobiliária Interna em Poder do Banco Central;

    DET - Dívida Externa Total.

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  • João Fernando Taques Castro - PR 26/03/2008 00:00

    caro joao batista qual é a diferença entre nós brasileiros,, e os ermanos argentinos. primeiro que a oposiçao nao tem dificuldades de enfrentar a situaçao. Porque a onde está a bancada nossa (bancada ruralista),,, porque os parlamentares pelo menos do paraná tomaram DORIL,,,NAO TENHO DUVIDA QUE PELO MENOS O MEU DEPUTADO ABELARDO LUPION DESAPARECEU,, SOMENTE (NOS BASTIDERES),, ELE QUE NAO VENHA PEDIR MAIS VOTO AQUI ELE E O SENADOR OSMAR DIAS ,, TUDO FARINHA DO MESMO SACO,, LEGITIMO RABO PRESO SOMENTE VENHA A NÓS,,, O LULAAAÁ CALOU TODOS,,, REALMENTE O AGRICULTOR ACABOU COM SUA ESPERANÇA,,, CERTO ESTÁ O DEPUTADO CAIDO,,, CHEGA DE BLÁBLÁ,, VAMOS PARA AS RUAS , PARA ESTRADAS AONDE FOR PRECISO,,,

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  • Paulo Mano Juara - MT 26/03/2008 00:00

    João Batista, não sei se tem acompanhado essa imformacao mas a "abrafrigo", entrou com um pedido na receita federal de taxação para exportar boi em pé, veja que preocupação que eles tem com o Brasil, dizem que é porque nao agrega valor algum o boi em pé. Isso nao deixa de ser verdade, mas quando eles exportam carne nunca repassaram lucro para o pecuarista, que tem muito merito nessa situacao, agora que acabou o boi.. a vaca foi pro brejo... João, tem frigorifico aqui na região, ficando até 4 dias parado sem gado,e o interessante é qui não param de construir frigoríficos aqui no norte, vms ver o qui vai dar. um abraco, Paulo Mano, Júara, MT.

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  • Marcos da Rosa Canarana - MT 26/03/2008 00:00

    Legal! Eureka! ficou decidido que nada esta decidido pelo Ministério da Fazenda na proposta de renegociação das dividas contraidas pelo inteligente plano cambial do Governo Federal. Nos últimos 4 anos plantamos com um dólar mais alto que o da comercialização de nossos produtos. E hoje dia 25 de março o descaso com o o produtor rural. Vamos aumentar a área plantada e a produtividade pecuária e agricola, mantendo impostos (bolsa família, improbidade e incompetência administrativa), firestone, bayer, basf, ford, bunge, etc... Superavit na balança comercial.Vamos carangejar. Parabéns Produtor Rural Brasileiro!

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 25/03/2008 00:00

    Na noite do dia 24 de março (entre 21 e 22 horas) foi apresentado na TV Câmara um programa sobre biodisesel, conduzido pelo jornalista Tarcisio Holanda, entrevistando os deputados Haroldo Holanda, do Ceará, e Arnaldo Jardim, de São Paulo.

    Quero lamentar de público que três pessoas desta qualificação IGNOREM o que já está autorizado, aliás obrigatório, que a partir do dia 1.o de Julho de 2008 a adição de biodiesel ao óleo diesel originário de petróleo passará de dois (2,0) para três (3,0) por cento... e também lembrar-lhes (já que não sabem calcular porcentagem "por dentro") de que 3,0 % em supostos 40 bilhões de litros anuais significam 1.165.049 litros e não 1.200.000!

    Além disto, os três debatedores não conseguiram ter uma idéia por causa do fracasso da Agricultura Familiar no fornecimento de materia prima. Fácil, carece de Assistência Técnica e, principalmente PREÇO.... Os Senhores não podem se esquecer de que o mundo é movido a bolso... por isto, o desconto de R$ 0,15 (quinze centavos) de PIS e COFINS por litro de biodiesel produzido a partir da matéria-prima originada pela agricultura familiar, 15 centavos é muito pouco... uma vez que o custo do "fomento" supera em muito os 15 centavos, que na região nordeste para a mamona são, na verdade, 22 centavos.

    Originariamente no Programa de Biodiesel se imaginava que o aludido desconto seria sobre toda a quantidade produzida. Entretanto, por entendimento posterior, a Receita Federal está interpretando que a redução só se aplica à quantidade de biodiesel derivada daquela originação...

    Além do mais os politicos precisam aprender que qualquer cultura agricola depois que é mecanizada, significa um "adeus" para os agricultores familiares pequenos... Lavoura mecanizada só é boa para a agricultura familiar dos "Maggi", dos "Piveta", dos "Sachetti", dos "Guimarães" e assim por diante...

    Para os pequenos, o biodiesel só tem futuro com a mamona enquanto não for mecanizada. Depois só as culturas perenes, cuja mecanização completa é impossível (se bem que já temos alguns poetas sonhando em colheîta de Pinhão Manso com Colheitadeira de Café... Eita idiotice!). Dendê para o Norte, Macauba para o Cerrado, Moringa e Leucena para o Nordeste, Pinhão Manso e até Pequizeiro e ainda o Tungue (irmão do Pinhão Manso para o frio) lá para o Sul, são as principais culturas perenes viáveis..

    Atenciosamente,

    Eng. Agr. Telmo Heinen - Formosa (GO)

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  • Nereu Jorge Cavaleri Sarandi - RS 25/03/2008 00:00

    sou agricultor e sou iniciante no que se refere a bolsa de mercadorias, entao gostaria de um esclarecimento: na BM&F porque a cotação condiz com o preço local por saco e a soja não? Hoje aqui em Sarandi o milho está, nesse momento 22,00 e a soja 40,00?<br />

    Desde já agradeço.<br />

    Abraços <br />

    Nereu

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