Produtor rural é morto com golpes de facão e flecha em Douradina, MS
Um policial militar aposentado, de 68 anos, morreu no fim da tarde de sexta-feira (12) na zona rural do município de Douradina, a 190 quilômetros de Campo Grande. Ele teria sido feito refém pelos indígenas por várias horas e sofreu agressões. Segundo informações da Polícia Civil, a vítima foi atingida por golpes de facão e flecha. O militar morreu antes de chegar ao hospital.
Conforme informações da Polícia Civil, ele tinha uma propriedade rural vizinha a um assentamento indígena e já havia registrado queixas em que denunciava que índios cortavam a cerca da fazenda.

Indígenas alegam que o policial aposentado teria invadido o assentamento, onde fez seis disparos. Eles então teriam reagido ao ataque e assassinado o produtor rural em legítima defesa. A arma do crime, ainda de acordo com os indígenas, foi entregue a Polícia Civil. Agora, a polícia procura outros três indígenas que teriam participado do crime.
(Informações do site Dourados Agora):
PM é morto com golpes de flecha e facão em conflito contra indígenas
O cabo aposentado da Polícia Militar, Arnaldo Alves Ferreira, de 68 anos, foi assassinado durante confronto com indígenas ocorrido em Douradina, no início da noite desta sexta-feira. Um homem ainda não identificado se feriu no conflito, e foi preso.
A vítima possuía um sítio localizado na divisa com uma aldeia do município. Segundo informações do delegado regional Antonio Carlos Videira, por motivos que ainda estão sendo investigados, houve confusão na propriedade e o PM agrediu um indígena com coronhadas. Outros membros da aldeia revidaram com golpes de flecha e facão, ferindo o aposentado com gravidade.
Os dois foram socorridos em encaminhados ao Hospital da Vida, em Dourados, mas Ferreira acabou morrendo antes mesmo de receber atendimento. O outro foi medicado e levado de volta para Douradina, onde acabou autuado.
O clima na região está tenso e por isso, Videira determinou que os delegados Adilson Spiguivitz e Marcelo Batistela se informassem sobre o caso, e tomassem providências juntamente com o Serviço de Investigações Gerais (SIG) da Polícia Civil. As autoridades se deslocaram para a zona de conflito a fim de apurar o envolvimento de outras pessoas no crime. Por conta do risco de novos ataques, a PM está em alerta.
Nota Oficial - Assassinato de Produtor Rural em MS

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) vem a público denunciar a situação de conflito a que o campo está submetido hoje, conflito este fomentado pela atuação incompetente e desastrosa da Fundação Nacional do Índio (FUNAI).
Há tempos a CNA vem alertando governo e sociedade sobre as consequências imprevisíveis deste cenário de absoluta insegurança jurídica, que tem vitimado brasileiros índios e não índios.
É com profundo pesar que registramos o brutal assassinato, com características de execução, do produtor rural Arnaldo Alves Ferreira, de 68 anos, atacado ontem por um grupo de indígenas em Douradina, Mato Grosso do Sul. Ao mesmo tempo, cobramos uma ação urgente e efetiva das autoridades competentes para permitir que o campo possa produzir em paz.
A CNA apela ao Governo Federal para que determine a imediata suspensão dos processos de demarcação em andamento. É prudente e necessário que os órgãos de governo aguardem a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre os embargos declaratórios propostos pela Procuradoria Geral da República, em relação às 19 condicionantes estabelecidas pelo tribunal para demarcação de terras indígenas, no julgamento do caso Raposa Serra do Sol.
Aguardamos, também, a manifestação das instituições de direitos humanos, com a presteza que lhes é peculiar em casos de morte de índios ou de trabalhadores sem terra. A violência contra qualquer cidadão deve ser repudiada.
Quantos mais brasileiros, índios ou não índios, terão que morrer para que o poder público cumpra o seu papel?
Fonte: Canal do Produtor
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temos que reagir contra esses caras da funai eles são os responsaveis por isso ai se ninguem fizer nada contra esses loucos vai ficar insustentavel reajan agricultores