RS: Safra de soja é estimada pela Emater em 7,1 milhões de toneladas
Publicado em 07/03/2012 17:04
Mais uma vez a Emater reduziu suas estimativas para a safra de soja 2011/12 do Rio Grande do Sul. Em números divulgados nesta quarta-feira (7), a entidade projetou a colheita em 7,1 milhões de toneladas contra a previsão anterior de 8 milhões de toneladas e o número inicial de 10,3 milhões de toneladas. Se comparada ao produzido no ano passado, o volume é 39% menor.
O principal motivo para a redução dos números é o prejuízo provocado pela severa estiagem que castigo a região Sul do Brasil entre dezembro e início de fevereiro.
A adversidade climática provocou um sério declínio na produtividade das lavouras gaúchas, que está estimada em 1.738 quilos por hectare, contra 2.876 quilos em 2010/11.
O volume estimado para a safra de milho também foi reduzido, mas no caso do cereal, o declínio foi mais brando. A Emater projeta a safra 2011/12 de milho do RS em 3,05 milhões de toneladas, ante as 3,08 milhões da previsão anterior.
Em relação à previsão inicial feita pela instituição - de 5,3 milhões de toneladas -, a baixa é de 42,58%. Se comparada ao ciclo 10/11, o recuo é de 47,27%.
Sobre a produtividade, a estimativa da Emater passou de 2.669 quilos para 2.638 quilos por hectare. No entanto, a projeção inicial da Emater era de 4.593 quilos por hectare.
Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp?
Receba em primeira mão as principais notícias do agronegócio
Seguir canal
0 comentário
Mercado da soja encerra semana sob pressão sazonal em Chicago e cautela com eleições e câmbio no Brasil
Plantio de soja de MT atinge 10,23% e mantém atraso inicial, diz Imea
Soja recua em Chicago nesta 6ª feira com farelo caindo mais de 1% e demanda chinesa ainda no radar
Soja sente tombo de Chicago nos portos, mas dólar e demanda chinesa amortecem pressão no Brasil
Soja 26/27: chuva aperta janela no RS e exige precisão no plantio; especialista aponta estratégias para proteger produtividade
Soja despenca mais de 15 pontos em Chicago com pressão dos derivados; dólar limita impacto no Brasil