DA REDAÇÃO: Feijão - Com chuvas no interior de SP, mercadorias de melhor qualidade são valorizadas

Feijão: chuvas impactam no mercado nesse momento. Qualidade atual do produto está um pouco abaixo da requisitada pelos empacotadores. Para o feijão nota 8/8,5 armazenado em MG e GO, negócios são fechados entre R$ 60 e R$ 70 por saca. Em janeiro, consumo poderá ser menor.
Publicado em 10/12/2013 09:08 | Atualizado em 10/12/2013 15:16

Nesse momento, o mercado de feijão é climático e, à medida que entram novas chuvas no interior de São Paulo (SP), há uma dificuldade por parte dos empacotadores com a alta umidade, o que valoriza a mercadoria que está um pouco mais seca ou que tenha menos manchas. Porém, a qualidade do café não é aquelas que os empacotadores desejam agora.

Apesar disso, Marcelo Lüders, da Correpar, afirma que os preços melhoraram um pouco e esta semana houve negócios entre R$ 60,00/saca e R$ 70,00/saca pelo feijão nota 8 armazenado em Minas Gerais (MG) e Goiás (GO). No Paraná (PR) um feijão ainda guardado da segunda safra também está a esse mesmo preço. No interior de SP, os menores preços ficaram entre R$ 80,00/saca e R$ 90,00/saca, já que com o clima a mercadoria com uma qualidade um pouco melhor vem sendo valorizada desde ontem e há confirmações de negócios ao redor de R$ 100,00/saca na região.

No Paraná, a colheita já começou e, ainda que os empacotadores parem durante os feriados no final do ano, os produtores continuarão colhendo, com isso há uma expectativa de concentração do volume de oferta entre janeiro e fevereiro, o que pode deprimir os preços em um primeiro momento. Por outro lado, os produtores que tiverem lavouras para colher entre março e abril poderão ter vantagens nos negócios.

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