Milho perde até 4% na B3 nesta 2ª feira com queda do Ibovespa e apesar da alta do dólar

O mercado do milho na B3, nesta segunda-feira (16), acompanha as baixas de todas as principais commodities e, apesar das altas fortes do dólar, recuam de forma expressiva. Perto de 13h10 (Brasília), as perdas chegavam a até 4,51%, como no vencimento maio/20, para R$ 50,41 por saca.
Embora o mercado do cereal no Brasil tenha bastante suporte neste momento, as cotações acompanhavam as perdas generalizadas das demais commodities, não só na B3, mas em todos os principais mercados em todo mundo.
Ao mesmo tempo, o dólar subia, mais uma vez, mais de 3% e tinha R$ 4,99, perto de 13h50, refletindo a forte aversão ao risco pelo qual passam os mercados neste início de semana. A Ibovespa nesta primeira sessão da semana já teve de acionar, mais uma vez, o circuit break diante das baixas intensas e segue caindo forte na retomada das negociações.
"O circuit breaker foi acionado às 10:24, após o Ibovespa cair 12,53%, a 72.321,99 pontos, o quinto do mês em meio à forte volatilidade nos mercados devido ao vírus e seus efeitos econômicos. O mecanismo voltará a ser disparado se o Ibovespa cair 15%, e aí os negócios serão suspensos por 1 hora", informou a agência de notícias Reuters.
BOLSA DE CHICAGO
Na Bolsa de Chicago, os futuros do cereal também operam no vermelho, pressionados severamente pelas notícias ligadas ao coronavírus e pelas agressivas reações dos mercados.
Assim, por volta de 13h50 (horário de Brasília), as baixas variavam entre 3,75 e 8,50 pontos, com o maio valendo US$ 3,57 e o julho, US$ 3,61 por bushel.
1 comentário
Incrementa MS, programa para elevar o patamar produtivo no Estado do Mato Grosso do Sul, entra em fase de expansão
Milho dispara nesta 2ª feira e fecha o dia com quase 5% de alta na Bolsa de Chicago
Milho lidera altas em Chicago nesta 2ª feira de disparada dos grãos
Milho/Cepea: Compradores seguem retraídos com aumento na estimativa de produção
Futuros do milho têm fortes quedas nos últimos dias da semana e acumulam perdas de até 3,2%
Câmbio depreciado e safrinha que ainda deve ser grande pressionam cotações do milho no Brasil
Rodolfo Augusto
O desespero já tomou conta...