Senhores comentaristas. Pela visão de alguns guardas ambientais despreparados, muitas pessoas honestas e trabalhadoras foram parar no banco dos réus, tendo a infelicidade de serem julgadas pelo desembargador Renato Nalini, do Ministério do Meio Ambiente! Por mais que os advogados debatam em favor da causa, a visão do guarda prevalece sobre a do proprietário. Com a mesma linha de raciocínio deste desembargador, a julgar pela palestra proferida no Mackenzie, um senhor de oitenta anos foi submetido a trabalhos árduos, tanto físico quanto psicológico por longos sete anos, e uma criança teve seu bem destruído em nome de um fictício desastre ambiental. Penso que de nada vale ser autor de mil livros ou apresentar currículos que glorificam o próprio nome, quando o humano perde a importância para fazer prevalecer à própria tese.
Em época de desespero, apelamos para o mais justo e gentil, e acreditando que todos os nossos representantes assim o são, espalhei pedidos de socorro a deputados e senadores e embora o número seja grande, apenas Aldo Rebelo dignou-se a responder e orientar-me. Toda semana, eu recebia sua correspondência, via correio, e de próprio punho, traçava possíveis saídas para o meu caso.
Era tarde, meu processo estava nas mãos do desembargador Renato Nalini e Luis Fux, que sem retirarem uma única vírgula que contrariasse seus discursos, o velho e a criança foram deixados de lado para dar margem a uma grande explosão de destruição de bens materiais, cujo abalo repercute até hoje em nossos corações. Isto ocorreu no ano passado, o mês era setembro, em plena primavera.
De tudo, restou a certeza de que pelo empenho, Aldo Rebelo é pai dos brasileiros e conhece muito bem nossas dores e tristezas, e quando ele diz que o acordo que ele conseguiu foi o único possível, é que ele sabe que o nosso sistema ambiental é satânico.
Senhores comentaristas. Pela visão de alguns guardas ambientais despreparados, muitas pessoas honestas e trabalhadoras foram parar no banco dos réus, tendo a infelicidade de serem julgadas pelo desembargador Renato Nalini, do Ministério do Meio Ambiente! Por mais que os advogados debatam em favor da causa, a visão do guarda prevalece sobre a do proprietário. Com a mesma linha de raciocínio deste desembargador, a julgar pela palestra proferida no Mackenzie, um senhor de oitenta anos foi submetido a trabalhos árduos, tanto físico quanto psicológico por longos sete anos, e uma criança teve seu bem destruído em nome de um fictício desastre ambiental. Penso que de nada vale ser autor de mil livros ou apresentar currículos que glorificam o próprio nome, quando o humano perde a importância para fazer prevalecer à própria tese.
Em época de desespero, apelamos para o mais justo e gentil, e acreditando que todos os nossos representantes assim o são, espalhei pedidos de socorro a deputados e senadores e embora o número seja grande, apenas Aldo Rebelo dignou-se a responder e orientar-me. Toda semana, eu recebia sua correspondência, via correio, e de próprio punho, traçava possíveis saídas para o meu caso.
Era tarde, meu processo estava nas mãos do desembargador Renato Nalini e Luis Fux, que sem retirarem uma única vírgula que contrariasse seus discursos, o velho e a criança foram deixados de lado para dar margem a uma grande explosão de destruição de bens materiais, cujo abalo repercute até hoje em nossos corações. Isto ocorreu no ano passado, o mês era setembro, em plena primavera.
De tudo, restou a certeza de que pelo empenho, Aldo Rebelo é pai dos brasileiros e conhece muito bem nossas dores e tristezas, e quando ele diz que o acordo que ele conseguiu foi o único possível, é que ele sabe que o nosso sistema ambiental é satânico.