Taxas curtas de juros sobem e longas recuam, com ajuste após pacote e dólar fraco

Os juros futuros mostram volatilidade na manhã desta terça-feira, 17. Os curtos sobem desde a abertura, mas os médios passaram a cair e os longos oscilam entre queda e estabilidade, mostrando um pouco de desinclinação. O dólar opera em baixa ante o real, o que tende a ajudar a tirar pressão da parte longa da curva.
Segundo um operador, a falta de liquidez no mercado, no entanto, dificulta uma avaliação do movimento. O mercado também digere o pacote fiscal para fazer frente ao coronavírus.
"Essas medidas são bem-vindas, ainda que julguemos ser necessário a adoção de outras medidas nos próximos dias e semanas", avaliam economistas da Renascença DTVM, em nota a clientes.
Às 9h15, a taxa do depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 marcava 3,88%, de 3,84% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2022 exibia 4,83%, de 4,92%, enquanto o vencimento para janeiro de 2023 estava em 5,85%, na mínima, de 5,93% no ajuste anterior. Já o DI para janeiro de 2025 estava em 7,01%, de 7,08% no ajuste de ontem.
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