Soja: Com 1º caso de ferrugem confirmado no Oeste da Bahia, produtores devem realizar o monitoramento das lavouras

Com a safra 2017/18 da soja em andamento no Oeste da Bahia, a preocupação aumenta em torno da ferrugem asiática, que teve o primeiro foco confirmado na região de São Desidério, que apareceu mais cedo e traz um alerta para os produtores rurais realizarem o monitoramento das lavouras.
O Coordenador do Programa Fitossanitário da AIBA (Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia), Armando Sá, destaca que os agricultores já sabiam que a ferrugem asiática seria um problema, pois no ano passado a Embrapa tinha divulgado um alerta durante a reunião nacional da soja. “Por isso, as principais entidades do estado se reuniram e criaram um programa fitossanitário, na qual levam profissionais capacitados para fazer os tratos culturais nas lavouras”, diz.
No entanto, as condições climáticas e o excesso de umidade no solo têm contribuído para a proliferação de pragas, entre elas a mosca branca, cigarrinha e Helicoverpa. Em outras temporadas, o mês de janeiro tem maior incidência de focos, só que o problema é a baixa resistência dos fungicidas nas plantas.
“Nós estamos realizando pesquisas para apontar quais os fungicidas serão mais eficientes. A indicação é fazer a aplicação com fungicidas junto com multissítios e que não devem passar de 15 aplicações”, ressalta.
Lavouras de soja
Até o momento, cerca de 30 mil/ha de soja irrigada está em fase de colheita. Já as lavouras de sequeiros, a colheita vai ficar concentrada entre os meses de fevereiro e março. Para esta safra, as expectativas de produtividade são boas. ”Eu acho que a região tem tudo para colher uma safra recorde de soja” finaliza.
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