DA REDAÇÃO: Mais de 7 mil não índios devem deixar gleba Suiá Missú a partir desta segunda-feira (10)
Segundo Laércio Fassoni, presidente da Comissão de Assuntos Indígenas da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Mato Grosso (Famato) muitas famílias estão dispostas a resistir à desocupação. “Não foi determinado para onde essas pessoas serão deslocadas. Para tirar a família de dentro de casa e jogar na rua ou na beira da rodovia eles (não índios) acham que é preferível resistir”, afirma.
Além do problema social, a questão financeira também atinge os não índios. Segundo Fassoni, alguns produtores estão legalmente nas terras há mais de 40 anos e não existe previsão de indenização financeira pela desocupação das terras.
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