Após perdas recentes, soja testa tímida reação na sessão desta 4ª feira em Chicago

Durante o pregão desta quarta-feira (18), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) voltaram a testar leves ganhos. As principais posições da oleaginosa exibiam altas entre 1,25 e 1,75 pontos, perto das 13h04 (horário de Brasília). O vencimento novembro/17 era cotado a US$ 9,86 por bushel, enquanto o janeiro/18 operava a US$ 9,96 por bushel.
Conforme dados das agências internacionais, o mercado voltou a testar ligeiras valorizações depois das quedas recentes. O mercado permanece sem novidades e de olho nas chuvas e na evolução do plantio da safra 2017/18 no Brasil. O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) reportou que, chuvas mais regulares deverão ser mais regulares a partir do dia 23 de outubro, o que se confirmado, deverá contribuir para a evolução dos trabalhos nos campos.
"Institutos de meteorologia indicam aumento das possibilidades de chuvas em extensas áreas de produção do Brasil, onde o plantio continua atrasado", reportou a Granoeste Corretora de Cereais em seu comentário diário. Em Canarana (MT), o presidente do sindicato rural, Arlindo Cancian, destacou que os produtores ainda não iniciaram a semeadura da soja devido às chuvas irregulares.
Paralelamente, a colheita nos EUA continua no radar dos participantes do mercado. Segundo dados do USDA, em torno de 49% da área já foi colhida, número abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, de 59%.
0 comentário
Soja recua em Chicago nesta 6ª feira com farelo caindo mais de 1% e demanda chinesa ainda no radar
Soja sente tombo de Chicago nos portos, mas dólar e demanda chinesa amortecem pressão no Brasil
Soja 26/27: chuva aperta janela no RS e exige precisão no plantio; especialista aponta estratégias para proteger produtividade
Soja despenca mais de 15 pontos em Chicago com pressão dos derivados; dólar limita impacto no Brasil
StoneX vê safra de soja 26/27 do Brasil em 183,36 mi t e menor exportação de milho em 25/26
Entrada da nova safra americana no mercado traz pressão sazonal sobre a soja de Chicago, mas clima do BR permanece no radar