Fala Produtor

  • Cesar Schmitt Maringá - PR 18/12/2018 11:19

    Esse pessoal do MT, em particular essa Aprosoja, sabidamente só enxergam o próprio umbigo. Aquela região, devido à proximidade com a Bolívia, é um foco constante de inóculos. O que eles querem? Serem um novo Paraguai e Bolívia juntos? Colocar em risco todo sudeste e sul do Brasil? Ou são mais ingênuos que criança nova? E tudo isso porque um agrônomo falou que não tem risco. Como diria o senador Magno Malta: Me acorde, mamãe!.

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    • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR

      O Paraná é o estado mais chato para se plantar soja. E é o que mais tem focos de ferrugem. Tem soja sendo plantada na mesma cidade de 01/09 até 31/12. Se tivesse que dar porcaria, já teria dado. Diziam que nenhuma nova molécula seria lançada em dez anos. E vemos que toda ano tem coisa nova. Por que não colocam o gene de resistência nas variedades? Funciona muito bem e as variedades são muito produtivas. É praticamente impossível criar resistência, pois na verdade a planta tem super sensibilidade ao fungo. Uma vez que é infectada, ela mata as células ao redor do fungo em germinação, matando ele de fome. Simples assim. Mas as sementeiras e as fabricantes dos fungicidas mais caros do planeta são todas comadres.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Carlos, segundo a ciência, os primeiros seres vivos que apareceram foram os unicelulares há mais de 3 bilhões de anos. Ou seja, estão aí na natureza todo esse tempo. Acredito que os métodos de controle usados não têm mostrado resultados satisfatórios para quem quer controlar, quanto aos que vivem dos insumos do controle. Ah! Esses devem viver satisfeitos.... ... ... Os seres unicelulares e os fungos que formam colonias, vão sempre estar no meio onde houver "comida farta", pois eles têm um único objetivo, que é o principio fundamental da vida ... ... PRESERVAR A ESPÉCIE ... ... ... Está mais do que na hora do setor produtivo exigir outros métodos de controle, que proporcionem um aumento de renda ao produtor.

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 18/12/2018 11:16

    O presidente eleito, Jair Bolsonaro, declarou que haveria necessidade de frear avanço chinês sobre "nossas terras agriculturáveis, porque a segurança alimentar do País está em risco".

    Esta declaração motivou alguns repórteres irem pesquisar o assunto e, o que se encontrou foi o seguinte: "Existem hoje no País 28.323 propriedades de terra em nome de estrangeiros. Juntas, essas áreas somam 3,617 milhões de hectares. Seria o mesmo que dizer que, atualmente, uma área do território nacional quase equivalente à do Estado do Rio de Janeiro está nas mãos de estrangeiros. Desse total, 1,293 milhão de hectares está em nome de pessoas físicas, enquanto os demais 2,324 milhões de hectares aparecem em nome de empresas. A presença internacional é notada em 3.205 municípios, ou seja, o investidor estrangeiro já está presente em 60% dos municípios do Brasil.

    Os números vêm de um cruzamento de informações feito pelo Estado a partir do Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), banco de dados administrado pelo Incra, órgão responsável pelo controle da aquisição e do arrendamento de imóveis rurais por estrangeiros no Brasil. Foram obtidas informações sobre as áreas compradas ou arrendadas, localização, quem são os donos internacionais dessa terra e para que a utilizam. O balanço foi validado e enviado à reportagem pela Divisão de Fiscalização e de Controle das Aquisições por Estrangeiros do Incra".

    Agora vem a parte hilária do assunto. Os "verdadeiros" brasileiros fazem de maneira ilícita arrendamentos de áreas indígenas a terceiros. Vejam os números (Terras de estrangeiros 3,6 milhões de ha, terras indígenas arrendadas 3,1 milhões de há): "Pelo menos 22 terras indígenas têm áreas arrendadas para atividades exploratórias, o que é proibido por lei. São 3,1 milhões de hectares em todo o País, o equivalente a cinco vezes o tamanho do Distrito Federal, e a maioria fica na Região Sul, informa André Borges. As negociações clandestinas pela terra incluem desde o pagamento de mensalidades para os índios até a divisão da produção. De acordo com levantamento feito pela Funai a pedido do Estado, mais de 48 mil índios convivem hoje com a exploração ilegal do solo, mas os números podem ser ainda maiores. "Como se trata de um ilícito, obviamente as partes envolvidas procuram escondê-lo", informa a fundação em nota. Na Ilha do Bananal, no Tocantins, está o maior caso de exploração ilegal. Lá, 4 mil indígenas recebem mesada para abrir suas terras para criadores de gado de corte.

    A proibição legal de se explorar terras indígenas demarcadas não tem impedido que produtores fechem acordos com aldeias espalhadas por todo o País, avançando com o plantio de grãos e criação de gado sobre essas terras.

    O Estado fez um levantamento inédito sobre as terras indígenas que hoje são alvo desse tipo de atividade irregular. Segundo dados fornecidos pela Fundação Nacional do Índio (Funai), por meio da Lei de Acesso à Informação, atualmente, 22 terras indígenas do País possuem áreas arrendadas para produtores. As negociações clandestinas entre produtores e indígenas incluem desde o pagamento de mensalidades para os índios, até a divisão da produção colhida ou vendida". Confira a íntegra da matéria de André Borges para o Estado.

    O quê deve ser "consertado" ?

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Sr Paulo muito obrigado pelo esclarecimento desse assunto

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Carlo, o artigo está nesse link http://especiais.estadao.com.br/canal-agro/negocios-rurais/estrangeiros-tem-um-estado-do-rio-em-terras-no-pais/ ... ... ... ... ... ... ....

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  • Valdir Edemar Fries Itambé - PR 18/12/2018 10:39

    Parabéns ao Diretor do Site NOTÍCIAS AGRÍCOLAS, João Batista Olivi, pelo espaço em debate da brilhante iniciativa da APROSOJA, feita através do Senhor Antonio Galvan. Debate este que deve ser expandido, até porque os produtores do Estado do Paraná também sofrem tais consequências devido à calendarização do plantio de soja, proibindo o plantio de soja a partir de 1 de janeiro.

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  • Herivelton da Silva Camolese Chapadão do Sul - MS 18/12/2018 09:53

    Esse assunto de soja a partir de janeiro/fevereiro nem deveria ser levado em consideração, pois será uma enorme ponte verde para a próxima safra. Mesmo se limitando semeadura a partir de janeiro, em junho/julho encontra-se plantas tigueras nas áreas, imagina então semear soja em fevereiro. Olha a situação do Paraguai, onde há safra de soja sobre safra de soja. Destine uma área da sua propriedade para semente e não queira semear soja sobre soja.

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    • Gilberto Rossetto Lucas do Rio Verde - MT

      Herivelton, segundo entendi a Aprosoja condena o plantio de soja sobre soja. O que eles defendem é a reserva de uma área para plantar na primeira quinzena de fevereiro, fazer semente. A Aprosoja, ao que entendi, não aprova "safrinha" de soja.

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  • elcio sakai vianópolis - GO 18/12/2018 09:52

    Na próxima safrinha, em Goiás (na região da estrada de ferro), teremos um grande incremento de área da cultura de girassol, que já está em maior parte sendo comercializada por uma grande empresa. Com essa cultura, teremos mais uma opção na safrinha, podendo assim diversificar e não ficar apenas dependente da cultura do milho safrinha. Com o custo do milho safrinha muito alto, o girassol se torna uma cultura muito viável por ter um custo menor e com bom valor de mercado, e bem assessorado pelos técnicos é praticamente uma boa receita de sucesso da lavoura.

    obs: Nos últimos 5 anos que venho plantando girassol, a lucratividade desta cultura foi maior que o milho em 3 anos.

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  • Arnaldo Gaspar Filho Campo Grande - MS 18/12/2018 09:28

    Este senhor é irresponsável e louco!!!, como ele conseguiu ser presidente da Aprosoja MT

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  • Valdir Edemar Fries Itambé - PR 18/12/2018 08:14

    A calendarização do plantio da soja feita de forma "IN LOCO" decretado através de portaria, sem qualquer parâmetro técnico estabelecido pela pesquisa, já foi contestado aqui no SITE NOTICIAS AGRÍCOLAS, ainda em 2014 quando a questão veio a público...

    Neste sentido, inicialmente, parabenizo ao Diretor do Site NOTICIAS AGRÍCOLAS, João Batista Olivi, que se dispõe a abrir espaço e debater a questão em relação a CALENDARIZAÇÃO do plantio de soja, colocada a público novamente através da liderança do Presidente da APROSOJA - MT, Senhor ANTONIO GALVAN.

    Da mesma forma que o produtor rural do Mato Grosso tem seus impedimentos e penalidades determinado em Portaria Governamental, os produtores rurais do Estado do Paraná também sofrem as restrições e consequências decretadas no Paraná através da portaria 202/17 (http://www.adapar.pr.gov.br/arquivos/File/GABINETE/PORTARIAS/2017/202_17.pdf). Se trata de decisões autoritárias, sem comprovações de critérios técnicos comprados por pesquisas, vimos e sentimos isso, tanto que ainda em 2014 nos dispomos a debater em relação a "proibição do cultivo da soja safrinha" ... Uma proibição ao que tudo indica, tanto no Estado do Mato Grosso, quanto no Estado do Paraná, certamente sofreram a pressão do "loby" realizado pelo conglomerado de empresas de produtores/multiplicadores de sementes "selecionadas".

    Vimos hoje, a APROSOJA cobrando o setor da PESQUISA em relação a calendarização, na época em 2014, cobrávamos da PESQUISA maiores investimentos para viabilizar tecnicamente o plantio da "SOJA SAFRINHA", onde através deste espaço do FALA PRODUTOR, pudemos sentir a opinião de diversos produtores e lideranças, confira/acesse : Proibir o cultivo da soja safrinha ou investir em tecnologia para viabilizá-lo? (https://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-principais/139765-proibir-o-cultivo-da-soja-safrinha-ou-investir-em-tecnologia-para-viabiliza-lo-por-valdir-fries.html#.XBjHVVVKgnQ)...

    No BRASIL, hoje temos capacidade técnica, com profissionais habilitados, temos clima e solo que nos da condições de produzir cada vez mais, e nós produtores rurais do Paraná, a exemplo do fazem os produtores rurais do MATO GROSSO e demais Estados do País, buscamos produzir com sustentabilidade, atenciosos e preocupados com os riscos da atividade, porém, estamos sempre em busca de fazer o certo para garantir a produção e o aumento da produtividade...

    Particularmente, tenho ano a ano, implantado na propriedade áreas de Unidade de Observação, com acompanhamento permanente de diversas frentes, e neste caso do cultivo da soja, assim fizemos em anos anteriores, para poder contestar em debates a calendarização do plantio da soja safrinha, algo que em determinados casos a PESQUISA ignorou, e neste caso da calendarização, temos certeza que a decisão autoritária, tomada pelo Estado através de Portaria, acabou prejudicando inúmeros produtores rurais, principalmente do Sudoeste do nosso Estado do Paraná, em beneficio de quem???.

    Esperamos que a iniciativa da APROSOJA MT, trazida a tona novamente pelo seu Presidente ANTONIO GALVAN, seja levantada pelas demais APROSOJA e outras lideranças do setor produtivo, com espaço aberto e apoio do SITE NOTICIAS AGRÍCOLAS, este debate venha a sensibilizar os novos Governantes, para que antes de BAIXAR PORTARIAS AUTORITÁRIAS, busquem viabilizar e deliberar recursos para a PESQUISA, e a PESQUISA através de resultados técnicos e econômicos, possam buscar e disponibilizar subsídios científicos comprovatório, para que as "AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS" tomem decisões democráticas sustentadas por elementos básicos necessários, que venham a beneficias aos interesses do País, ao contrário do que tem acontecido, que em muitos casos, atendem simplesmente a interesses de determinados conglomerados em beneficio de poucos. VALDIR FRIES - PRODUTOR RURAL em ITAMBÉ - PR.

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    • AGRO É BRUTO Cacoal - RO

      Alguma formação acadêmica???

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    • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR

      Aqui no Brasil o governo manda até no dia que posso plantar e o que posso plantar. Parece regime comunista. E um monte de vaca de presépio acredita nas desculpas inventadas para proibir o plantio de soja para salvar a semente. Mesmo sem safrinha, a ferrugem está do mesmo tamanho. Os fungicidas funcionam igual antes. os que eram bons continuam bons e as porcarias continuam a ser vendidas. se fosse para valer, os fungicidas que não tem controlem deveriam perder o registro. Até que tentaram, mas o lobby dos quimicos é forte. Tem agricultor que é igual capivara no barranco. A sucuri vem e começa a se enrolar nela. Vai enrolando e quando a capivara tenta fugir, já era. Acorda meu povo. Temos que plantar o que quisermos e quando quisermos. Isso se chama liberdade.

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  • Sergio Aquiles Bellotto Palmital - SP 18/12/2018 08:11

    Etanol deveria ser usado nas frotas municipais de ônibus urbanos, carros deveriam ser isentos de IPVA, se comprovado abastecimento durante o ano todo com etanol,ou poderia se voltar a fabricar automóveis somente a etanol, para uso nas regiões metropolitanas, aliviaria em muito a poluição

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  • Roque Rutili Palmeira das Missões - RS 18/12/2018 07:26

    Bom dia. Fico aqui me perguntando se estes casos de não registro de ferrugem são pra maquiar a ineficiência dos fungicidas ou os produtores através de suas assistência técnica muitas vezes de fornecedores de insumos pra dizer que seus produtos sao muito eficientes e o produtor está certo em seu manejo ?

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 18/12/2018 07:21

    Hoje vai ser um comentário daqueles que o povo adora. Primeiro vou falar sobre os elementos ou propriedades, ou melhor, sobre o desconhecimento dos elementos ou propriedades por parte de alguns comentaristas dos mecanismos de oferta e demanda. Mal sabem o significado dessas palavras e já pensam poder iluminar o mundo. Em 1500 mais ou menos, João de Lugo começou a falar sobre esses elementos, e se não me falha a memória, eram cinco da oferta e 3 da demanda, e o objetivo desses estudos eram de descobrir o preço "justo" das mercadorias. Então essa discussão é muito velha srs. Luminares da inteligencia humana. Mas não vou de deter nesses assuntos, vou falar também sobre as exportações e preços em dólares de nossas mercadorias. E nisso nem o Guedes se atentou ainda, preocupado que está com o monstruoso déficit "público". Está ocorrendo inflação de custos no setor de carnes no Brasil, e como sei disso? Analisando preços. O aumento de preço em dólares de produtos industrializados como o farelo de soja por exemplo, o aumento de preço em dólares do milho exportado em relação ao ano passado. Preços, caros comentaristas, sempre devem ser comparados a algum periodo passado, caso contrário é balela de quem quer aparecer com auto elogio. Isso tira a seriedade da discussão. E aí tem que somar a desvalorização cambial, que interfere no preço interno. Poderia explicar isso aqui, mas é trabalhoso e sei que pouca gente esta disposta a compreender esses mecanismos. Por isso volto no João de Lugo, o escolástico, disse que não ia falar e vou, um dos elementos da demanda é o número de compradores, e o Brasil tem praticamente um único comprador. Esse mecanismo não pode ser portanto aplicado ao nosso país, em dólares o preço da soja em grão caiu comparado a dezembro do ano passado, o que aumentou foi o preço do farelo. A abiove não dá ponto sem nó. Então sugiro ao criadores que parem de querer saber sobre preço, ninguém sabe, alguns acertam mais e ganham mais e é só, e abram suas contabilidades das granjas. Se as coisas continuarem assim, voces vão levar mais um prejuizo, e não faltarão aqui comentaristas para falar mal do Bolsonaro. Essa bomba está armada contra o governo, inclusive com o apoio da bancada ruralista, ou voces pensam que os poderosos não tem, a soldo, gente que sabe muito mais que nós todos juntos sobre essas questões? Esse é o negócio deles, fazer com que quem trabalha perca para que possam ganhar, e muito.

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    • Rafael Antonio Tauffer Passo Fundo - RS

      Rodrigo, gostaria de saber sua opinião sobre o dólar?

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Rafael, obrigado pela consideração. Amanhã tem FED, a expectativa é de aumento de 0,25% nos juros americanos, se confirmado é provável que o BC brasileiro intervenha no mercado antes de chegar nos 4 reais. Minha opinião é a de que, pelo andar da carruagem, o dólar vire o ano acima de 4 reais.

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    • Rafael Antonio Tauffer Passo Fundo - RS

      Sim, vc fala no curto prazo. Mas temos que ficar atentos se as reformas andarem, ... aí a coisa pode inverter.

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  • Mario Afonso Klein Passo Fundo - RS 18/12/2018 06:47

    A fundamentação estaria em "Pesquisas" feitas pelo assessor do Presidente. Sem mais comentários.....

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    • AGRO É BRUTO Cacoal - RO

      Técnicos....poxa onde estão os Eg. Agrônomos desse pais?

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  • Lucas Antoniolli Jaciara - MT 18/12/2018 06:39

    É certo que o plantio de soja em fevereiro vai ser uma ponte verde para ferrugem..., teríamos de ser muito ingênuos para pensar que não, seja com mais ou menos pressão do fungo... Eu salvo minha própria semente faz 3 anos, e mesmo perdendo alguns campos por chuvas na colheita, sempre consegui salvar semente para mais da metade da minha área... Se as sementeiras conseguem salvar sementes plantando até 31 de dezembro, nós também conseguimos....

    De nada adianta mudar o calendário de plantio se não profissionalizarmos a produção de sementes; Isso é um tiro no pé.

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    • Yuri Raffler Sao Alberto Paraguay - PR

      Não seria melhor separar uma pequena porcentagem da area da fazenda para destinar para semente? Ja que o milho safrinha remunera pouco.

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    • Yuri Raffler Sao Alberto Paraguay - PR

      Fazer o plantio em dezembro na area destinada a semente... Não seria melhor separar uma pequena porcentagem da area da fazenda para destinar para semente? Ja que o milho safrinha remunera pouco.

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    • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR

      Plantar soja em dezembro não presta. Melhor época é o começo de fevereiro. Pouca ferrugem, pouco percevejo, pouca lagarta. Quando a soja está com vagens, o percevejo já hibernou.

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  • Elói Petry Batista Cerro Largo - RS 18/12/2018 06:00

    Em nossa região a safra está muito complicada. Foi o maior replantio nos últimos quinze anos... As lavouras não estão desenvolvendo bem. A produtividade será bem inferior, se comparada aos últimos anos....

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    • gilberto evaristo Kasper toledo - PR

      Caramba... quase todo o Paraná com perda, MS idem, e vcs falando em supersafra... Aqui em Toledo houve uma colheita de 15 sc por ha, e otra com 20 sc... Curioso é que ainda na segunda 17/12 enviamos várias fotos e relatos daqui.

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    • gilberto checoli Piracicaba - SP

      muito bom em Nova Ubiratã .....tenho áreas de 825 ha com 500 aberto para venda

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    • Werner Braun Palmeira - PR

      Olá Gilberto Checoli! Podemos conversar no Messenger ou WhatsApp?

      Werner

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  • Mayko Lunkes Luís Eduardo Magalhães - BA 17/12/2018 23:55

    Isso é uma irresponsabilidade sem tamanho... querer manter a ponte verde pra ferrugem asiática sobreviver o ano todo... E o resto do País que pague o preço por causa da ferrugem... Compunham um calendário de plantio adequado a todo país, de preferência simultâneo... o Sul espalha a ferrugem e nós temos que pagar a conta...

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    • Rafael Antonio Tauffer Passo Fundo - RS

      O que acontece aqui na minha região é que o ciclo da soja é longo. Ano passado por exemplo plantei uma soja ciclo médio dia 20 de outubro e colhi dia 23 de abril... Cada região tem suas peculiaridades, vai de cada produtor ir se adaptando...

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  • Carlos Massayuki Sekine Ubiratã - PR 17/12/2018 22:23

    Por aqui tivemos pancadas de chuva no final de semana que variaram de 2 a 110 mm dentro do município. As precipitações amenizaram um pouco a situação, mas as perdas já são grandes. O período sem chuva não foi muito longo (duas ou três semanas dependendo da localidade), mas o que realmente afetou a soja foram as altas temperaturas e a baixa umidade relativa do ar. As lavouras não suportaram o calor e desfolharam ou simplesmente secaram antes da hora. As lavouras por aqui já estão todas com as entrelinhas fechadas e a temperatura no solo não chega a extremos como na reportagem, porém um fator que talvez tenha contribuído para a morte das plantas é a base genética argentina da maioria das variedades que plantamos hoje. Parece que não aguentam temperaturas muito altas. Já vi isso acontecer em safras passadas, mas no mês de janeiro, quando as lavouras já estavam mais adiantadas. A diferença nesta safra é que o calor chegou mais cedo.

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    • António josé tondato Candido Mota - SP

      Aqui no Valeparanapanema (SP), o quadro é semelhante ao de Ubiratã (PR).., as chuvas voltaram de maneira muito irregular.. o agricultor não teve a sorte dessas precipitações, o prejuízo já é fato, as temperaturas não baixam e soja - em estado de granação - já perde folhas e potencial produtivo..., a esperança é que as previsões que falam de chuvas nesse final de semana se concretizem... Regiões do MS e norte do Paraná estão nessa mesma situação.

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