Fala Produtor
-
Paulo Gilberto Lunardelli CAMPINA DA LAGOA - PR 12/07/2018 17:44
-
Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 12/07/2018 14:49
Argentina 57 ....? Agora não entendi mesmo.. A bolsa de Rosário dá 37 milhões, com direito a baixar mais.
-
Douglas Torres
BrasÃlia - DF
Acho que houve um erro de digitação da equipe do Notícias Agrícolas caro Vilson. Esses 57 milhões de toneladas são referentes à safra 18/19, quanto à safra 17/18 o USDA mantém uma produção de 37 milhões de toneladas.
-
Franciane Lopes
LuÃs Eduardo Magalhães - BA
Argentina produziu tudo isso?
-
Douglas Torres
BrasÃlia - DF
-
Virgilio Andrade Moreira La Paloma 12/07/2018 13:27
Complicado, mas comer, todos precisam !! E não é ai que as pessoas vão economizar !!
-
Claudemir De Vargas Colorado - RS 12/07/2018 13:01
Engraçado que, em todos estes comentários, não falam do produtor brasileiro. Aqui ninguém é bobo. A China sempre nos explorou. Cancelou inúmeros contratos, fazendo o soja despencar de um dia para o outro. Hoje com um clic se sabe as notícias em tempo real. E é neste tempo real, que o brasileiro não vai vender seu produto barato. Agora é a hora do boi beber água meus amigos!
-
Paulo Gilberto Lunardelli CAMPINA DA LAGOA - PR 12/07/2018 10:50
O grande vilão na composição do valor do frete ainda continua sendo o preço ÓLEO DIESEL, o Governo poderia reduzir ainda mais o preço do diesel, para resolver definitivamente o impasse em relação ao preço do frete, o transportador precisa ter renda líquida para manter sua familia e o seu veiculo em dia, em condições de trafegar nas estradas, evitando o sucateamento da frota, evitando-se dessa forma inúmeros acidentes, em decorrência da má conservação dos caminhões. O caminhoneiro precisa ter RENDA sem onerar demasiadamente o SETOR PRODUTIVO, que é a FONTE dos seus FRETES.
-
Adalberto José Munhoz Campo Mourão - PR 12/07/2018 10:36
Bom dia Caro Liones, cotações no fundo do poço, exportações indo bem. No complexo soja o que se espera desse mercado pois já tem notícias de início de falta de matéria prima no país; se puder, aguardamos comentário de vossa pessoa. Abraços obrigado!
-
Liones Severo
Porto Alegre - RS
Caro Adalberto José Munhoz, há alguns dias a consultoria S+M divulgou que 77% da soja safra 2017/18 estava negociada, o que equivaleria a 92,5 MMT de uma produção de 119 MMT. Se isto verdadeiro, e parece que sim, então gastamos esse volume em apenas 5 meses do ano safra. Portanto sobram apenas 26,5 MMT de soja disponível para os próximos 7 meses, até a entrada da safra nova. Quanto ao preço em dólares cotado na CBOT, está nas mínimas de 10 anos, porém esses preços tem a agregação do prêmio elevado que tem conservado o preço em reais praticamente estável nas últimas semanas. Se considerarmos o volume comprometido, podemos entender que a grande maioria dos produtores ficaram satisfeitos com o desempenho dos preços. Se os preços são satisfatórios não existe a exigência de novos avanços. Abraços.
-
Liones Severo
Porto Alegre - RS
Adalberto, faltou responder parte da sua pergunta. O relatório do USDA de hoje apresentou números baixistas para a soja, mas altistas para o milho e trigo. Essas são as três principais commodities agrícolas que se complementam na natureza de suas funções e utilização. A falta de trigo ração, aumenta a demanda por milho e farelo de soja e a drástica redução da produção e estoques mundiais de milho e o aperto a disponibilidade do trigo, transfere forte incremento na demanda da soja e/ou farelo de soja. Esta foi a razão que os preços da soja foram sustentados pelo desempenho dos preços do milho e principalmente do trigo e assim deverá continuar. abraços
-
carlo meloni
sao paulo - SP
LIONES, estava lendo uns comentarios do DALZIR (mencionando as cotaçoes baixista e prevendo uma situaçao apertada para o ano que vem), mas no seu comentario acima temos a percepçao que a queda da cotaçao e' compensada pelo premio... O senhor poderia nos explicar o motivo do premio e como ele nasceu?
-
Liones Severo
Porto Alegre - RS
Caro Sr. Carlo Meloni, a concepção do prêmio tinha inicialmente o objetivo de fazer as sojas de varias origens chegarem aos mercados-destino com ao mesmo preço. Entretanto, com o tempo o prêmio se tornou "ágio" ou "deságio".... Atualmente, a soja brasileira está sendo negociada com premios de us$ 2,40 a us$ 2,70 por bushel, dependendo da posição de soja disponível da safra velha, todos acima dos preços cotados na Bolsa de Chicago. Ex. Na posição de setembro, seria 8,24 + 2,70 = us$ 10,94 por bushel, na equivalência da CBOT que os produtores brasileiros estão negociando a soja disponível. Resguardada todas as outras despesas que em qualquer condição seriam as mesmas.
Concepção do prêmio:
Depois das grandes altas dos mercados agrícolas na safra de 1972/73 (crise do Petróleo), os compradores transnacionais de soja, mais precisamente em 1974, resolveram submeter ao mercado uma condição de pouca exposição no risco do preço fixo. E conveniaram a adoção de comercializar produtos agrícolas com base em um componente de preço cuja variação não deveria ser maior ou menor do que 2% do valor principal de cada commodity agrícola.
A referência seria o prêmio (basis) para a soja americana, que naquele país até hoje é sempre positivo, porque representa as despesas de transportar a soja desde Chicago, onde está cotada na Bolsa de Mercadorias, até os portos localizados no Golfo do México.
O cálculo inicial partiu das despesas com o navio para levar a soja americana desde os termos fob-estivado em navio no Golfo do México, até o continente europeu, mais precisamente Rotterdam, principal destino do produto naquela época.
O preço efetivo da chegada da soja na Europa era a definição para estabelecer o prêmio ou deságio à negociação da soja brasileira.
A partir daquele preço se faria a dedução de todos os custos, até tornar a soja nos termos fob-estivado no navio em portos brasileiros.
Os descontos naturalmente seriam maiores, porque o tempo de navegação e a demora para realizar os embarques no Brasil eram superiores ao tempo de navegação e duração do carregamento da soja americana, cujos portos eram bem mais competitivos que os brasileiros.
Na época, a soja brasileira, ainda de pouca tradição no mercado internacional, iniciaria já com um desconto por qualidade não-tradicional para os mercados internacionais, e depois seriam então deduzidas todas as despesas, as quais fariam a equivalência do prêmio ou deságio a ser aplicado para a negociação do produto nacional.
Depois de alguns anos, o mesmo procedimento foi utilizado para a negociação da soja argentina.
Desde a concepção dos negócios em prêmios nas negociações de soja, já se estabeleceu o critério de que a soja americana agregava o valor cotado na Bolsa de Chicago, mais as despesas (arqueação) para colocá-la fob-estivado em navio no golfo do México. Embora o cálculo para a formação do prêmio para a soja brasileira nunca fizesse referência à adoção da cotação na Bolsa de Chicago, mais as despesas para colocá-la em termos fob-estivado em navios nos portos brasileiros.
Não é incomum que o prêmio para a soja brasileira alcance o mesmo prêmio pago pela soja americana em determinados períodos durante o ano. Em tese, ou em condições normais de carregamento dos portos brasileiros, não poderia haver uma grande diferença entre os prêmios do produto americano e os da soja brasileira. Tal fato determinaria uma diferença restrita: a diferença de frete oceânico entre Estados Unidos e um determinado destino, e o Brasil e esse mesmo destino.
Mais recentemente, os prêmios brasileiros têm superado os americanos. Basicamente, no segundo semestre do ano, onde o mercado brasileiro é mais competitivo para as indústrias nacionais, principalmente pela produção de biodiesel, que tem subsídio para a agricultura familiar, descolando as relações de competição para a exportação da soja in natura.
Através dos tempos, os prêmios sul-americanos adquiriram uma nova força negociável, considerada uma das três variáveis importantes que compõem o preço final para a soja em nível de origem, afastando-se dos princípios de sua concepção inicial. Tem forte vínculo com o "ágio", porque sua importância ou valor está diretamente relacionado à situação de escassez de oferta ou suprimento mundial de soja.
O prêmio contratualmente pode ser negativo ou positivo, apenas se atribuindo "mais" ou "menos", o que traduzido significa ágio ou deságio.
A dependência da comercialização das commodities brasileiras em bolsas de mercadorias estrangeiras não permite um desenvolvimento de padrão brasileiro para estabelecer o preço de negociação de acordo com a realidade do Brasil, e o prêmio tem sido a variável compensatória quando a preço final da soja brasileira ou de outra origem estiver defasado em relação a necessidade ou conveniência de preço do setor produtivo, normalmente quando a demanda supera o potencial da oferta.
(do livro : Como Lucrar Negociando Soja ? editado em 2011).
-
Liones Severo
Porto Alegre - RS
-
Paulo Gilberto Lunardelli CAMPINA DA LAGOA - PR 12/07/2018 10:32
A grande realidade é que a TABELA DE FRETES de 30/05/2018 saiu equivocada, tomando-se por base um caminhão bi-trem (7 eixos), em uma viagem de 600 a 700 km, o preço pelo km rodado do veículo graneleiro é de R$6,72, o caminhão frigorífico é de R$4,76 e a carga perigosa é R$4,41, analisando a complexidade de cada modalidade de transporte estamos diante de uma aberração. No meu ponto de vista essa tabela foi editada de forma errada. Ficaria de bom tamanho em torno de 1,50 litro de óleo diesel por km rodado, ao preço médio de bomba R$3,40 por litro, daria em torno de R$5,10 por km rodado, sem a obrigação de pagar para voltar vazio.
A lógica seria o preço da carga perigosa maior, a carga frigorífica o preço intermediário e a carga graneleira o preço menor, observando-se a complexidade, cuidados e os custos da manutenção e também dos equipamentos de cada modalidade do transporte.
-
Hermes Ferrari de Oliveira
Anapu - PA
A tabela está correta, o que está errado é a forma como você a interpreta.. Nos fretes de cargas frigoríficas e perigosas o índice está mais baixo porque necessariamente ele terá que voltar vazio. Então você terá que trabalhar com o km de ida e volta, enquanto que a granel você trabalha somente com o km de ida... sendo assim, vejamos: Granel : km x indice -- Frigorífica e perigosa : 2 x km x Indice = km x (2 x índice )...
Se observar na tabela, verás que o índice para carga a granel é sempre menor que duas vezes o índice das cargas frigoríficas ou perigosas .
Entendeu ?
-
Eduardo Lima Porto
Porto Alegre - RS
Muito coerente a sua observação
-
Paulo Gilberto Lunardelli
CAMPINA DA LAGOA - PR
O que dispõe a resolução de 30 de maio de 2018, é que todos os fretes teriam que ser pagos em dobro quando não houver retorno, é o que está escrito lá, é só uma questão de analogia.
-
Paulo Gilberto Lunardelli
CAMPINA DA LAGOA - PR
No anexo I da Resolução 5.820, dispõe clara e nitidamente o seguinte: "Nos casos em que não existe carga de retorno, para incluir o custo da volta, deve-se considerar a faixa de percurso em dobro". Desta forma, não havendo disposição em contrário, entende-se que qualquer carga está sujeita ao pagamento em dobro, quando não houver retorno.... O que dispõe a resolução de 30 de maio de 2018, é que todos os fretes teriam que ser pagos em dobro quando não houver retorno, é o que está escrito lá, é só uma questão de analogia.
-
Paulo Gilberto Lunardelli
CAMPINA DA LAGOA - PR
existe
-
carlo meloni
sao paulo - SP
FACIL e' na TEORIA, porque na PRATICA ninguem vai comprar um produto para revende-lo ao mesmo preço... Entao se voce acha que vai escapar da fritadeira de 25% de sobre-taxa, acaba caindo no braseiro ... Como é que o produtor que contratou o frete terá condiçoes de saber se o caminhao retornou carregado ou nao? So tem malandragem nessas normas... -
-
Hermes Ferrari de Oliveira
Anapu - PA
-
clecio dias barbosa Nova Mutum - MT 12/07/2018 08:15
Sr Ângelo Miquelão, parabéns pela comparação dos porcos, texto perfeito.
-
Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 12/07/2018 07:32
Infelizmente o pessoal da Aprosoja, entidade que orbita em torno da FPA ( e só isso já é um desabono, pois a função representativa deve ser em fiscalizar os poderes constituídos), eles ainda não entenderam a situação ou possuem interesses inconfessáveis em fazer de conta que não entendem. No Brasil não existe livre mercado, tudo é regulado pelo governo, e o setor agropecuário em particular é um dos mais regulados por legislação absurda, com clara intenção de submeter todo o setor aos interesses políticos da turma. Aquilo que devia ser utilizado como força politica - a paralisação dos caminhoneiros, como forma de pressão para mudanças mais profundas no sistema tributário brasileiro -, acabou servindo aos interesses de populistas e demagogos, contra o povo, e para variar, contra o sistema produtivo... Ora, não é a FPA, essa organização defendida pelos ditos representantes de classe, quem devia batalhar politicamente em favor desse mesmo sistema produtivo? Porém, acontece que eles são establishment, eles são aquilo que Rodrigo Faoro chamou de "os donos do poder". Com quais interesses? O de não contrariar o setor público, que quer porque quer sangrar o setor produtivo, afirmando que é obrigação dos empresários manter esse mesmo setor público a qualquer custo? Se existem caminhões demais, se a RUMO aumentou, e muito, o preço do transporte de grãos para os principais portos do país, principalmente o chamado eixo norte, isso é irrelevante, pois a luta é politica e infelizmente, definitivamente toda a FPA quer manter o sistema social comunista a qualquer custo... A bem da verdade eles não querem o livre mercado, ou numa hipótese ainda pior, sequer saibam o que significa, o que é de fato livre mercado e livre comercio.
-
Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 12/07/2018 06:24
A "guerra comercial" entre os EUA X China provoca tremores ao redor do mundo.
Esse velho matuto, entre muitas de suas pescarias, encontrou um artigo que cita os 10 maiores portos marítimos do mundo. Sete são chineses e se localizam em Xangai, Shenzhen, Hong Kong, Ningbo, Gingdao, Guangzhau, Tianjin. Os três que não se encontram na China, são: Cingapura, em Cingapura; Busan, na Coréia do Sul e Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Veja que todos os portos se localizam no Continente Asiático, ou seja, já contam com a estrutura para o comércio global.
Outro detalhe que não devemos nos esquecermos que a Ásia representa 33% da área terrestre do planeta e sua população, é 60% da população da terra. Ou seja, se forem detentores da tecnologia, com certeza esses índices, de território e demográfico farão a diferença no poder hegemônico mundial.
Acredito que seja esta a razão da ira americana.
Sei que sou um dinossauro, falando em termos de tempo vivido. Lembro-me que no ginásio, a língua que aprendíamos não era nem o inglês ou espanhol e, sim o francês. Veja que a França nas décadas de 50 e 60 do século passado, ainda tinha alguma influência na América do Sul. Usei essa lembrança, para alertar essas gerações futuras que está na hora, ou já passando, de aprender o mandarim. Haja vista que as mudanças, nos tempos atuais, têm pressa e, na hora que você se dá conta, já mudou.
Zhè bùshì zh?n de ? ... ... (tradução): Não é mesmo?
-
Alberto Ap. Pereira
Nhandeara - SP
Muito pertinente seu comentário. Acredito que seja esta a razão da ira americana. Penso exatamente isso... Desespero com a proximidade de PERDA DE PODER GLOBAL... Tenho imensa curiosidade em saber quanto valeria a malha ferroviária chinesa para os Trens de Alta Velocidade (famosos Trem Bala).. Tudo absurdamente Grande, Bonito é Organizado... Nos próximos anos a China terá 35.000 km de linhas para Trem Bala. Atualmente passa dos 25.000 km... Certamente americanos quando veem aquilo devem ficar desesperados........
-
Alberto Ap. Pereira
Nhandeara - SP
-
Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 12/07/2018 05:55
Embora o apoio do meu amigo João Batista Olivi ao Bolsonaro seja com ressalvas, uma questão de diferenças de opinião, pois não considero o Bolsonaro um sujeito radical, uma pessoa humilde não pode ser radical, não no sentido com que a esquerda radicalizou a politica no país. É motivo para comemorar sim, e muito. Nós precisamos endireitar a nós mesmos para depois endireitar o país.
-
Virgilio Andrade Moreira La Paloma 11/07/2018 14:10
Fácil !! Os EUA exportam para o resto do mundo que compra soja. E o resto do mundo produtor de soja exporta para a China !!
-
Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 11/07/2018 07:59
João, lembra do vídeo do apoio das mulheres que apoiaram o Bolsonaro? Pois é, foram agredidas verbalmente e ameaçadas pela esquerda hipócrita. Aqui está o vídeo com uma entrevista com a mulher que fez e postou o vídeo. - https://www.youtube.com/watch?v=P4bMrDjbbtA
-
Antonio Carlos Breda
Maracaju - MS
https://www.youtube.com/watch?v=ub4Yvqn4m0I
-
Antonio Carlos Breda
Maracaju - MS
-
Alberto Ap. Pereira Nhandeara - SP 11/07/2018 07:04
A FOLHA e seus COMENTARISTAS sempre foram LULA. Sempre, sempre, sempre. CEGAMENTE., infelizmente
-
carlo meloni
sao paulo - SP
CEGAMENTE NAO !!!! A Folha ajuda o PT na manipulaçao de dados e noticias (porque recebeu financiamentos do governo do PT)... Esse tipo de ligaçao nao e' novidade no meio politico... O regime militar financiou a editora Abril e este foi o motivo para que a editora licenciasse o Mino Carta por seus artigos esquerdistas... O Mino arruinou a sua trajetoria por professar ideias que hoje ele entendeu serem erradas...
-
carlo meloni
sao paulo - SP
-
Angelo Miquelão Filho Apucarana - PR 11/07/2018 06:52
Quem mora ou já morou no sítio, já deve ter conhecido, ou pelo menos ouviu falar, em mangueirão de porcos..., é um cercado grande feito de pau-a-pique e entrelaçado com arame farpado. Esta construção é bastante forte a apropriada a quem tem espaço e quer criar porcos a pasto, claro, com porcos à solta, não há pasto que os aguente, tanto é que fuçam e reviram a terra a procura do que comer o tempo inteiro, são verdadeiras escavadeiras de carne e osso... O mesmo mangueirão, que é altamente eficiente em cercar os porcos em dias de sol, em dias de chuva se revela um amontoado de brechas entre as lascas, pois com as chuvas e a terra molhada os porcos se dedicam a fuçarem entre as pequenas brechas da cerca..., não raro descobrem pontos mais fracos e conseguem afastar uma lasca da outra e ai é só alegria para eles, já para o dono dos porcos é prejuízo na certa..., os bichos reviram tudo, acabam com a horta, estragam a mina de água, invadem as terras dos vizinhos, fazem uma bagunça desgraçada... Para quem tem porcos é altamente indicado também possuir uns bons vira-latas, cachorros encardidos que latem o tempo todo, até mesmo quando não tem a mínima necessidade, sim, muitas vezes temos que levantar no meio da noite e dar umas broncas nestes bichos doidos, pois latem por tudo e por nada o tempo inteiro.
Estou usando o mangueirão, os porcos, a chuva e os cachorros, para tentar entender outros bichos, que, ao contrário, dos porcos que são deliciosos e rendem dinheiro, estes outros são nojentos, repugnantes e dão prejuízos incalculáveis a quem os tem, mesmo que os tenham a contra-gosto, assim como pragas nas lavouras... Estou falando da vara de PTistas, bichos piores que os porcos, pois vivem à procura de brechas o tempo todo..., faça chuva ou sol, lá estão eles querendo escapar de algum mangueirão, e uma vez soltos os prejuízos são imensuráveis a todos, donos e vizinhos... Recentemente deram a um suíno a missão de cuidar do mangueirão, imediatamente ele meteu o focinho na cerca, tentou achar brechas, imitou até os cachorros, latiu e ameaçou morder, mas não contava com o dono do mangueirão que estava descansando de olhos abertos, e, em tempo, conseguiu deter a saída do cachaço-líder desta vara de porcos malignos... Tentaram e atentaram contra os donos, que me fizeram lembrar uma lenda contada pelos mais velhos, de que os porcos se levantam várias vezes durante as noites para testarem a cerca, e se conseguirem escapar, irão tentar devorar o dono... Em resumo, cuide bem do seu mangueirão ou chiqueiro, não durma no ponto, ou eles derrubaram a sua casa, destruirão a sua roça, a sua horta, e ainda sujarão a sua água... Identifique os atrevidos e frite-os, antes que seja tarde..., se ele planeja ter você como janta, então tenha-o no almoço.
Cuidem do mangueirão, apertem as lascas, estiquem os arames, não deixem brechas, pois estes porcos são altamente nocivos, assassinos perigosos. O meu conselho é que fritem eles em sua própria gordura, assim teremos o sabão para lavar a sujeira que fizeram quando estiveram soltos, tidos como benéficos (?!)
-
Eduardo kotait
Assis - SP
Perfeito!!!!!..parabéns pelo texto.
-
Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Caro Ângelo... o tabelamento de fretes é coisa da esquerda... Socialismo... estado criando regras para o mercado... e, desta vez, não foi o PT o autor... O PT tem sua culpa... mas temos que olhar com a razão e não com ideologia... esta cega a nós ... e aos petistas..
-
Eduardo kotait
Assis - SP
O alto preço do óleo diesel continua sendo o grande vilão na composição do valor do frete..., se o governo reduzisse um pouco mais o valor do diesel resolveria definitivamente a questão do frete, sobrando um lucro maior para os frotistas e motorista autônomos, dando condições para desenvolverem suas atividades sem impactar o setor produtivo e também as metas inflacionárias.