Venda de ações deve gerar pena na CVM
Os irmãos Joesley e Wesley Batista dificilmente escaparão de uma condenação em âmbito administrativo, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por terem vendido R$ 373 milhões em ações da JBS entre abril e maio, quando já negociavam o acordo de delação premiada com a Procuradora-Geral da República, que ainda não era de conhecimento público.
Embora o termo de acusação ainda não tenha ficado pronto, o Valor apurou que os argumentos de defesa apresentados nesta parte da investigação são vistos como frágeis na autarquia para esse tipo de processo. Além da venda de ações, a CVM também investiga se houve irregularidade compra de derivativos de dólar pela JBS e na recompra de ações pela companhia em data coincidente à venda dos papéis pelos controladores.
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