Fala Produtor - Mensagem

  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 30/08/2019 13:55

    A infame 2a. Turma do STF provou, de novo, que é capaz de chegar a qualquer extremo na defesa da corrupção: inventou uma decisão 100% ilegal para anular a sentença que condenou um ladrão da Petrobras e Banco do Brasil. Desta vez não usou a lei para negar a justiça. Rasgou a lei, direto.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Esses "juízes dos juízes" soltaram uma pessoa honesta... régua petista de medir honestidade... Veja algumas das noticias veiculadas pela mídia e de fácil obtenção pelos cidadãos comuns desse país.... ... ... ... Isso é só um "aperitivo", como diz o povão: ... ... ... A socialite Val Marchiori ? que é amiga do presidente da Petrobras, Aldemir Bendine - obteve autorização do Banco do Brasil para usar parte de um financiamento de caminhões para comprar um Porsche. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, o financiamento ocorreu quando o executivo presidia o banco.

      O Banco do Brasil, ainda de acordo com o jornal, driblou regras internas para conceder R$ 2,79 milhões à Torke Empreendimentos, empresa da socialite. O recurso era do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), subsidiado pelo governo a juros de 4% ao ano.

      No ano de 2013, o Banco do Brasil aprovou o limite de crédito de R$ 3 milhões para a Torke para a compra de cinco caminhões. Em agosto, o banco liberou o dinheiro, mas o valor ficou abaixo do limite, em R$ 2,79 milhões. Segundo a folha, meses depois, Marchiori pediu para ampliar e usar o valor restante do limite do crédito ? algo em torno de R$ 200 mil ? para comprar um carro de passeio.

      Em 2014, o banco aprovou o pedido e a socialite comprou um Porsche Cayenne S 2014 branco, avaliado em R$ 400 mil. De acordo com o jornal, o BB não costuma autorizar o uso de "sobras" de limite de crédito para outras finalidades. O dinheiro, no caso poderia ser usado para comprar outro caminhão ou peças de reposição.

      Procurado pela Folha, o Banco do Brasil não revelou qual foi a linha de crédito usada, a taxa de juros ou se financiou o valor total do veículo. O banco disse apenas que o financiamento não empregou recursos do BNDES e que a empresa de Marchiori opera com o BB "nas linhas necessárias para condução dos seus negócios".

      Segundo o banco, as operações com a Torke estão protegidas pelo sigilo comercial.

      Ao prestar depoimento ao MPF, em 2015, o ex-vice-presidente do BB Allan Toledo afirmou que Bendine também deu carona para Val num jato reservado para o Banco do Brasil. Toledo disse que a viagem a Buenos Aires ocorreu em 2010 e tinha como objetivo a aquisição do Banco da Patagônia. Segundo o ex-vice-presidente do BB, Bendine e Val ficaram hospedados no mesmo hotel.

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