Antes de relatório de estoques, milho registra poucas movimentações em Chicago

A Bolsa de Chicago (CBOT) registra leves altas para os preços internacionais do milho futuro nesta segunda-feira (30). As principias cotações contabilizavam valorizações entre 1,75 e 2,75 pontos por volta das 11h49 (horário de Brasília).
O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,74 com alta de 2,75 pontos, o março/20 valia US$ 3,86 com ganho de 2,50 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,93 com elevação de 2,25 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 3,98 com valorização de 1,75 pontos.
Segundo informações da Agência Reuters, as movimentações desta segunda-feira se dão na medida em que o comércio aguarda os relatórios trimestrais e anuais de estoques de grãos do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
Os analistas consultados pela Reuters esperam, em média, que o governo registre estoques de milho nos EUA em 1º de setembro em 2,428 bilhões de bushels (61,6 milhões de toneladas), que seriam os maiores estoques nesta data desde 1988.
“Preocupações com as chuvas que interrompem a colheita no centro e sul do Centro-Oeste e o clima da estação de plantio seco em algumas partes da América do Sul também dão apoio às cotações”, aponta Karl Plume da Reuters Chicago.
Ainda nesta segunda-feira, o USDA reportou vendas privadas de 120.000 toneladas de milho dos Estados Unidos ao México para remessa na campanha de 2019/20.
B3
A bolsa brasileira também opera com leves altas neste início de semana. As principais cotações registravam ganhos entre 0,15% e 0,20% por volta das 12 horas (horário de Brasília).
O vencimento novembro/19 era cotado à R$ 40,22 com alta de 0,20%, o janeiro/20 valia R$ 41,36 com ganho de 0,15% e o março/20 era negociado por R$ 41,30 com estabilidade
A Agrifatto Consultoria divulgou sua nota diária demonstrando que a comercialização do cereal continuou lenta na última semana, com o mercado regulado mantendo as cotações em alta desde o início deste mês.
A publicação aponta que “o indicador do CEPEA avançou 4,40% desde o início de setembro, com última parcial em R$ 38,88/sc - trata-se do maior valor desde o final de junho/19. Já os prêmios nos portos também avançaram, as últimas indicações ficam ao redor de US$ 0,38/bushel (há 30 dias estava em US$ 0,29/bushel). O dólar também mostrou volatilidade ao longo deste mês, mas entre altas e baixas, caminha para o final do mês com certa estabilidade frente ao seu valor no início de setembro”.
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