Café: Nova York opera sem grandes movimentações no início da tarde desta 5ª

Após iniciar o dia com altas, a Bolsa de Nova York (27) passou a operar com movimentações técnicas nos principais contratos do mercado futuro do café arábica.
Por volta das 11h44 (horário de Brasília) março/20 registrava alta de 80 pontos, valendo 109,90 cents/lbp, maio/20 subia 20 pontos, valendo 110,85 cents/lbp, julho/20 tinha valorização de 15 pontos, negociado por 112,85 cents/lbp e setembro/20 recuava 15 pontos, sendo negociado por 114,45 cents/lbp.
O mercado voltou a subir nesta semana após especulações de que o surto de coronavírus terá apenas um impacto limitado na demanda de café. A atual situação preocupa o mercado do café muito mais no horizonte cambial - com o dólar muito forte frente ao real - do que no quesito demanda. Afinal, o comportamento de fortalecimento da moeda americana é alimentado também pela maior aversão ao risco registrada no mercado financeiro mundial.
O clima nas lavouras também influenciam nas altas e, de acordo com o site internacional Barchart, as chuvas expressivas que atingem as regiões produtoras estão 304% acima da média histórica, de acordo com dados da Somar Meteorologia. "Essas fortes chuvas saturaram os campos de café do Brasil e podem reduzir a produção de café", destaca a análise.
Há duas semanas a Bolsa de Nova York vem registrando altas, indicando um movimento de recuperação para o mercado do café. Desde o início de 2020, produtores vêm enfrentando preços abaixo do que era esperado pelo setor e em algumas sessões os principais contratos chegaram a ficar abaixo de 100 cents/lbp.
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