2018: Como vai ficar o tempo com a influência do La Niña?
De acordo com a NOAA (Agência Americana de Meteorologia e Oceanografia), a atmosfera apresenta condições de La Niña desde a primavera, e o fenômeno caracterizado pelo resfriamento anormal das águas do Oceano Pacífico deve continuar atuando com fraca intensidade no início do próximo ano.
Segundo o meteorologista Celso Oliveira, da Somar Meteorologia, apesar da configuração do La Niña, apenas a região Norte deve apresentar características típicas do fenômeno que deve atuar até o final do verão, em março de 2018. “As instabilidades da Amazônia ganham força e a tendência é de que as chuvas fiquem acima da média principalmente ao longo de fevereiro”, afirma.
No Nordeste, o fenômeno normalmente implica no aumento das chuvas, que costumam ficar acima da média em anos de La Niña. “No entanto, o clima da região também é muito dependente da temperatura do Oceano Atlântico que está mais frio que o normal. Com isso, as chuvas ainda devem acontecer com maior frequência em comparação ao último ano, quando a maior parte do Nordeste passou por um período de seca excepcional, porém, as precipitações ocorrem com volumes abaixo da média”, explica Oliveira.
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