Fala Produtor
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Luiz Alberto Carvalho São Paulo - SP 12/11/2018 11:16
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carlo meloni
sao paulo - SP
Realmente o seu comentário esgotou o argumento não há do que duvidar----Mas fiquei com uma pulga atras da orelha----As distribuidoras trazem etanol dos Estados Unidos e abastecem toda a região norte do Brasil-- Dizem que e' mais barato----Sera' o frete ? Ou sera' subsidio? ou sera' o fato que o sub produto do milho serve para engorda em confinamento?? ou sera' que as nossas usinas todas financiadas poem no custo as despesas dos juros ????ONDE ESTA" A VERDADE ?
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Luiz Alberto Carvalho
São Paulo - SP
Na verdade são vários motivos, entre eles o subsídio altíssimo ao milho americano em toda a sua cadeia produtiva, incluindo a destilaria. Mas há mais um fator, que é o álcool de 2ª geração a partir da parte aérea da gramínea. Para completar, faltam alcooldutos para levar o produto até o porto de Santos para embarcar em navegação de cabotagem. O retroporto da Coperçucar só armazena açúcar e não álcool. Para finalizar, os navios-tanque, depois de limpos, podem ser usados como graneleiros e existe o porto de Itaquatiara (AM), administrado pela Maggi, fornecendo carga de retorno para os navios de longo curso. De qualquer forma, eu errei na conta... e a coisa é pior ainda: R$ 6.000,00/ha divididos por 9,6 ton/ha representam R$ 625,00/ton... e a 410 l/ton, temos R$ 1,524/l, mais de três vezes os R$ 0,45/l da cana, ambos sem contar o processo de moagem, maltagem e destilação para o milho e moagem e fermentação para a cana. Em alguns casos, a cana sofre o processo de difusão, cujo custo é bastante baixo. Aqui faço uma correção conceitual: quando o produto dilui o custo de outro, é um co-produto, não um subproduto, isso é o que dá o chamado custo-conjunto. Lembre-se de que o bagaço de cana também serve como ração animal e o volume é muito maior que o resíduo do processamento do milho.
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Assisti dias atrás no canal rural painéis sobre o etanol de milho...se não me engano passavam uma posição contraria do Luiz...João batista...que tal as pessoas do MT que falaram sobre o assunto se posicionar para que saibamos a realidade... Pois as colocações acima me parecem bem embasadas.
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Sem falar que a tecnologia do álcool de 2ª geração está aí para ser implementada, que irá representar o dobro da produção de álcool por tonelada de cana produzida. Segundo os técnicos, isso não vai mudar a co-geração de energia, pois se fala em usar álcoois como matéria-prima nessa mesmas caldeiras onde, hoje, se queima o bagaço da cana-de-açúcar. ... ... Já existe, inclusive, um trabalho em curso de melhoramento genética para obtenção de materiais (cana-de açúcar) com alto teor de fibras, matéria prima para a produção de álcool de 2ª geração. ... ... A cana-de-açúcar vai sofrer mudanças, pois as unidades voltadas somente para a produção de etanol usarão variedades que produzam mais fibras/ha. .... Consequentemente maior produção de etanol/ha....
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elcio sakai
vianópolis - GO
Sr Luiz Alberto, quem me dera se tivesse uma receita de R$ 6.000,00 por há no plantio de milho. Sou de Goiás e hoje a saca de milho sai entre R$ 25 a R$ 26. Sendo assim o milho pra exportação está em torno de R$ 420,00 a tonelada. Agora, se você tirar uma referencia com a cidade de Lucas do Rio Verde-MT, lá a saca de milho vai estar em torno de R$ 19,00 e a tonelada de milho a R$ 316,00, ... e, se não me falha a memória, lembro de alguns anos atrás nesta mesma cidade ter chegado a R$ 8,00 a R$ 12,00 a saca de milho.... Usinas de álcool de milho são ótimas para os produtores, pois ajudam a regular o mercado..., com relação às usinas de álcool de cana, elas são muito viáveis num raio de 25 km, afora que cada cultivar (milho e cana) tem uma melhor adaptação em cada região... Com relação à Lucas do Rio Verde, uma usina de cana de açúcar que consiga atender toda a região estará a que distancia de lá? Já imaginou o custo do frete? ainda mais com esta nova tabela dos fretes...
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Rafael Antonio Tauffer
Passo Fundo - RS
Eu não entendo nada de etanol, mas com certeza um hectare de milho não custa 6.000 reais.
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Luiz Alberto Carvalho
São Paulo - SP
Vou tentar responder a todos. Não estou falando em preço por saca, estou falando em custo. O milho safrinha tem custo menor porque grande parte do trato foi pago pela soja anterior. Aí, a produtividade é bem menor, muito embora nossos agricultores sejam muito competentes. Entre minha clientela, a maior produtividade de que me lembro em safrinha foi de 150 sc/ha mas estou falando em médias e não em picos de produtividade. Quanto ao custo de R$ 6.000,00/ha, tomei valores que consideram a depreciação das máquinas, toda a sua manutenção, mão de obra com todas as interferências, até a secagem e armazenamento. De qualquer forma, para que o valor batesse, seria necessária uma produtividade de, para R$ 6.000,00, (9,6 sc/ha x R$ 1,524 / 0, 0,34) 32,19 ton/ha ou 536,5 sc/ha. Calculando o custo por hectare a partir do preço agrícola do litro de álcool teremos R$ 0,45 x 410 l/ha = R$ 184,50/ton, 9,6 ton/ha x R$ 184,50 = R$ 1.771,20/ha, valor que não cobre sequer manutenção de pasto. Suponhamos agora que o álcool de milho seja regulador de preço, como as usinas fazem com o etanol para regular o preço mundial do açúcar, teremos uma crise inusitada na produção de proteína animal porque o preço médio da saca seria de R$ 70,00. Só que isso não aconteceria porque milho é commodity e o Brasil voltaria a ser um grande importador mundial. O discutido aqui já torna o etanol de milho indefensável. Acontece que temos muita coisa nova vindo por aí, como a cana plantada por semente, que reduz drasticamente o custo de renovação de canaviais e a cana transgênica resistente à ferrugem, entre outros males, que dá uma previsão de 200 ton/ha e um rendimento de 250 ./ton. Não se pode esquecer de que foi justamente artificialidade de preços que levou o Brasil a quebrar no auge da cafeicultura, o que se está repetindo agora, tanto que a Índia e a Malásia já nos estão alcançando em produção e o preço do açúcar está caindo inexoravelmente. Isso é que está levando a economia da cana a se reinventar.
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Sr. Luiz, por favor seja mais especifico. Quando você diz:... "O milho safrinha tem custo menor porque grande parte do trato foi pago pela soja anterior"... O custo de uma safra não se inicia e encerra na safra em questão? ... Ah! Só mais uma questão ... O mercado mundial de açúcar teve um "balanço" na década passada, segundo consta, por causa do final de incentivos aos produtores de beterraba da Europa, matéria prima para produção de açúcar no continente europeu. A produção de açúcar sofreu uma quebra de 5 milhões de toneladas e, o Brasil conquistou esse mercado. Não devemos nos esquecer que na época a cotação chegou a US$ 31c/l.p. Quanto a ... "como as usinas fazem com o etanol para regular o preço mundial do açúcar" ... Não sei o que isso quer dizer...
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Luiz Alberto Carvalho
São Paulo - SP
Em 2005 orientei um trabalho sobre o carro flexível em combustível. A tese foi justamente que, em o carro podendo usar ambos combustíveis, o álcool passaria a concorrer com a gasolina e, até então, o carro a álcool concorria com o carro a gasolina. Sobre isso, sugiro que leia sobre bens concorrentes de bens complementares. O fato é que, quando o preço do açúcar cai, as usinas pressionam o aumento da percentagem de etanol na gasolina, tal que a oferta diminua e o preço volte a subir. Só para lembrar, a adição de etanol na gasolina foi artifício usado para dar sumiço no excedente de açúcar na crise de 1929. O IAA, fundado em 1933, teve como primeira medida essa adição. Nos anos 1950, no Nordeste, a adição chegou a 50%, o que só se veio a regular nos anos 1960, quando ela caiu para 3%. Essa queda deveu-se ao bloqueio de cuba, quando o Brasil assumiu as quotas que, até então, eram destinadas à ilha. Para mais detalhes, sugiro que leia minha tese de doutorado. O fato é que o álcool, desde há muito que vem sendo a válvula de escape para as quedas no preço do açúcar e foi justamente a sua alta que provocou a falta de etanol no início dos anos 1990. Sem dúvida que o fim do subsídio ao açúcar de beterraba ajudou a manter os preços mas não se esqueça de que, o Brasil era o primeiro produtor com 36 milhões de toneladas contra 14 da Índia (ataque de ferrugem em 2010) e 6 da Austrália. Hoje, Brasil, Índia e Malásia estão mais ou menos empatados com 31 milhões de toneladas anuais e o estoque mundial já excedeu as 108 milhões de toneladas. Ao mesmo tempo, o crescimento do consumo tem estado consistentemente menor que o da população mundial, em parte pela urbanização que requer menor consumo de hidrato de carbono pelas pessoas. Daí a perspectiva de preço a longo prazo não ser boa. Pelo que entendi de comentários anteriores, a ideia é justamente fazer com que, em o milho podendo ser transformado em etanol, maior volume dele possa ser destinado a esse fim, empurrando o preço para cima pela redução dos estoques. Não acredito que dê certo pelos motivos que elenquei anteriormente. No caso do açúcar, deu certo por algum tempo porque tínhamos a hegemonia em vantagens comparativas reveladas. quanto ao milho safrinha, é sabido que as leguminosas fixam nitrogênio no solo e o plantio anterior dilui custos com preparo mecânico de solo (feitura de curvas de nível, descompactação, destorroamento e possível destoca). Atualmente até estamos considerando a soja e o milho como coprodutos de uma só atividade, lavoura branca.
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elcio sakai
vianópolis - GO
Sr. Luiz, o menor custo pra produzir álcool ou açúcar no Brasil, é no estado de São Paulo. Neste estado, caso se formos fazer álcool de milho pra aproveitar a entressafra da cana, realmente não há conta que feche. Com relação a estados que estão longe dos portos, o preço do milho se deprecia de acordo com a distancia devido ao frete..., agora, com relação ao custo do seu hectare de milho, vou dizer que vc está equivocado. O custo de investimentos , manutenção de máquinas, arrendamento, etc, é diluído com a soma que vc planta no verão e na safrinha..., qualquer produtor que tenha um custo variável por volta de R$ 2.500,00, no mínimo está sendo laranja de alguém (se não for coisa pior). Em se falando em alimentação animal, o bagaço de cana hidrolisado tem apenas energia, muito diferente do DGS que é um produto com alta concentração de proteína.... Em resumo, vc está levando em consideração apenas um produto dos vários que é tirado do processamento do milho. Qualquer analise desse tipo acaba sendo equivocada.
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Luiz Alberto Carvalho
São Paulo - SP
Não sei se você leu minhas intervenções anteriores mas que já considerei os outros cultivos, a ponto de nós, especialistas em custos agrícolas, já considerarmos a soja e o milho safrinha como dois coprodutos de uma só atividade chamada lavoura branca. Outro leitor até me pediu para explicar melhor isso. A distância até o local de consumo não tem a ver com custo de produção porque custo é o esforço em produzir. Os bons profissionais de controladoria encaram o frete até os pontos de armazenamento como redutor de receita e não como agregador de custo. Os coprodutos das usinas, seja de cana, seja de milho, são um capítulo à parte que eu só citei de passagem. Por enquanto, estamos só discutindo custos dentro da porteira. A lavoura branca dilui principalmente custos com preparo de solo mas não com plantio, cultivo e colheita. Vou pedir permissão para alguns clientes para publicar custos de milho mas, nem nos anos 2000, com diesel a R$2,00/l o custo com milho era de R$2.500,00.
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Eduardo Ferreira
Palotina - PR
R$ 6.000 em um ha de milho?
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carlo meloni
sao paulo - SP
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ANTONIO CARLOS CASTELLON VILAR Cascavel - PR 12/11/2018 10:03
No caso dos fretes, é preciso ter uma proteção aos autonomos, pois, devido à exagerada concorrência por falta de produção e crescimento deste país, caminhoneiros pagavam para trabalhar..., assim iriam todos falir, e quando todos estivesse quebrado e frota não renovada, os fretes iriam às alturas..., portanto, os autonomos mereciam uma proteção sim, mas com ressalva de não mudar de água para vinho, o frente ficar tão alto, mas sim ter um valor mínimo razoável. Precisa exatamente diferenciar e dar proteção para os menos desfavorecidos, exatamente para ter condições de se igualar com o mercado e competir. Ninguém ignora que os caminhoneiros estavam quebrados, até os mais estabilizados... até mesmo as empresas de caminhões estavam quebrando ou mudando de atividade.
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Vivemos uma economia de mercado... portanto qual quer proteção a qualquer setor é privilégio.. Socializar o prejuízo e individualizar o lucro..
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carlo meloni
sao paulo - SP
Quem conviveu com o meu idolo J. Eggon da Silva merece respeito...
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Seu Egon era simples e direto... na década de 90 levava sua roupa e seus pertences em uma bolsa daquelas que as parteiras usavam no passado... não podia enxergar uma gatona bonita... Mas nos negócios sai da frente...uma águia..
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carlo meloni
sao paulo - SP
Conheci o sr. Egon num curso aqui em São Paulo... Para mim uma pessoa que começa num barracão de chapa e estradas de terra da Jaragua' daqueles tempos, e termina com uma empresa com 30 000 funcionários e' digno da maior homenagem... UM SER PREDESTINADO.
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carlo meloni
sao paulo - SP
Uma frase que aprendi com ele... TUDO QUE CAIR NA REDE E" PEIXE... Essa frase significa que depois de atingir o ponto de equilibrio, o resto é lucro... mesmo a preços reduzidos... Filho de mae alema e pai indio.
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Pois é Meloni..ele adorava pescar também outro tipo de peixe..mas enfim quem não gosta..para quem não sabe a maior industria de motores do país tem seu nome formado pelas letras inicias dos nomes de seus fundadores.. Estamos falando da letra E...da weg..fora os 30 mil funcionários eles detinham a época quase 20% das acoes da perdigão...foi onde conheci a fera..
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 12/11/2018 06:14
Eu gostaria de ler algum dia uma única justificativa para que o governo se meta em comércio interno ou externo. Dizer que falta coordenaçao intragoverno e com o setor privado é dizer absolutamente nada, eu diria que o problema é o governo querer coordenar o comércio..., todos nós já sentimos na pele os resultados dessa "coordenaçao"... As inovações tecnologicas são melhor introduzidas no mercado por agentes privados e não por regulamentações... Não posso comprar um automóvel americano ou chines sem impostos porque o governo precisa regular o mercado, proteger o mercado, estimular o mercado... E por aí vai... A cada nova nomeação de um ministro qualquer, imediatamente aparecem criticas da oposição e os mais variados elogios da situação e de, quase sempre, neoconvertidos. Recentemente um dos melhores quadros, segundo ele mesmo e segundo o ministro Blairo Maggi, era o Neri Geller. Isso é mais ou menos como, estando eu com uma enxada na mão, um teórico me ensinar como capinar, determinando além disso o peso, o comprimento do cabo da enxada, a espessura e largura da enxada, o ângulo e o tipo de corte. É o tipo de coisa que é mais fácil aprender praticando do que estudando... Evidente que existe um tipo de comércio predatório, prática comum dos chineses e se bobear dos americanos também... Inovações tecnológicas podem sair de órgãos públicos, como o exército por exemplo, mas um burocrata em Brasilia jamais conseguirá alguma inovação tecnológica na engorda de bois... Lembrando que inovações tecnológicas só são possiveis se houver melhora na produtividade com redução de custos, ou não serve prá nada. Outra coisa que eu gostaria de saber é o motivo, o por que de usar dinheiro público, estrutura pública para ir vender qualquer tipo de mercadoria, com a desculpa de beneficiar um determinado setor. Alguém aqui poderia me explicar como toda a sociedade, que é quem paga a conta, pode ser beneficiada se um burocrata qualquer sair pelo mundo para vender miudos de frango? Evidente que a vantagem é só para quem comercializa, para o produtor que paga muitos impostos o que vai valer é o preço do mercado interno, a não ser que o mercado externo seja maior que o interno o que já vimos várias vezes, causa inflação. Então a solução encontrada pelos genios acaba por matar o povo pobre de fome, pois estes se quiserem comer terão que pagar impostos. Enquanto isso, os genios das universidades precisam de isenções de todo tipo para poder cantar as glórias do sucesso. No mais, muçulmanos são pessoas como nós, com uma mentalidade diferente, mas não são burros, e para isso existe um negócio chamado diplomacia. Diplomatas são pessoas capacitadas para resolver conflitos de interesse, e o Brasil tem muito a ganhar em matéria de tecnologia se aproximando de Israel... O Brasil precisa resolver o problema da pobreza extrema no nordeste do país, mas lamentavelmente os especialistas não querem nem tocar no assunto. Assim se enterram bons motivos para resolver os problemas internos antes de ter uma preocupação exagerada com assuntos externos. Que, portanto, o setor privado cumpra com as exigencias do comercio exterior e o governo cumpra com suas obrigações com o povo brasileiro.
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Cesar Sandri Mineiros - GO 11/11/2018 18:15
Podem apagar quanta vezes quiserem, mas saibam que o agricultor está se informando..., nesta semana teve uma palestra de um chinês em Cuaibá mostrando como o Brasil está virando as costas para o nosso maior comprador de soja e o país com as maiores reservas cambiais do mundo (3 Tri US) pra se subjulgar aos quebradões americanos... Logo logo o NA vai passar vergonha e se explicar , pq apoiou um a farsa, um desgoverno , um charlatão...
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carlo meloni
sao paulo - SP
Me parece uma tempestade em copo d ´agua
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carlo meloni
sao paulo - SP
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EDMILSON JOSE ZABOTT PALOTINA - PR 11/11/2018 18:09
Está atitude do Senado deve ter uma resposta por parte dos brasileiros aos que votaram a favor deste aumento .
Por outro lado o STF deveria ter a hombridade de pedir o cancelamento deste aumento abusivo . O Presidente do STF dizer que é reposição chega a ser humilhante para os nossos funcionários que receberam uma miséria de aumento ( mesmo porque era o que podíamos oferecer ) Como será que estes senadores que votaram a favor do aumento serão recebidos em " locais aberto , aviões , etc ." Qual será a postura e o comportamento da população ( que está por um fio ) com estes Políticos corruptos , irresponsáveis .....
Qual será o fim desta atitude tomada por estes incompetentes .....
Nossa esperança é Michel Temer que poderá cckm uma atitude nobre , vetar este projeto e sair de Cabeça Erguida e Contribuinte para uma Mudança de atitudes dos Políticos.
Fica na consciência dos Ministros do STF e de Michel Temer .
Lembrando que está conta não será do Jair Bolsonaro .....
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Cesar Sandri Mineiros - GO 11/11/2018 17:54
Agricultores, acordem Bolsonaro vai nos levar a falência. Está arrumando briga com os nossos maiores compradores da nossa agroindústria: China que compra 50% da soja, Árabes que compram carne... Esse governo aí está só p servir os interesses americanos. O homem bate continência p bandeira deles!! Ele briga com a China que não sabe onde botar todo dinheiro que tem ,p se aliar com os quebrados dos EUA, que só querem nos usar de tábua de salvação. Não dêem ouvidos a esse analista ai do texto. Deve ser pago pelo esquema para poder gastar tanto tempo p fazer uma análise tão "técnica"E detalhada para um governo que já é piada mundial.
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Mariluce Remedy Dos Santos 11/11/2018 16:36
Agro é pop, agro é tudo .... ???? E nós é que pagamos ???????? Vergonha !
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carlo meloni
sao paulo - SP
MARILUCE, se sua cabecinha se esforçar um pouco, deveria entender que o refis e' uma consequencia de VOCÊ pagar pouco pelos alimentos.
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carlo meloni
sao paulo - SP
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Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 11/11/2018 11:37
Alem da cara de pau dos 3 poderes... olhem a movimentação do poder Judiciário logo em seguida à aprovação do aumento... prenderam uma tropa no rio...outra em SP...e foi aquele terror..estavam quietos há quanto tempo!!!! Pra mostrar trabalho que justifique aumento!!!!pro povo esquecer aumento??? Pro no cego do lewandoski vir a público e dizer...olha recuperamos tanto???uma vergonha...me admira a chefa do MPF..Que vive com direitos humanos na boca... E ai quantas famílias passando fome e sem emprego...sem saúde...sem escola..isto você não vê???? Só enxerga os direitos humanos do seu bolso...que feio...em madame da suíça..
Não tens vergonha na cara..
Ah do seu bolso não..
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adegildo moreira lima
presidente medici - SC
Vc está corretíssimo dalzir, tanto que logo após a aprovação do aumento, eles já se mobilizaram para evitar que o auxílio moradia seja derrubado!!! E o tofoli tinha combinado com o temer que se passasse o aumento eles reconheceriam a ilegalidade do auxílio!
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adegildo moreira lima
presidente medici - SC
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Jonathan Ben Querência - MT 11/11/2018 07:06
Só no Brasil a carga tributária é tão alta... Só no Brasil o governo controla o preço de frete... Nós somos muito "especiais" prá aguentar tudo isso... O jeito é entra na onda e tabelar a soja acima de 100 reais também.
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Samoil Ivanoff
Querencia - MT
A solução talvez seja o setor se conscientizar e reduzir em 50% a área de soja e milho...
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Samoil Ivanoff
Querencia - MT
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jose renato da silva Uberlândia - MG 10/11/2018 19:13
Por essas e outras que essa tabela vai matar o agronegócio e vai quebrar muita gente do transporte. Frete é commoditie. É a lei da oferta e da procura.
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elcio sakai
vianópolis - GO
Essa tabela de frete já virou uma piada de mau gosto..., estamos perdendo em exportação de milho, em travamento de soja futura, pagando mais caros os insumos, nossos produtos perdendo valor de mercado, etc... O mais triste desta história é que a venda de caminhões aumentou em 50%, muitas firmas (exceto transportadoras) e produtores estão investindo em aumento de frota própria, em vez de o mercado livre regular o setor de transporte..., com esta tabela de frete haverá um aumento de números de caminhões próprios, diminuindo assim a quantidade de contratação de frete... MAIOR QUANTIDADE DE CAMINHÕES E CARRETAS E MENOR QUANTIDADE DE FRETE CONTRATADO COM PREÇO DESTA NOVA TABELA... Estamos acendendo o estopim de uma bomba ..., que não irá demorar muito pra explodir.
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carlo meloni
sao paulo - SP
Ontem vi que a rede de varejo Macro esta' montando sua frota propria... Caminhoes novinhos em folha.
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antonio jose magalhaes de mello
cafelandia - SP
Bom dia negativo meu amigo, sou produtor e tenho transportadora... talvez não conheça esse mercado, pois o setor de transporte é muito difícil... mas digo que, hoje, os fretes são altos não por causa dos transportadores mas sim pelos custos altos de pedágio e diesel etc ... é bom que as empresas invistam em caminhões para ver quanto custa mante-los... hoje, na questão da tabela do frete, o que afeta a todos é o famoso retorno, na qual o transportador dá uma carona para insumos (calcário, gesso, adubo)... ou seja, sem ele o transportador sequer cobre os custos -- principalmente os pequenos... essa tabela veio para corrigir estes absurdos... ela seria igual ao preço minimo, que sempre, nós, produtores, pedimos..., a solução seria um acordo entre os produtores e transportadores onde seria fixado em 80% do valor da tabela para o retorno, alternativa que acredito ficaria bom para todos..., mas o problema é que querem que apenas um lado pague a conta... exemplo são as descidas para Santos, por exemplo, onde a tabela praticamente não interfere ... acho eu que a solução é simples: basta apenas as duas partes terem bom senso para seguirmos em frente.
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carlo meloni
sao paulo - SP
DALZIR , você que entende tudo de transporte; como contornar esse problema ??? Fala homi
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elcio sakai
vianópolis - GO
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 10/11/2018 13:54
Muito se fala e ouve que é necessário conviver com as diferenças... Mas o que de fato está sendo feito para que as pessoas estejam preparadas para essa "convivência"?... Existe uma palavra que resume esta condição e ela quer dizer: para se ver do ponto de vista de outrem, para ver os outros do ponto de vista de outrem ou para ver os outros do ponto de vista deles mesmos. Ou seja, exige um extremo preparo psicológico para praticar essas aptidões.
Ah! Esqueci o mais importante; de escrever a palavra. Ela é muito usada nos discursos, mas, acredito de uma forma desvirtuada, como tudo nestas paragens sul americanas.
Mas, voltemos ao ponto, a palavra é "empatia"...
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 10/11/2018 11:44
Quando a gente ouve que viver democraticamente da trabalho, muitos não entendem o que a assertiva quer dizer.
Tomemos como "um" exemplo o caso da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Em Novembro do ano passado, o presidente da Alerj e mais dois deputados foram presos e, continuam detidos até a presente data, ou seja, não participam dos trabalhos da casa legislativa. Ocorre que os seus proventos não foram suspensos e o Estado gastou R$ 9 milhões com esses "senhores" presos.
Diante dessa situação, surge a pergunta que não quer calar: Existe ou não o corporativismo?
Como a sociedade deve agir, para que situações esdrúxulas como essa não ocorram?
Quais mecanismos devem ser colocados em prática?
Veja o caso do "não" reeleito presidente do Senado Federal, Eunício Oliveira (MDB-CE), que numa atitude digna dos "capo di capi", colocou em votação e, foi aprovada a proposta do aumento do salário dos ministros do STF. Essa atitude vai gerar um aumento de gastos ao governo em 2019 de R$ 6 bilhões. Essas são as armadilhas que nós, os eleitores, não temos poder em desarmá-las.
Os exemplos são tantos que:
Temos 13 milhões de desempregados,
Temos atrasos causados por privilégios a classes de párias,
Temos uma realidade que impede o bem-estar da maioria da população,
Temos, um país, que grita por mudança...
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Marco Aurelio Marques Tavares Porto Alegre - RS 10/11/2018 10:58
A SAGA OU O DESTINO DO ARROZEIRO! --- Triste realidade para o produtor em pleno plantio(entressafra)... queda nos preços, nas expectativas e nas perspectivas.
Um modelo de comercialização superado, amador, inviável...ou o produtor coloca o produto dentro da indústria (perde o controle sobre o produto, a oferta e o preço), ou empresta o produto, como fazem grandes produtores no Litoral Norte (abastecendo as empresas e desregulando o princípio lógico de mercado...oferta e demanda), como vamos conseguir sustentar preços...
As exportações e as importações representam no máximo 10% do consumo nacional, entretanto a des/valorização do produto está intimamente/diretamente voltada a questão cambial...embora o quadro de Suprimentos (oferta e demanda) esteja muito ajustado neste ano...
O setor está passando por uma crise gravíssima...alguém viu ou ouviu falar na mídia ou as entidades se posicionando sobre essa triste realidade...
A produtividade da lavoura arrozeira do Rio Grande do Sul está entre as cinco maiores do planeta, entretanto, mais de 65% são arrendatários...
O Rio Grande do Sul produz mais de 70% da produção nacional e as indústrias beneficiadoras são as maiores da América do Sul, e não somos capazes de FORMATAR preços...
A maioria dos arrozeiros não calcula custo de produção...." se fizer contas, PÁRA DE PLANTAR" ...segundo a lenda. Alguma atividade faz isso?
Faça sol ou faça chuva; com ou sem água; com preço ou sem preço; com crédito ou sem crédito, não sobra área sem arrendamento... e a área plantada não tem redução ou forte flutuação...
O Irga calculou os custos da safra passada 2017/18 em R$ 45,26 a saca...os custos apresentaram expressiva elevação no atual plantio...porquê o IRGA não tem, ainda, essa atualização?
O arrozeiro, realmente, merece uma série de adjetivos... de voluntarioso, corajoso a... teimoso!
Marco Aurelio Marques Tavares
Adm. Empresas e Produtor Rural/Arrozeiro
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Virgilio Andrade Moreira La Paloma 10/11/2018 10:17
Executivo rima com corrupção, desvios,, maracutaias e ineficiência e por ai vai. Judiciario e legislativo não enxergam um palmo na frente do nariz. Arrogantes !! Imprensa ou quarto poder, tendenciosa, conforme o vento. !! E o povo em geral,, por enquanto ligado ao carnaval, futebol e boiando na maionese o fora da casinha,, agora começa a melhorar,, mas ainda temos muito pra fazer. Terra de fartura,,, poucos se empenham de verdade. Mandioca e mel pra todo lado.
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Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 10/11/2018 07:47
Senhores..tenho escrito neste espaço ao longo do tempo que a corrupção ..o corporativismo....a maracutaia estão presentes e com mesma intensidade no executivo...no legislativo e no judiciário... Ou seja, o caso do aumento do salario do supremo mostra isto...o judiciário ainda e pior...vive fora da realidade brasileira... Agem como se estivessem na suíça.. E o povo engole quieto...o tiro não foi no pe..vai ser no bolso do povo...ou seja estão pouco preocupados com os brasileiros, mas sim com o seu salario que engorda com auxilio moradia...auxilio paletó..auxílio escola particular..
E por ai vai..
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
PARABÉNS !!! ... ... Concordo em gênero, número & grau... ...
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carlo meloni
sao paulo - SP
PARABENS DALZIR
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antonio carlos pereira
Jaboticabal - SP
Ué, a pauta bomba em cima da Dilma ninguém falou nada, agora não pode ! O que o Bolsonaro fez na pauta bomba no governo Dilma ? Nada nada nada ! Isso só é o começo !
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carlo meloni
sao paulo - SP
Toninho, voce precisa enviar sugestoes para a consulta publica do Mapa sobre florestas plantadas----
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antonio carlos pereira
Jaboticabal - SP
Carlo, já tem sobre floresta plantadas: Instrução Normativa nº 3, de 8 de Setembro de 2009. Veja o Art. 1º
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Isso é uma das maiores bobagens sobre custo de produção que já ouvi nos meus 35 anos de agronegócio ("Etanol de milho tem custo menor, rende mais, gera negócios com DDG e energia").... Milho custa R$ 6.000,00/ha e produz, em média, 160 sc/ha, ou 9,6 ton/ha, portanto, R$ 375,00/ton. A 410 l/ton de álcool, temos R$ 0,9146/l. A cana tem um custo de produção de R$ 50,00/ton e, se der os extremamente pessimistas 90 l/ton (estou acostumado com 110 l/ton), teremos R$ 0,45/l, só de custo agrícola... A diferença é tão grande que não é possível que o álcool de milho custe menos que o de cana, posto que há o processo de maltagem antes da fermentação. Ademais, o cavaco de eucalipto não é de graça e a usina pode queimar o bagaço e vender o excedente de energia da mesma forma que a destinada ao milho, porém, com custo menor. O etanol de milho só se pode considerar como viável se o milho for considerado como como co-produto, e a cana pagar todos os custos fixos. Mesmo assim, a coisa só funciona em condições especialíssimas de preço das commodities.