DA REDAÇÃO: Seca e helicoverpa levam quebra de 25% para o algodão em Luís Eduardo Magalhães (BA)
Algodão: Prejuízos com helicoverpa e seca nas lavouras de algodão do oeste da Bahia já são consolidados em torno de 25%. Produtores dobraram aplicações de inseticidas para controle da praga e esperam diminuir custos com importação de produtos mais eficazes na próxima temporada. Produtividade deve ficar em 225 arrobas/hectare.
Publicado em 23/04/2013 10:56
| Atualizado em 23/04/2013 14:10
Os prejuízos causados pelo ataque da lagarta helicoverpa em Luís Eduardo Magalhães (BA) estão consolidados em torno de 25% da produção estimada. Segundo o presidente do Sindicato Rural do município, Vanir Kolln, a produtividade média deveria ficar em 225 arrobas/hectare, ante 280 arrobas/hectare já observados anteriormente.
Além da lagarta, a seca e uma redução de área de 30% irão limitar a produção de algodão no oeste baiano.
A helicoverpa aumentou também os custos de produção. As aplicações para controle da praga, segundo Kolln, aumentaram de 3 para 7.
A colheita de algodão no oeste da Bahia terá início nos próximos 40 dias.
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