Fala Produtor
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gilberto evaristo Kasper toledo - PR 17/09/2018 15:09
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carlo meloni sao paulo - SP 17/09/2018 13:33
OLHAI A EUROPA... Em um artigo do Estadão de hoje a Europa aparece em 1º lugar com 41% das exportações mundiais de alimentos , os EUA vem em 2º com 11% e o Brasil, festejando em 3º, com 5%... A Europa só exporta alimentos processados enquanto o Brasil só exporta matéria-prima em commodities... Será que copiar receitas de alimentos e' mais difícil do que fazer foguetes ou bomba atômica???... ACORDA BRASIL!...
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Rodrigo Polo Pires
Balneário Camboriú - SC
Sr. Meloni, nossso potencial e nossas capacidades são tão grandes que somente com o governo travando (proibindo através de custos proibitivos, de legislações proibitivas) é possível atrasar o Brasil...
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
O Brasil é um país de modelo capitalista mas que enfrenta deficiências de capital humano e bens de capital. ... A consequência é uma mão-de-obra deficiente e baixa produtividade. Com isto somos levados a ser um (eterno) país em desenvolvimento e de baixa renda, pois seus habitantes "carregam" essa condição imposta pelo modelo desenvolvimentista. ... O ideal seria produzirmos produtos industrializados (baseado em produtividade) que trazem valor agregado, resultando num maior PIB. ... De outro lado, não devemos esquecer que vivemos num mundo de recursos finitos, e nossos recursos naturais não fogem à regra, ou seja, exportamos recursos naturais sem valor agregado. Com isto sofremos a constante falta de riqueza, pois riqueza é sinônimo de produção de bens e serviços. No caso vão-se os bens, sem os serviços.
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Rodrigo Polo Pires
Balneário Camboriú - SC
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Carlos Rodrigues 17/09/2018 11:56
Recorde? sim de preços baixos e falências...
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Elton Szweryda Santos Paulinia - SP 17/09/2018 08:32
Bolsonaro e família só precisam se cuidar de maneira extrema com a segurança, os comunas, psol, pt, rede, pdt, estão desesperados. Junta-se a isso o crime organizado, e os políticos investigados, " peixes grandes", a eleição esta garantida pelos brasileiros de bem, que ainda são maioria nesse pais. Não adianta ganhar e estar morto!!
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Rodrigo Rodrigues Almeida Cachoeira Dourada - GO 17/09/2018 08:23
Aí falam que é energia renovável! Nada contra a atividade canavieira, mas sim ao rótulo mentiroso que tentam passar... quantos litros de óleo diesel são consumidos por dia hein!
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Marilia X André
Orindiúva - SP
Temos tudo para ser uma super potencia, campo, clima e estrategicamente estamos em um lugar privilegiado do mundo, o problema são só esses cara como vc Rodrigo Rrodrigues que sempre enxergam o copo meio vazio. Óleo diesel é usado até no teclado que vc está digitando!!! Então pare de demagogia e vai a luta fazer seu mundo melhor...abraço
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Rodrigo Rodrigues Almeida
Cachoeira Dourada - GO
Não entendi sua revolta, Marília. Não estou questionando subprodutos do petróleo. Me corrija se eu estiver errado! É energia 100% renovável? Questionei isso e não o setor. Sou produtor rural e, como todos da minha classe, trabalhamos para construir um país melhor.
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Rodrigo Rodrigues Almeida
Cachoeira Dourada - GO
É energia 100% renovável? Se for, perdoe minha ignorância! Questionei o Merchant e não o setor menina do copo meio vazio.
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R L Guerrero
Maringá - PR
Não deixa de ser um contrassenso... A usina tem o puro álcool no próprio pátio, mas é obrigada a comprar o diesel produzido e tributado pelo governo.
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Marilia X André
Orindiúva - SP
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 16/09/2018 06:47
A grande maioria ainda não enxergou como o Bolsonaro está sendo prejudicado nessa "corrida presidencial"...
Os candidatos concorrentes estão em plena atividade, enquanto a "atividade" de Bolsonaro se restringe a: "O candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, está sem febre ou sinais de infecção e seu estado de saúde é estável, de acordo com boletim médico divulgado na manhã deste sábado (15)".
Qual vai ser o fim disso?
Enquanto isso a "democracia" está investigando os motivos que levaram o "esfaqueador" a praticar tal ato. Essa mesma "democracia" não investiga como advogados de alta estirpe apareceram com num passe de mágica, após algumas horas da prisão do "esfaqueador" para defendê-lo, com o discurso de que receberam o valor de seus valiosos serviços em espécie, de uma "entidade" que prefere ficar incógnita.
Por que essa "democracia" age dessa maneira?
Veja como as águas oceânicas nos separam de outros povos. O autor dos disparos que matou John Lennon em Dezembro de 1980, está até hoje na prisão. A Suprema Corte dos EUA já indeferiu inúmeros pedidos de soltura do criminoso, ou seja, lá a Lei é cumprida na integra. Ah! Os EUA, também, é um país democrático.
Aqui, um "ministrozinho" e um "senadorzinho" leem o artigo 52, Parágrafo único, que tratam do processo de Impeachment e, interpretam a seu modo o artigo: "Nos casos previstos nos incisos I e II, funcionará como Presidente o do Supremo Tribunal Federal, limitando-se a condenação, que somente será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal, à perda do cargo, COM inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis".
Coloquei a preposição "com" em caixa alta para mostrar a impossibilidade de dividir a perda do cargo COM a inabilitação para cargos públicos.
A "mulher sapiens" que foi agraciada por essa benesse, está concorrendo a uma vaga para o Senado Federal pelo estado de Minas Gerais e, nenhum ser vivente desses "partidos" políticos entrou com uma representação na Justiça para que a Lei da Ficha Limpa seja acionada... Isso é só mais um exemplo da nossa "democracia".
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Sergio Aquiles Bellotto
Palmital - SP
Sr. Paulo, se o crime contra Bolsonaro é classificado crime contra segurança nacional, é de se estranhar porque ninguém defendeu publicamente a suspensão da eleição até a devida apuração dos fatos, ou por que de tanta proteção aos advogados e ao meliante que esfaqueou o Bolsonaro???, essa eleição pra mim está de certa forma sendo direcionada para que algum candidato da esquerda vença.., além de que esses partidos envolvidos nos esquemas de corrupção deveriam ter sido todos extintos,e as pessoas suspensos seus direitos políticos..., a lei da ficha limpa deveria proibir qualquer cidadão a se candidatar com processos em crimes de qualquer natureza, ser ficha limpo mesmo, não essa enganação, se Bolsonaro vencer será a maior vitória política desde a redemocratização, se ele perder os cidadãos de bem poderão a começar a rezar por que dias difíceis virão pela frente , e de se estranhar com dona Dilma pode ser candidata, o poste do sapo ter conseguido registro, mesmo com processos durante seu mandato, e o partido que desviou tanto dinheiro continua a existir, esse e o Brasil que eu não quero....
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Que choradeira... o pt também queria parar eleição para aguardar julgamentos do lula... agora a direita quer??? ora, devemos seguir a lei... e o que pior... tanto um como outro só tem chance no segundo turno quando passarem os dois... o único jeito do bolsonaro ganhar no segundo turno e com haddad... e a única forma do pt voltar ao poder e indo pro segundo turno com bolsonaro..
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
O filosofo político Norberto Bobbio nos deixou esse ensinamento: "Apesar de seus defeitos, a democracia permite a esperança, pois pode ser melhorada". ... ...
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carlo meloni
sao paulo - SP
Sr Paulo pelo menos o Bobbio nos devolveu a esperança
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Sr. Carlo a Itália nos presenteou com muitas mentes brilhantes e, ótimos imigrantes. O Sr. é um belo exemplo. ... Obrigado por compartilhar conosco no FALA PRODUTOR !
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Sergio Aquiles Bellotto
Palmital - SP
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 16/09/2018 05:52
Existe uma lógica que todos os governos têm o dever de promover o bem-estar de seus cidadãos.
Partindo dessa premissa e, diante do tempo em que "Nós podemos fazer o diabo quando é hora de eleição", os discursos de todos os candidatos focam o bem-estar dos eleitores. Cada um, traça o seu "caminho", através de medidas ortodoxas ou heterodoxas.
Agora, vem o pesado dever do eleitor em "enxergar" o diabo nos detalhes, ou encruzilhadas desses caminhos dos candidatos. Existe uma grande diferença entre o eleitor e o candidato, em termos de práticas, ou exercício da atividade. O eleitor se envolve no pesado dever da escolha de seus representantes de 2 em 2 anos. Enquanto o candidato, muitos tentando a reeleição, praticam a atividade todos os dias e, a grande maioria tem nessa atividade o seu "ganha pão" e, põe pão nisso! Enfim, os recursos que são aplicados têm pesos completamente diferentes, pois, culturalmente o eleitor "enxerga" que a política não interfere na sua vida e, o político "enxerga" a política essencial para o bem-estar da sua vida.
Aí está o nó de toda a nossa "infelicidade", ou seja, das sucessivas frustrações pós eleição de nossos representantes, cujas promessas são as mesmas, num processo cíclico, ao qual somos (re)cíclados infinitamente com recorrentes (falsas) promessas.
Para que a "mudança" ocorra, você não acha que deve mudar a forma de "enxergar" do eleitor?
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Aloisio Mortari Lopes Londrina - PR 15/09/2018 18:09
Esse Haddad assim como o seu partido o PT, são uma farsa, uma mentira... O chefe está preso, por corrupção e o resto se submete a ele... É de dar nojo...
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adegildo moreira lima presidente medici - SC 15/09/2018 08:08
Nenhum candidato vai arrumar o Brasil em 4 anos, o estrago é grande. Precisamos de restabelecer a ordem, a disciplina, a organização, inibir a corrupção, reduzir o tamanho e o gasto do Estado, fazer com que serviços básicos funcionem e que o governo deixe o povo trabalhar e produzir, não criando obstáculos e enchendo o saco o tempo inteiro... Isso ocorrendo, verão o que é progresso e desenvolvimento... Por isso que Bolsonaro se apresenta como a melhor opção. Simples assim..
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João Batista Olivi
Campinas - SP
Efeito burocracia (no ESTADÃO): "O Brasil, infelizmente, constitui a mais clara realização da profecia toffleriana, pois aqui os burocratas comandam o País, multiplicam as exigências sobre a sociedade, atrapalhando qualquer sonho de desenvolvimento, multiplicando-se de uma forma assustadora, com direitos que se auto-outorgam e devem ser suportados pelo povo a um custo que parece estar levando a Nação à Idade Média", escreveu Ives Gandra da Silva Martins no Estadão. .. O colunista aponta a burocracia e os burocratas intocáveis como responsáveis pela "destruição" do País, que está refletida na alta taxa de desemprego, que chega a 13 milhões de pessoas.
Um país à deriva sem reformas, POR IVES GANDRA MARTINS --
Não há brasileiro consciente que não perceba que, se não houver uma reformulação estrutural na administração pública, o País é o mais forte candidato a seguir a desastrosa trilha de Maduro, o tiranete venezuelano.
Com uma dívida pública explosiva, que pode chegar a 80% do PIB no fim do ano e poderá ultrapassar a dos países desenvolvidos em 2022, pois beirará os 100%, se não houver correção de rumos, visto que há uma ligeira queda nos indicadores das nações desenvolvidas; e com um déficit público financiado pela tomada de recursos no mercado, o que poderá ser cada vez mais difícil no futuro, o quadro é preocupante, justificando o contínuo rebaixamento brasileiro pelas agências de rating. É de lembrar que tais recursos não voltam em investimentos ou obras sociais, mas servem fundamentalmente para financiar a esclerosada burocracia estatal, a renitente corrupção e o fantástico desperdício de recursos em ações sem propósitos desenvolvimentistas – situação agravada por uma carga tributária superior à dos EUA, do Japão, da Coreia do Sul, da China, da Suíça, do México e à da esmagadora maioria dos países emergentes. Por essa razão, cidadãos conscientes percebem que, se não houver um projeto de austeridade pública e de reformas estruturais, a rota para o abismo é uma realidade.
É bem verdade que estava o País quase saindo da inacreditável crise de corrupção e incompetência dos 13 anos dos governos anteriores quando uma cinematográfica, mal conduzida e insustentável operação do anterior procurador-geral da República paralisou a nação em dois pedidos de impeachment, rejeitados, a partir de uma mal explicada atuação de membro do parquet até então ligado ao chefe da Procuradoria-Geral da República e de delações premiadas hoje em plena revisão. Tal desastrada ação paralisou o País, deixando o presidente da República sem condições de implementar as reformas necessárias, tendo apenas, por já aprovada, escapado a reforma trabalhista.
As reformas previdenciária, tributária, burocrática (administrativa), do Judiciário e política foram enterradas, não conseguindo o governo federal sensibilizar os futuros candidatos à Presidência a encampá-las.
Neste ínterim, de terra de ninguém o Brasil passou a conviver com estranhas performances dos principais atores políticos e da administração pública.
Os candidatos, para não se comprometerem com temas polêmicos mas necessários, abandonaram, uns, o governo, e outros – exatamente os que demonstraram maior desconhecimento de finanças públicas, de respeito à lei, de economia e da realidade internacional – passaram a tripudiar sobre as reformas pretendidas.
À evidência, qualquer que seja o presidente eleito, se não quiser ser tão incompetente como Nicolás Maduro, terá de fazer as reformas necessárias a um custo político muito maior do que se tivesse apoiado aquelas propostas no ano passado.
A dois meses e meio, porém, das eleições, nenhum dos candidatos apresentou um verdadeiro projeto para o Brasil, alguns, inclusive, apenas sugerindo voltarmos ao século 19 e à luta marxista de classes.
Por outro lado, o Poder Judiciário, que ganhou visibilidade pública graças à TV Justiça – nos países desenvolvidos os debates judiciais, por serem técnicos, não são televisionados –, apesar da competência e da cultura dos ministros do pretório excelso, passou a exercer um protagonismo político antes inconcebível, sem ter para tanto representação popular ou ser vocacionado à política. Assim, assuntos típicos de administração pública, pertinentes ao Executivo ou de produção legislativa, própria de Parlamento, foram tratados muitas vezes monocraticamente, com impacto na gestão da coisa pública. Executivo e Legislativo, acuados por outros atores ávidos por exposição na mídia, tiveram seus agentes preocupados com sua defesa contra as acusações, muito mais do que com administrar e legislar.
É bem verdade que contra esta assunção de competências que não tem, apesar de exercer o Ministério Público função essencial à administração da Justiça, vem a Suprema Corte limitando o excesso de protagonismo, devolvendo aos delegados de carreira a função de polícia judiciária que lhes dá a Constituição (art. 144, § 4.º), permitindo-lhes firmar delações premiadas e responder diretamente ao magistrado, para quem atuam como vestíbulo das possíveis ações penais.
O certo é que neste quadro de excesso de protagonismo individual, instalado nos Três Poderes, e de falta de proposições consistentes por candidatos, em face do receio de indispor-se com segmentos da sociedade, o Brasil é uma nação à deriva, onde os Três Poderes são desarmônicos e sem real independência constitucional.
Creio que chegou o momento de a sociedade, por meio de suas instituições privadas, principalmente as dedicadas à reflexão política, econômica, jurídica e social, onde melhor se detectam os reais problemas nacionais, manifestar publicamente, por seus maiores expoentes, desvinculados de uma ambição política imediata, o que o Brasil efetivamente necessita, colocando na mídia seus pontos de vista, suas preocupações, suas ideias e suas propostas de soluções, a fim de que o vazio das propostas conhecidas até o presente seja substituído por algo que possibilite tirar o País da crise.
E não excluo a discussão ampla do papel do Brasil na crise econômica mundial gerada pelo presidente Donald Trump, que aparentemente beneficiou os EUA, num primeiro momento, mas que pela guerra comercial que está provocando acarretará problemas, no curto prazo, para o mundo e, no médio e no longo prazos, para os EUA. Apesar de o País estar entre as dez maiores economias do mundo, o certo é que o Brasil tem menos de 2% do comércio mundial, correndo um grave risco de, se o futuro presidente errar na fórmula a ser adotada, despencar nas preferências internacionais, por falta de segurança jurídica, planejamento econômico, estabilidade política e competitividade empresarial.
*PRESIDENTE DO CONSELHO SUPERIOR DE DIREITO DA FECOMÉRCIO-SP
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João Batista Olivi
Campinas - SP
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 15/09/2018 04:59
O espectro ideológico político brasileiro é como as telas OLED dos celulares de ponta. As telas dos celulares apresentam dezenas de milhões de cores e, na política brasileira não é diferente, quando se tenta falar em "ideologia".
Como citei em outro comentário, vivo de momento em momento, desconfiando até da sombra.
Vejam o que ex-presidente do PSDB, Tasso Jereissati, diz em uma entrevista concedida ao estadão há dois dias: "O partido cometeu um conjunto de erros memoráveis. O primeiro foi questionar o resultado eleitoral. Começou no dia seguinte (à eleição). Não é da nossa história e do nosso perfil. Não questionamos as instituições, respeitamos a democracia. O segundo erro foi votar contra princípios básicos nossos, sobretudo na economia, só para ser contra o PT. Mas o grande erro, e boa parte do PSDB se opôs a isso, foi entrar no governo Temer. Foi a gota d?água, junto com os problemas do Aécio (Neves). Fomos engolidos pela tentação do poder".
Lendo o texto, muitos vão achar que é singelo, mas como "o diabo mora nos detalhes". Essa entrevista, foi concedida após o Haddad ser elevado na condição de cabeça de chapa e, muitos dizem que ele vai para o 2º turno, disputar a presidência com Bolsonaro.
Nas entrevistas Haddad diz o mesmo que Tasso Jereissati falou na entrevista, ou seja, "fortalece" o discurso do petista. Mas, como? O PSDB e o PT não são partidos que sempre se digladiaram politicamente, criando uma polaridade política, separando os eleitores em "nós & eles". Porque agora seus discursos tendem a uma só linha de pensamento?
Ouso afirmar que após a redemocratização do país, sempre fomos enganados por esses socialistas de plantão. Uns são socialistas que criam condições, tornando o Estado onipresente & onisciente. Outros são socialistas fabianos, que segundo uma definição "são lobos vestidos em peles de cordeiro" e, apoiam a socialização da economia, desde que não interfiram em suas empresas. Ou seja, seus lucros sempre são "imexíveis".
Que venha o "Leão" Bolsonaro !!! ... Para "comer" esses lobos, disfarçados ou não de cordeiros.
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 15/09/2018 04:16
Muitos são os índices a que somos bombardeados no dia a dia. Só como exemplo, pode-se citar: IGP, IGP-A, SELIC, IGPM, IDH e, por aí vai... Como somos condicionados a engolir "índice", ouso lançar um que vem de encontro ao momento atual. O "IPG".
Segundo notamos, recentemente os poderosos são acordados nas madrugadas, por equipes de policiais com ordem de prisão, com um detalhe "Não Escapa Um Meu Irmão". Daí o lançamento do "IPG", cujo significado é: ÍNDICE DE PASSARINHO DE GAIOLA (IPG). Cuja escala a ser usada pode ser de 0 a 1, a mesma do índice de Gini, quanto mais próximo de 1 maior será a "probabilidade" de ir para a gaiola. Muitos são completos, ou seja, o "1" é a sua marca.
Veja que as "coisas" mudam através dos tempos, mas devemos atentar para que a "mudança" seja completa.
Segundo dizem vivemos sob um regime democrático de direito. Sabe-se que toda democracia possui os três poderes que vivem independentes e harmonicamente. São eles o Executivo, Legislativo e Judiciário.
Esse velho matuto, tem visto prisões dos representantes do Executivo e Legislativo. Se existem "malfeitos" graves, nesses dois poderes, levando os malfeitores às prisões. Fico que nem "burro velho", desconfiando até da sombra, pois até agora não se viu ninguém levantar as togas do judiciário, para ver se não existe "sujeira", também, nesse poder.
Vamos levantar "essas togas"!
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Luiz Carlos Surdi Santa Bárbara do Sul - RS 14/09/2018 18:20
...muito bom Liones Severo, parabéns
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carlo meloni
sao paulo - SP
uma noticia boa de vez em quando anima TODO MUNDO
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carlo meloni
sao paulo - SP
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 14/09/2018 17:32
Pensei em não comentar sobre esse assunto, mas acho que devo. Surgiram aqui algumas manifestações de solidariedade, de carinho, de afeto, ao nosso candidato Capitão Bolsonaro. Elas expressam sentimentos de compaixão pelo que ele passou e está passando. E não demorou para que aqueles que tem simpatia pela esquerda se manifestassem, fazendo aquilo que sabem fazer e só fazem isso, inverter as coisas. Uma simples opinião, a pequena manifestação de um sentimento, torna-se fanatismo, esquizofrenia. Coisas que foram ditas e que são de cunho pessoal são julgadas como se fossem um crime bárbaro. Exigem que todos saibam tudo como eles sabem. Inversão pura de valores, isso é ser esquerda. Não possuem no entanto o mesmo empenho, a mesma disposição para discutir os assuntos e conteúdos que nos são fornecidos com muito trabalho, muita dedicação. Esse tipo de comportamento prejudica o site. Lamentavelmente usam todo seu esforço, sua energia para atacar pessoas e ofende-las, em vez de colaborar, todos os esquerdistas que conheço são assim, e por isso é tão difícil dialogar com eles.
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 14/09/2018 17:15
Muito boa a entrevista, o conteúdo é excelente ("Sem competência tributária, ANP pode usar parecer favorável do Cade à venda direta de etanol por qualidade e isenção")... Quero dizer que a importância do Noticias Agrícolas ao abordar assuntos relevantes, que falam da realidade do país, com coerência, com diálogo respeitoso, de maneira simples e direta, digo, essa importância é tão grande que talvez alguns produtores não consigam imaginar. O fato do CADE ter firmado posição em favor dos produtores é sim um grande avanço, também graças à qualidade do jornalismo do site Noticias Agrícolas e da qualidade de seus entrevistados. Isso me deixou muito alegre, cheio de contentamento, por ter participado aqui em nosso espaço, do crescimento de público e de qualidade do site. Obrigado a todos os integrantes do Noticias Agrícolas. Só vamos crescer como nação com liberdade de expressão, sem medo de ofender a este ou aquele grupo. Somente através dessa liberdade é que poderemos resolver nossos conflitos de maneira civilizada e respeitosa. Lamento apenas que essas linhas não traduzam de forma adequada a satisfação que é ver uma entrevista como essa. Parabéns a todos, incluindo os leitores e comentaristas.
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Alexandre Lima
Parabéns Giovanni, esclarecedora entrevista ("ANP pode usar parecer favorável do Cade à venda direta de etanol")..., e o mais importante é que a venda direta é uma opção..., não há argumento que se sustente contra a venda direta!
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antonio carlos pereira
Jaboticabal - SP
A verdade é que o Brasil esta muito longe de competir em produtividade, hoje na Alemanha se produz 50% mais etanol por hectares que no Brasil. Cuba tinha a maior Usina do mundo e também fabricava mais de 40 sub produtos da cana, o Brasil hoje acho que uns 6 subprodutos. Falta no Brasil investir em tecnologia para produzir mais. Sem duvida, deve tirar os atravessadores.
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Alexandre Lima
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Gilberto Rossetto Lucas do Rio Verde - MT 14/09/2018 15:57
Opa, ... agora o audio ficou top. Muito boas as informações.
Pesquiisas... aham...