Fala Produtor

  • Nilson Miranda Criciúma - RS 16/12/2006 23:00

    Pois é João, acabou o mensalão, acabou o sanguessuga, agora os nobres parlamentares tem que buscar dinheiro em algum lugar. Porque não o tesouro!? É legal, mas é imoral.... Um dia este povo irá acordar.

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  • Maria Terezinha São José do Ouro - RS 16/12/2006 23:00

    Ola João Batista, como brasileira também estou indignada com este aumento dos deputados. Te pergunto: o que vale nosso voto? Como vamos educar nossos filhos na honestidade vendo isto roubo e mais roubo todo o dia na televisão? Mas minha indignação maior é que todos estes deputados e senadores ladrões foram absolvidos. E cinco deputados aqui do Rio Grande do Sul foram cassados sabe por quê? Por que mantêm albergues para familiares de pessoas doentes, estes foram condenados por ajudar gaúchos que não tem onde ficar quando levam seus doentes para cidades como Passo Fundo e Porto Alegre. E nos agricultores só somos lembrados seis meses antes das eleições. Um abraço e feliz natal para todos.

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  • Ana Maria Freire Belo Horizonte - MG 15/12/2006 23:00

    Dinheiro para cumprir com o prometido no campeonato mundial de ciências, relizado recentemente em São Paulo, não existe. É absolutamente desmoralizante para um país pobre, os deputados ganharem 15 salários anuais, com toda a mordomia que eles têm, e dobrarem o próprio salário, em ano de inflação quase nula, e passarem a ganhar o dobro que os deputados dos EEUU ganham, e sem nem uma mordomia. Precisamos mostrar nossa indignação. Atenciosamente e muito revoltada, Ana Maria.

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  • Marcelo Cunha Barra do Bugres - MT 13/12/2006 23:00

    Nobres apresentadores, que como eu encontram-se indignados de como se encontra a política de nossa adorada terra, de um povo heróico, isso mesmo, sobreviver está sendo para uma grande maioria um ato heróico. Quando nós brasileiros achamos que já vimos de tudo no meio político, tendo exemplos notório e recentes: mensalão, máfia dos sanguessugas, dólares na cueca, superfaturamento de obras públicas, compra de dossiês, casos esses que acabaram na pizzaria do congresso, com sabores nada agradáveis ao nosso paladar. Agora eis que surge o aumento de salário dos nobres parlamentares, onde políticos sem nenhum constrangimento perante a sociedade e muito menos respeito ao erário publico, aumentam seus salários. Não vou longe, fico aqui mesmo em meu estado (Mato Grosso), os deputados vão aumentar seus salários em 90%, passando de 9,5 mil pra 18,3 mil, os vereadores da capital passarão a receber 13,7 mil, seguidos pelos parlamentares dos outros municípios. Esses reajustes automáticos dos salários dos parlamentares terá um impacto nos gastos anuais da Assembléia Legislativa que passarão de 2,7 milhões para 5,2 milhões em 2007. Caro João Batista, lhe pergunto se seria moralmente correto, que mediante tanta desigualdade social e má distribuição de renda, como relatado em seu programa onde 40% da população ativa vivem, ou melhor, sobrevivem com apenas 1 (um) salário mínimo e outros 50% com até 5 (cinco) salários e nossos nobres deputados nos custam em torno de 290 salários mínimos. Caro João Batista, não seria tal ato um afronto, um desrespeito ao trabalhador brasileiro? E O QUE NÓS HOMENS LIVRES E DE BONS COSTUMES, CONCIENTES DE NOSSOS DEVERES PARA COM A PÁTRIA, SEUS SEMELHANTES PODERIAMOS FAZER? Diante do exposto e como cidadão que cumpre com as suas obrigações, deixo meu manifesto, para que não nos omitimos a respeito, até para que se mantenha vivo nossos ideais. Não estou aqui colocando em evidencia e nem entrando no mérito da questão, se é de direito ou não, mas questiono sim, onde esta a Ética e a moralidade, haja visto que de uma forma ou outra é que seremos penalizados. É lamentável que no momento em que o Brasil mais precisa de atos de moralização pública, temos mais esse mal exemplo. Agradeço aqui a oportunidade de desabafo Marcelo Cunha Barra do Bugres/MT

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 13/12/2006 23:00

    Como &eacute; permitido deixar recado, vai um a&iacute;: &Eacute; uma DICA DE SA&Uacute;DE, que, provavelmente vai beneficiar a muitos que tem &ldquo;&ocirc;lho-de-peixe&ldquo; na sola dos p&eacute;s.<br /> Cura-se com i&ocirc;do a 2%, comprado nas farm&aacute;cias e passado 3 a 4 vezes ao dia, com chuma&ccedil;o de algod&atilde;o ou de qualquer outra forma, sobre o v&iacute;rus incrustado. <br /> J&aacute; evitei cirurgias com essa informa&ccedil;&atilde;o. Desaparece em 15 a 20 dias, se passado todos os dias.<br /> Relutei em repassar &eacute;ssa dica de sa&uacute;de, por um Site que trata de assuntos agr&iacute;colas. Mas decidi faz&ecirc;-lo pq sei que entre n&oacute;s agricultores, muitos poder&atilde;o ter esse problema e se aliviar&atilde;o com isso.

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 13/12/2006 23:00

    Semana da vergonha, no Brasil da vergonha. <br />

    <br />

    Nesta semana muitos brasileiros se envergonharam, de ver na TV:<br />

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    Mendigo pondo fogo em mendigo, mais uma vez.<br />

    <br />

    Jornalista criminoso condenado pela justiça em 18 anos, deixado, vergonhosamente, escapulir, escafeder-se.<br />

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    Congressistas aumentando os próprios salários em 91%.<br />

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    E nós, com cara de tacho, assistindo a tudo, caladinhos, caladinhos.<br />

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    O Brasil parece não ter mesmo jeito.<br />

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    Que vergonha !!! Quando a população vai se organizar e reagir ?<br />

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  • Giovani Giotti Luis Eduardo Magalhães - BA 13/12/2006 23:00

    Senhor Jo&atilde;o Batista nos &uacute;ltimos dias estamos vendo a recupera&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os mas, o que precisamos &eacute; ter o direito de plantar com toda a tecnologia necess&aacute;ria. &Eacute; uma vergonha ouvir a CONAB falar em safra recorde para 2007, pois recentemente no programa Mercado &amp; Cia foi divulgado a noticia que 30% dos agricultores est&atilde;o sem cr&eacute;dito, e grande parte dos demais est&atilde;o plantando sem tecnologia. Eu gostaria de saber como a CONAB faz o levantamento da nova safra? Se for por satelite muitas destas lavouras n&atilde;o s&atilde;o de soja e nem de milho mas, de carapicho. Esse pa&iacute;s &eacute; uma vergonha. Sem mais, Giovani Giotti

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  • Germano Bellan Maracaju - MS 13/12/2006 23:00

    Desejamos a voc&ecirc;s todos um Natal com muita Paz, Amor e Carinho, e o Ano Novo seja mais pr&oacute;spero e que as frustra&ccedil;&ocirc;es deste ano n&atilde;o inibam a coragem e o &acirc;nimo deste programa. Obrigada pelas not&iacute;cias, pela verdade e pela defesa do Agroneg&oacute;cio brasileiro que demonstraram durante o ano de 2006, estaremos juntos em 2007, e que Deus nos aben&ccedil;&ocirc;e a todos, e ilumine as decis&otilde;es de nossos dirigentes.

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  • Roque Luiz Rhoden Sinop - MT 12/12/2006 23:00

    Vejo, ultimamente, que depois da crise dos agricultores- produ&ccedil;&atilde;o de cereais (ela ainda existe), os de produ&ccedil;&atilde;o de caf&eacute;, cacau e laranja, estavam tranq&uuml;ilos, pois n&atilde;o havia afetado a economia deles. Me parece agora, que esses setores tamb&eacute;m vem a p&uacute;blico externar sua indigna&ccedil;&atilde;o frente aos preju&iacute;zos que est&atilde;o auferindo.<br />Pergunto - ser&aacute; que nos brasileiros n&atilde;o temos a capacidade de nos unir, seja qual for o setor da economia, para juntos reivindicar uma pol&iacute;tica agr&iacute;cola definida??? Ou ser&aacute; que acordamos somente nos solavancos?<br />Vejamos os nossos hermanos argentinos, &eacute; s&oacute; o governo amea&ccedil;ar a economia deles, fazem uma parada geral, e n&atilde;o tem governo que resista... e n&oacute;s apenas lamentamos, escrevemos artigos, nos indignamos com tanta indiferen&ccedil;a, e no final fica tudo do jeito que estava...Por que?<br />Porque &uacute;nica e exclusivamente n&atilde;o somos unidos, n&atilde;o sabemos reivindicar, n&atilde;o sabemos votar... E n&atilde;o sabemos exigir... Somos marginalizados a toda hora pela classe dominante, porque eles sabem que n&atilde;o somos unidos e nada somos capazes de fazer - somos inertes. <br />Por nossa culpa o governo age assim... Vamos mudar a historia j&aacute;, deixar um legado a nossos filhos, para que pelo menos eles (herdeiros) consigam ter uma pol&iacute;tica definida com lucros. <br />Espero que consigamos isso pelos meios ao nosso alcance... Sindicatos, cooperativas, associa&ccedil;&otilde;es enfim todas as classes de todos os setores da economia...

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  • Germano Bellan Maracaju - MS 11/12/2006 23:00

    Para n&atilde;o deixar em branco, uma an&aacute;lise de uma propaganda que de certa forma relata uma verdade: A orienta&ccedil;&atilde;o para com as embalagens dos produtos agrot&oacute;xicos mostra realmente como somos vistos pela sociedade e governo, os cantores n&atilde;o conseguem se identificar com o homem do campo, apesar de serem sertanejos, o que melhor se identificou &eacute; um ESPANTALHO (palha&ccedil;o da ro&ccedil;a). Seria c&ocirc;mico se n&atilde;o fosse t&atilde;o ofensivo, e acho que n&oacute;s somos isto, porque s&oacute; bobo planta num pa&iacute;s como este. Um Abra&ccedil;o.

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  • André Duarte Santa Luzia - BA 10/12/2006 23:00

    Jo&atilde;o Batista os cacauicultores do Sul Bahiano agradecem o apoio! A regi&atilde;o do cacau est&aacute; um caos, entre a vida e a morte,a&nbsp; m&aacute; vontade e a falta de sensibilidade do governo s&atilde;o criminosas, est&atilde;o matando os agricultores do nosso pa&iacute;s com essa politica de vis&atilde;o curta, tornando o alarmante o empobrecimento da regi&atilde;o, queremos anistia para os cacauicultores e ideniza&ccedil;&otilde;es para os mesmos. Agrade&ccedil;o sua aten&ccedil;&atilde;o Jo&atilde;o Batista, muito obrigado.

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  • Tedaldo Buratti Jr. São Paulo - SP 09/12/2006 23:00

    Daoud: At&eacute; o IPEA n&atilde;o sabe e n&atilde;o entende de Economia!!! Impressionante.<br />Renda da classe m&eacute;dia cai 46% em 6 anos (Publicidade FERNANDO CANZIAN da Folha de S.Paulo). O saldo da cria&ccedil;&atilde;o de empregos e da evolu&ccedil;&atilde;o da renda da classe m&eacute;dia no primeiro mandato do governo Lula &eacute; amplamente negativo. Nessa parcela da popula&ccedil;&atilde;o que mais paga imposto e consome, deu-se o contr&aacute;rio do verificado entre os mais pobres, em que a renda e o emprego prosperaram. Entre a maioria dos pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina, com exce&ccedil;&atilde;o da Argentina, &eacute; no Brasil onde a classe m&eacute;dia mais encolheu sua participa&ccedil;&atilde;o no total da renda nos &uacute;ltimos anos. O fen&ocirc;meno ocorre desde os anos FHC. Considerando classe m&eacute;dia quem ganha acima de tr&ecirc;s sal&aacute;rios m&iacute;nimos (mais de R$ 1.050), houve saldo negativo de quase 2 milh&otilde;es de empregos formais nos &uacute;ltimos seis anos. A renda de quem conseguiu entrar no mercado recebendo mais de R$ 1.050 caiu 46% em termos reais (descontada a infla&ccedil;&atilde;o) ante o que era pago aos que foram demitidos. Os trabalhadores com pior remunera&ccedil;&atilde;o foram na outra dire&ccedil;&atilde;o. Houve um saldo positivo (admitidos menos demitidos) de quase 6 milh&otilde;es de novas vagas para quem ganha entre um e tr&ecirc;s m&iacute;nimos de 2001 a setembro de 2006. O aumento na renda foi de 48%. Para quem ganha s&oacute; at&eacute; um m&iacute;nimo (R$ 350), o balan&ccedil;o tamb&eacute;m &eacute; positivo: 2,2 milh&otilde;es de vagas e renda 124% maior. Os dados s&atilde;o do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Minist&eacute;rio do Trabalho) e foram compilados pela MB Associados. H&aacute; outras maneiras de estabelecer quem &eacute; classe m&eacute;dia no pa&iacute;s, como levar em conta uma renda individual um pouco maior do que tr&ecirc;s sal&aacute;rios m&iacute;nimos e os bens e servi&ccedil;os a que o cidad&atilde;o tem acesso. Mesmo pelo crit&eacute;rio de renda maior do que tr&ecirc;s m&iacute;nimos e de consumo de determinados bens, segundo levantamento do Datafolha, foi a classe m&eacute;dia quem menos ganhou nos &uacute;ltimos quatro anos. Enquanto cerca de 7 milh&otilde;es de eleitores migraram no governo Lula das classes D e E (maioria com renda at&eacute; R$ 700) para a C (de R$ 700 a R$ 1.750), a migra&ccedil;&atilde;o de membros da classe C para a A/B (ou m&eacute;dia, com renda acima de R$ 1.750) envolveu apenas cerca de 1 milh&atilde;o de eleitores. &quot;Essa &eacute; a ess&ecirc;ncia da economia em que vivemos nos &uacute;ltimos seis anos. Se quisermos que a desigualdade diminua, as pessoas mais pobres ter&atilde;o de ver seus sal&aacute;rios subirem mais. Os moradores de S&atilde;o Paulo ter&atilde;o de se acostumar com a id&eacute;ia de que a economia do Piau&iacute; vai crescer mais&quot;, diz Sergei Soares, especialista em desigualdade social do Ipea (Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica Aplicada). Concentra&ccedil;&atilde;o no Sudeste Segundo o &quot;Atlas da Nova Estratifica&ccedil;&atilde;o Social do Brasil - Classe M&eacute;dia - Desenvolvimento e Crise&quot;, conclu&iacute;do neste ano por 11 pesquisadores, 57% das fam&iacute;lias de classe m&eacute;dia concentram-se no Sudeste. No Nordeste e no Norte, s&atilde;o 12,5% e 4,7%, respectivamente. No geral, tr&ecirc;s em cada quatro fam&iacute;lias de classe m&eacute;dia vivem no Sudeste ou no Sul. O trabalho considera classe m&eacute;dia as fam&iacute;lias com renda entre R$ 2.275 e R$ 25.200. Levando em conta que n&uacute;cleos familiares no Brasil t&ecirc;m, em m&eacute;dia, quatro pessoas e que geralmente os menores de idade da classe m&eacute;dia n&atilde;o trabalham, a renda individual se situaria entre R$ 1.137 (pr&oacute;xima a tr&ecirc;s sal&aacute;rios m&iacute;nimos) e R$ 12.600. Por esses crit&eacute;rios, 32% das fam&iacute;lias s&atilde;o da classe m&eacute;dia. Apesar de ter perdido espa&ccedil;o e renda, foi a classe m&eacute;dia quem bancou (com impostos crescentes) boa parte da melhora na distribui&ccedil;&atilde;o de renda nos &uacute;ltimos anos --principalmente via programas assistenciais e subsidiados, como os da Previd&ecirc;ncia indexados ao m&iacute;nimo e o Bolsa Fam&iacute;lia. Em termos tribut&aacute;rios, &eacute; considerado de classe m&eacute;dia quem ganha entre R$ 3.000 e R$ 10.000 (na pr&aacute;tica, quem recebe at&eacute; R$ 1.562 n&atilde;o paga IR). &quot;Mais de 60% da carga de IR da pessoa f&iacute;sica recai sobre a classe m&eacute;dia. Outros 25%, sobre os mais ricos, e s&oacute; 15% em quem est&aacute; abaixo dessa faixa&quot;, diz Gilberto do Amaral, presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tribut&aacute;rio. Leia mais Sal&aacute;rios maiores concentram perda de renda nos &uacute;ltimos 6 anos Especialista defende pausa na distribui&ccedil;&atilde;o de renda(!!!!????). SER&Aacute; QUE O IPEA N&Atilde;O PERCEBEU QUE O AUMENTO DE IMPOSTOS DESTRUIU A CLASSE M&Eacute;DIA?? &Egrave; INACREDIT&Aacute;VEL!!! OBS: OBRIGADO PELA ATEN&Ccedil;&Atilde;O &Agrave; VOC&Ecirc; E AO JO&Atilde;O BATISTA

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 09/12/2006 23:00

    Para os internautas agricultores, que ainda não deixaram em ordem, a situação fiscal e ambiental das suas propriedades rurais, sugiro uma visita ao site da FAEP, onde encontrarão o programa " Deixe sua Casa em Ordem " :<br />

    <br />

    Função Social da propriedade<br />

    Cumprimento da Legislação Ambiental<br />

    - Averbação da Reserva Legal<br />

    - Ato Declaratório Ambiental - ADA<br />

    - Outorga de uso da água<br />

    Cumprimento da Legislação Agrária<br />

    - Declaração para Cadastro de Imóveis Rurais DP/INCRA<br />

    Cumprimento da Legislação Tributária<br />

    - Imposto Territorial Rural - ITR<br />

    - Nota Fiscal de Produtor<br />

    Cumprimento da Legislação Trabalhista<br />

    - Requisitos Trabalhistas<br />

    Cumprimento da Legislação Previdenciária<br />

    - Previdência na Folha de Pagamento Rural<br />

    - Previdência para a Pessoa do Empregador Rural<br />

    - Previdência na Comercialização Rural<br />

    - Previdência no Regime de Economia Familiar<br />

    (Segurado Especial)<br />

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  • Samuel Cuenca Bom Jesus de Goiás - GO 08/12/2006 23:00

    Os prefeitos deveriam elaborar leis de uso de solo, de tal maneira que as usinas de alcool e açucar, não poderiam plantar cana nunca superior a 30% da área de sua abrangencia, para que os produtores viessem a participar como fornecedores de tais usinas, distribuindo renda e evitando o monopolio da cultura e outros abusos por parte dos usineiros.

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  • César Augusto Roos Campo Grande - MS 07/12/2006 23:00

    Prezado Sr. Valdir... Me desculpe caso eu tenha dito algo que lhe incomodou mas a quest&atilde;o &eacute; a seguinte: - O comportamento do produtor rural muitas vezes se parece com aquele jogo de futebol de crian&ccedil;as onde todo mundo corre atr&aacute;s da bola e n&atilde;o existe t&aacute;tica, organiza&ccedil;&atilde;o e muito menos planejamento! - Em 2002/03 a produ&ccedil;&atilde;o brasileira de soja foi recorde, os pre&ccedil;os eram excelentes e era tudo uma maravilha! Algu&eacute;m fazia contas de grau de endividamento? N&atilde;o! Algu&eacute;m fazia contas com possibilidades de seca? N&atilde;o!! Algu&eacute;m projetava cen&aacute;rios pensando em situa&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;os adversas? N&atilde;o!! Pois bem... Agora t&aacute; todo mundo endividado e procurando culpados! Tenho conversado com produtores tradicionais de cana do estado de S&atilde;o Paulo e a realidade &eacute; um pouco diferente do que se vem falando! O usineiro est&aacute; muito bem obrigado... Mas o produtor de cana n&atilde;o est&aacute; t&atilde;o satisfeito assim! &Eacute; comum ouvir produtores reclamando que n&atilde;o receberam os arrendamentos... que o teor de sacarose sempre est&aacute; abaixo do esperado... Que o pre&ccedil;o de m&aacute;quinas e insumos voltados exclusivamente pra cana est&atilde;o alt&iacute;ssimos e como ocorreu em 2002 com a soja, t&aacute; todo mundo se endividando! Quero que saiba que sou produtor rural e tamb&eacute;m estou passando por dificuldades, mas alguns princ&iacute;pios n&atilde;o podem ser abandonados tais como: seguran&ccedil;a jur&iacute;dica (produtor tem que cumprir contratos sen&atilde;o perdemos o cr&eacute;dito), Hedge (produtor n&atilde;o &eacute; especulador) e principalmente, temos que aprender a comprar as coisas quando temos dinheiro e n&atilde;o quando elas aparentam estar baratas!! E a cana tem um problema s&eacute;rio... Tu plantaste tem que aguentar o tranco por 6 anos! Prud&ecirc;ncia &eacute; a palavra chave!! Espero ter me feito entender! Um abra&ccedil;o Sr. Valdir e muito sucesso!

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