Café: Mesmo com quebra na safra da América Central, preços permanecem mais baixos
Nesta terça-feira (28), o diretor executivo da Organização Internacional do Café (OIC), Robério Silva afirmou que apesar dos fundamentos que dariam suporte aos preços do grão, as cotações estão mais baixas. A informação foi dita no fórum do Cecafé que acontece hoje em São Paulo.
O diretor destaca que as variáveis não são absorvidas pelo mercado internacional. A quebra na produção de café na América Central, em função da ferrugem, a expectativa é que as perdas totalizem 2,7 milhões de sacas, e os baixos estoques do grão nos países consumidores estão sendo ignorados pelo mercado, conforme sinaliza Silva.
Por outro lado, as indústrias precisam dos cafés finos vindos da América Central para a formação de seus blends. Situação que se reflete nos diferenciais de preços, que já apresentaram uma diferença, sinalizando uma menor disponibilidade dessas variedades.
Os futuros do café, negociados na Bolsa de Nova Yok operam do lado negativo da tabela, na sessão desta terça-feira. As principais posições da commodity exibem perdas entre 65 e 135 pontos.
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